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7.5.5Contingência e visual novo
44 assuntos · 282 alterações · publicada em 16/10novo para vocêEm uma linha: a NF-e, o CT-e e o MDF-e passam a sair em contingência quando a Sefaz está fora do ar, e a NFC-e do caixa que fica sem resposta sai em contingência com número novo; cerca de 150 telas do Retaguarda e do PDV e o Pré-Venda inteiro ganham o visual das telas novas; chegam o produto com número de série e as novidades da versão mostradas a cada usuário depois de atualizar; a NFS-e se prepara para o Emissor Nacional obrigatório ao Simples em 01/11/2026 e Marília e as cidades da SigCorp voltam a emitir; o LojaZap 1.2.7 volta a entregar o orçamento e o DANFE pelo WhatsApp; e mais de 60 correções, em boletos, estoque, cadastro de produtos, financeiro e fiscal.
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⚠️ Leia antes de usar
NFS-e — empresa do Simples (ME e EPP): a partir de 01/11/2026 a nota é obrigatória pelo Emissor Nacional, em qualquer cidade (Resolução CGSN 191/2026). O sistema não troca sozinho: em Fiscal > NFS-e > Config. NFS-e, escolha o provedor PadraoNacional e faça um teste em Homologação antes de 01/11. O Emissor Nacional exige o certificado digital configurado (o mesmo da NF-e); a inscrição municipal pode continuar no cadastro. Enquanto o provedor não for o PadraoNacional, a Config. NFS-e mostra um aviso, e toda nota emitida por provedor de prefeitura depois de 01/11 também avisa — sem barrar a emissão. Simples com ISS retido: a alíquota vai do campo "ISS %" do serviço (Estoque > Produtos, aba Tributação > Serviço / NFS-e); sem ela a nota volta recusada, e a mensagem diz onde informar. Em cidade com sistema próprio, o Emissor Nacional pode recusar o teste (E0039) se a prefeitura ainda não liberou a antecipação.
NFS-e de Marília e das outras cidades da SigCorp — preencha a Config. NFS-e antes da primeira nota. A SigCorp desligou o webservice antigo em 01/10, e a emissão parava em "X999 - Erro de Conexão". O sistema passa a enviar ao serviço novo, mas ele pede, em Fiscal > NFS-e > Config. NFS-e: provedor AUTOMÁTICO, Usuário e Senha do webservice da prefeitura (com o usuário em branco vai a inscrição municipal) e o campo novo Próximo RPS com a última NFS-e emitida mais 1 — no serviço novo o número da nota é o que o sistema informa. O cancelamento continua pelo portal da prefeitura. Provado com um servidor simulado: a primeira nota em produção é a prova de verdade, e se ela não sair, mande a pasta de logs do dia.
NF-e — quem lançou item pela F5 · Busca Avançada na 7.5.3 ou na 7.5.4 confere os itens antes de transmitir. (Fiscal > NF-e, editor da nota) Nessas versões, com a nota já tendo item, o produto escolhido na F5 entrava no lugar de um item já lançado (quase sempre o primeiro), com o preço e a tributação novos e a quantidade do antigo, sem aviso. Nota ainda aberta lançada assim se confere no F8 · Espelho. Agora a F5 sempre inclui uma linha nova, e por isso deixa de servir para trocar o produto de um item existente.
NF-e em contingência — a "Forma de emissão" antiga deixa de valer. A atualização do banco zera a forma de emissão que ficava gravada na configuração da NF-e: a nota passa a sair na forma Normal sempre que a Sefaz responde, e a contingência é oferecida na hora, quando ela não responde (em Novo, abaixo). A nota que uma versão antiga deixou na aba Contingência volta a aberta, com o mesmo número.
Caixa — NFC-e sem resposta da Sefaz: quem resolve o número antigo é o Retaguarda. A venda passa a sair em contingência com número novo (em Fiscal, abaixo), e o número da tentativa sem resposta é inutilizado ou cancelado por uma fila que roda a cada 5 minutos com o Retaguarda aberto. Loja que usa só o PDV.exe avulso precisa abrir o Retaguarda no dia; o que não puder ser resolvido sozinho aparece na Central de Notificações.
Pré-Venda — o visual novo muda alguns hábitos do balcão. (PreVenda.exe) O F4 · Cancelar pergunta antes de cancelar, com o foco no Não (o Enter sozinho não cancela, de propósito: o leitor de código de barras termina toda leitura com Enter). O Alt+F4 fecha a tela e a pré-venda continua aberta (antes cancelava). Lançar outro produto com um item ainda em digitação pergunta se grava o item, com o foco em Gravar. O ESC desiste do desconto e fecha a consulta de clientes sem trocar o cliente — escolhe-se com Enter, F5 ou duplo clique. A Folha A4 sempre abre na visualização e sai pelo botão Imprimir A4, na impressora escolhida ali. O cupom sai em ESC/POS, como o cupom do caixa: a impressora do cupom tem de aceitar ESC/POS (a que só imprime pelo driver do Windows, a "Bobina gráfica" do caixa, não imprime este cupom); se o modelo não for ELGIN/EPSON, acerte em Configurações > Este computador > Impressoras, no computador do Pré-Venda. A pré-venda já importada pelo caixa deixa de poder ser excluída, e na primeira abertura do Retaguarda a atualização do banco apaga, uma vez, os itens de pré-venda que ficaram sem cabeçalho por exclusões antigas.
Consulta de Clientes — o ESC fecha sem trocar o cliente. (F8 do Lançamento de Pré-Venda e o Localizar Dono do Procedimento Pet) Antes qualquer saída devolvia o cliente da linha em que o cursor estava; quem posicionava e saía pelo ESC ou pelo X passa a confirmar com Enter.
Estoque > Produtos — o cadastro passa a pedir o CEST também no CSOSN 500, e no CST 90 / CSOSN 900 com MVA ou pauta de ST. Esses produtos gravavam sem CEST e a NF-e voltava recusada (806). Agora o F5 · Gravar recusa e diz onde informar (Tributação > ICMS e enquadramento). Produto já cadastrado só é barrado quando alguém o altera; o painel de pendências já o aponta.
Estoque > Repasse NCM — a marcação dos produtos deixa de ficar gravada. A caixa de marcar passa a viver só na tela: antes ela ficava gravada no produto entre uma sessão e outra, e entre terminais. Cada ação (F9 · Ajustar, F8 · Ajustar Opções) grava só o que foi pedido e só nos produtos marcados (em Corrigido, abaixo).
Fiscal > Tabelas Fiscais > Tributação por NCM — a tela volta ao menu, liberada para todo usuário. Quem não deve editar regra de tributação é fechado em Configurações > Controle de Permissões.
Financeiro — forma de pagamento com destino "Depósito em conta" deixa de entrar duas vezes no Livro Caixa. Loja que usa esse destino e acertava o dobro à mão passa a ter um lançamento só (em Corrigido, abaixo).
ICMS desonerado na NF-e (regime normal) — quem precisa abater o desonerado do total marca "Deduz" no produto. O valor passa a ser declarado no XML (em Fiscal, abaixo). Produto já lançado em nota aberta precisa ser regravado (a tela avisa antes de transmitir). O Cód. Benefício tem de ser o da tabela da UF: Santa Catarina recusa código incompatível com o CST (rejeição 931).
Novidades da versão — gere o pacote com o LojaDev Studio 1.1.0, que acompanha o anúncio desta versão. O texto escrito no Studio em "O que mudou nesta versão" passa a aparecer ao cliente depois de atualizar (em Novo, abaixo). No Studio novo esse campo passa a ser só da versão que vai ser gerada; as anteriores ficam guardadas, e o botão Versões anteriores… corrige ou exclui a nota de cada uma. Na primeira geração ele pergunta antes: quem vinha acumulando as versões nesse campo deixa nele só as da versão nova. Pacote gerado pelo Studio antigo funciona como hoje.
Quem personalizou telas no fonte recoloca a personalização em cima do fonte novo. As telas convertidas ao visual novo (as cerca de 150 do Retaguarda e do PDV e as sete do Pré-Venda) tiveram o .dfm refeito; a lista está em Novo, abaixo.
🆕 Novo
Contingência
- Fiscal > NF-e — a nota sai em contingência quando a Sefaz do estado está fora do ar (F3 · Transmitir) — com a Sefaz respondendo, a NF-e 55 vai como sempre, sem pergunta. Fora do ar, o operador escolhe: SVC (só com a SVC no ar; autoriza na hora), EPEC (fora do PR e da PB), FS-DA (DANFE em duas vias), tentar o Normal de novo, ou aguardar. EPEC e FS-DA ficam na aba Contingência da lista e depois transmitem o XML guardado; recusada, a nota pode ter o XML refeito com o mesmo número. Número enviado sem resposta não é reaproveitado: a contingência sai com número novo, e o antigo é inutilizado ou cancelado na primeira autorização da Sefaz de origem. A Central de Notificações avisa as notas em contingência e os números a regularizar. Logo depois do EPEC a Sefaz pode responder 468: a mensagem pede para transmitir de novo em alguns minutos (na homologação levou de 13 a 22).
- Fiscal > CT-e e MDF-e — contingência quando o autorizador está fora do ar (F3 · Transmitir) — no CT-e, a SVC da UF (só com a SVC no ar) e o off-line, com o DACTE "EMITIDO EM CONTINGÊNCIA OFF-LINE", oferecido em produção a partir de 16/11/2026; no MDF-e, o off-line, com o DAMDFE acompanhando a carga. O documento off-line fica na aba Contingência das listas e o F3 transmite o XML guardado (até 168 horas). Número sem resposta vai a número novo, e o antigo é regularizado antes. A Central de Notificações avisa. O CT-e OS ficou de fora.
Telas
- Retaguarda e PDV — cerca de 150 telas ganham o visual das telas novas (em todo o sistema) — cabeçalho com o nome da tela e uma linha do que ela faz, o nome de cada campo escrito em cima dele, cartões brancos sobre o fundo da página, as grades do padrão e a barra de ações embaixo com a tecla escrita em cada botão. Entram, entre outras: os cadastros fiscais (Tributação por NCM, Tabela ICMS, Classificação Tributária, Tabela IBPT, Inventário por CSOSN/CST, Relatório de Estoque Fiscal), o SPED Fiscal, o SPED Contribuições e o Sintegra; CT-e, CT-e OS e MDF-e (listas, emissão, complementos e importações); os boletos (Boletos Emitidos, Remessa, Retorno e Configuração, esta em três abas); Contas a Pagar e a Receber (lançamento, baixas, baixas em lote, recibos, Transferência entre Contas, Conciliação Financeira); as janelas do caixa (Abertura, Sangria e Suprimento, Busca Preço, Pesquisa Detalhada, Remover Item, Alterar Preço do Item, Troca, Devolução Rápida, Reimprimir Pedido e NFC-e, Resumo do Caixa, autorização do supervisor, motivo do cancelamento, produto não encontrado); o PIX dinâmico e o estático; as janelas do TEF e do SuperTEF; estoque (ajustes, Zerar Negativos, Reconstruir Saldo, Estoque Avariado, Etiquetas, Fabricar Produto); e ainda Dados da Empresa, Usuários, Controle de Permissões, Backup, Atualização do sistema, Compactar o banco, Licença do Sistema, a lista de CF-e SAT e a escolha das colunas da lista (F9). O que cada tela faz não mudou; o que mudou além do desenho está nas linhas abaixo.
- Pagamento PIX — o QR Code fica ao lado do valor (fechamento da venda > PIX, dinâmico e estático) — o QR à esquerda e, à direita, o valor em destaque, o copia-e-cola e os botões com a tecla escrita (Copiar F4, Imprimir QR e, no estático, Não recebido ESC e PIX RECEBIDO Enter).
- Fiscal > Classificação Tributária — os textos longos se leem e se alteram numa ficha abaixo da grade. Na grade eles aparecem quebrados em linhas, só para leitura; o botão F1 · Incluir, que não fazia nada, saiu.
- Fiscal > Tabelas Fiscais > Tributação por NCM — a tela volta ao menu. As regras por NCM e UF de origem e destino continuavam valendo na tributação do produto novo, mas a tela não abria de lugar nenhum. Ela volta consertada: abre sem erro e não grava mais o CST anterior quando o operador troca e não confirma.
Pré-Venda (PreVenda.exe)
- O programa inteiro ganha o visual novo — as sete telas (tela inicial, Lançamento, Lista de Pré-Vendas, Consulta de Clientes, Desconto, escolha da impressão e Configuração de Impressão) passam ao desenho das telas novas do Retaguarda, com a tecla escrita em cada botão. A tela inicial, o Lançamento e a Lista continuam abrindo maximizadas, e a logo continua sendo a do cadastro.
- Lançamento — o cabeçalho mostra o número e a data da pré-venda (a tela não mostrava o número em lugar nenhum). O quadro "Instruções" virou botões: F8 · Cliente, Ctrl+D · Desconto, Ctrl+Del · Excluir item e Fechar, ao lado de F2 · Finalizar, F3 · Imprimir e F4 · Cancelar; o cliente tem também a lupa no próprio campo. A lista de produtos achados ocupa o lugar da grade de itens enquanto a busca tem resultado. A tela fecha no botão Fechar (no ESC, não), e a pré-venda fica aberta. A ordem dos campos e a conta de Enters são as de sempre.
- Lista de Pré-Vendas (tela inicial > F3 · Consultar Pré-Vendas) — as abas Todas, Aberta, Finalizada, Cancelada e Importada viraram cinco cartões que contam e filtram, e a contagem acompanha a busca. Na grade a situação é um selo colorido na última coluna. F3 · Alterar, F4 · Imprimir e F8 (ir à busca) valem na tela inteira, o ESC fecha a lista e a busca por valor aceita vírgula. O rótulo da busca dizia "F5" e a tecla sempre foi F8: agora diz F8.
- Configurações (F4) — F2 · Salvar e ESC · Fechar, e os textos dizem o que cada caixa faz; a impressora passou a se chamar Impressora do cupom. O arquivo
ConfigPreVenda.inie as chaves dele são os mesmos. Na escolha da impressão os botões são Folha A4, Cupom térmico e ESC · Fechar. - Imprimir a Pré-Venda — Folha A4 no modelo dos relatórios do sistema — abre na visualização embutida, a mesma do pedido de venda e do orçamento, com Imprimir A4, Imprimir 80mm (térmica) e Enviar WhatsApp. Traz a empresa e o telefone da loja, o número, a data, o vendedor e a situação, o cliente com endereço, telefones e e-mail, os itens, as observações e o fecho com subtotal, desconto e total. A UF é a do cliente (saía a da loja), a pré-venda importada sai como IMPORTADA (saía "NÃO IDENTIFICADO"), e o produto de grade diz o tamanho e a cor.
- Imprimir a Pré-Venda — cupom térmico no modelo novo — com "Mostrar a visualização antes de imprimir o cupom" marcado, o cupom abre na visualização como vai sair na bobina; desmarcado, imprime direto, como antes. Sai em ESC/POS na Impressora do cupom, com o modelo e as colunas do cadastro do computador e, sem cadastro, os de fábrica (ELGIN, 42 colunas). Sem impressora escolhida, o aviso diz onde escolher.
Produtos, caixa e sistema
- Produto com número de série (Estoque > Produtos, Configuração: "Controla número de série") — o caixa pede a série de cada unidade (bipa ou escolhe), nas três abas. A série sai nas informações do produto da NFC-e, da NF-e, do CF-e e da NF-e de devolução, e no cupom do pedido. Cancelamento e exclusão do item liberam a série; na devolução, REVENDA volta a disponível e AVARIADO ou GARANTIA vai para garantia. A tela das séries abre pelo cadastro, pela aba Seriais da lista, pelo Estoque Avariado e pelo Finalizar da compra. A venda do Retaguarda, a O.S., o Pré-Venda e a NF-e digitada recusam o produto com série, e as importações de pré-venda e de orçamento no caixa deixam esses itens de fora, com aviso. Nada muda para quem não liga a opção.
- Novidades da versão — depois de atualizar, o sistema mostra a cada usuário o que mudou (Ajuda > Histórico de atualizações) — na primeira vez que cada usuário entra no Retaguarda atualizado, abre uma janela com as novidades das versões que ele ainda não viu, a mais nova em cima: quem pulou versões vê as que perdeu, e quem já viu não vê de novo. Em Ajuda > Histórico de atualizações ficam todas as versões, com a data; é a antiga Lista de Updates, que mostrava um texto fixo de 2025. Versão sem texto não abre janela, e o PDV.exe não mostra nada (o caixa não é interrompido). Vale para qualquer jeito de entregar o pacote (servidor, pasta de entrada,
Atualizar x.y.z.exe). O texto vem do pacote gerado pelo LojaDev Studio 1.1.0 (no bloco ⚠️); o instalador completo de cliente novo não leva o histórico. - Mesas — o caixa pode pedir um nome ao abrir a mesa (Configurações > Central de Configurações > Este computador > Modo do caixa > Abas do PDV > Pedir o nome ao abrir a mesa) — opção por computador, desligada por padrão. Ligada, ao abrir uma mesa livre o caixa pergunta um nome: Enter em branco abre sem nome, Esc desiste. O nome aparece no cartão da mesa e na faixa da mesa aberta, some quando ela é liberada e acompanha a comanda na transferência (Ctrl+B). Contribuição de attechsistemas.
- Orçamento e Pré-Venda — o código da embalagem acha o produto (Vendas > Lançamento de Orçamento, F11 · Código de barras; e a busca do Pré-Venda) — o código auxiliar cadastrado em Estoque > Produtos > Embalagens (caixa com 12, fardo) só era lido no caixa. Agora a quantidade é a da embalagem (
2*código= duas embalagens) e, se a embalagem tem preço próprio, o preço é o dela por unidade, com 2 casas — embalagem cujo preço não divide em centavos sai alguns centavos diferente do caixa. - Fiscal > NFS-e > Config. NFS-e — campo Próximo RPS — mostra o próximo número do RPS da série e deixa acertá-lo (número que já virou nota é recusado). Serve para continuar a numeração de onde a prefeitura ou outro sistema parou.
- NF-e — o F7 · Produtos cadastra produto novo sem sair da nota (Fiscal > NF-e > Novo ou Alterar, rodapé) — desde a 7.5.3 a grade de itens não abre mais a linha em branco, e com ela sumiu o jeito de cadastrar produto sem sair da nota. O botão abre o cadastro para incluir, e ao fechar o produto novo já aparece na busca do F12 e na F5. Aparece para quem tem acesso ao cadastro de produtos. Relatado no fórum.
🔧 Corrigido
NF-e, CT-e, MDF-e e NFC-e
- Fiscal > NF-e — a F5 · Busca Avançada volta a acrescentar o item (no bloco ⚠️).
- NF-e importada de outro documento — a nota deixa de baixar de novo o estoque que a venda já baixou (Fiscal > NF-e > F6 · Importar). Com A NF-e emitida baixa o estoque ligada, importar uma venda, uma NFC-e, uma devolução (de venda ou de compra) ou uma O.S. tirava os itens do estoque uma segunda vez — o caso típico é a NFC-e recusada que vira NF-e 55. Orçamento e pedido web continuam baixando ao gravar a nota, e item digitado continua baixando. Quem já gravou nota assim acerta o saldo pelo Acerto de Estoque. Relatado no fórum.
- NF-e digitada — o lote do item passa a baixar o saldo do lote. O lote ia ao XML, mas o saldo dele não baixava, e a escolha automática (validade mais próxima) pegava o mesmo lote de novo. Exclusão, inutilização e cancelamento devolvem o saldo. O cancelamento da nota autorizada deixa de somar estoque do item importado (que nunca baixou), e a etiqueta 25x45 Lote, que saía com a validade em branco, passa a pedir a validade.
- NF-e — o F2 · Novo e o lançamento de item deixam de demorar em cadastro com muitos produtos. A lista que a tela mantém para preencher o item trazia o cadastro inteiro de cada produto, com a foto. Numa base de 12 mil produtos, caiu de 16 a 27 segundos para 0,1 segundo. A nota não muda: o XML saiu idêntico antes e depois.
- CT-e — gravar um CT-e deixa de derrubar outras telas até o sistema ser fechado. Depois de gravar um CT-e, o editor do CT-e não reabria e o cadastro de produto morria em Type mismatch … BCD/FMTBcd, até fechar o sistema. Estava assim desde a 7.5.3.
- CT-e e MDF-e — a consulta que volta autorizada não marca mais DUPLICIDADE. O documento consultado e autorizado ficava como DUPLICIDADE, sem protocolo. E cancelar o CT-e pela lista deixa de voltar a TRANSMITIDO; o Imprimir e o E-mail da lista do CT-e apontam a aba certa.
- Fiscal > MDF-e — o Enter na grade do Percurso grava a UF e abre a linha da seguinte (editor do manifesto, aba Percurso). Só ficava uma UF, e nem ela era gravada; em manifesto novo, confirmar a UF parava em erro de banco. Agora a UF + Enter grava, e se faltar a Transportadora ou o Destino Final a tela diz o que preencher.
- Fiscal > MDF-e > Complementos — a aba Pagamento mostra os componentes e os dados bancários inteiros.
- Fiscal > NFC-e (loja que emite pelo SAT) — cancelar o CF-e SAT desfaz a venda (F2 · Cancelar). O cupom era cancelado no SAT, mas o estoque, o caixa e o contas a receber ficavam de pé. Agora a mercadoria e o financeiro voltam; passados os 30 minutos do SAT, a tela diz o porquê e manda pela devolução. O cancelamento é gravado antes de imprimir o extrato: impressora com defeito vira aviso para reimprimir pelo F5. No cancelamento da NFC-e, a grade e o lote passam a voltar, e item de O.S. não volta mais sem ter saído.
- Fiscal > NF-e — o aviso da Reforma no Regime Normal não diz mais que a Sefaz recusa a nota em produção. A NT 2025.002-RTC (versões 1.51 e 1.52) tirou a data de 03/08/2026: a recusa 1115 vale em homologação desde 01/07/2026 e, em produção, é "implementação futura". O destaque continua obrigatório desde 01/01/2026, e os textos dizem isso. Nada muda na emissão.
NFS-e
- NFS-e Padrão Nacional — a alíquota do ISS vai na forma que o Emissor Nacional exige. Empresa do regime normal deixa de informar a alíquota (o Emissor usa a do município e recusava a informada, E0617), e a do Simples com ISS retido passa a informar (era recusada, E0621). Quando a prefeitura pede a outra forma, o sistema reenvia uma vez sozinho. Empresa de CRT 2 passa a declarar o ISS por fora do Simples.
- NFS-e Padrão Nacional — a nota deixa de voltar recusada pela inscrição municipal (E0120). Em município sem o cadastro complementar do contribuinte no ambiente nacional, o sistema reenvia sozinho sem ela; o contorno de apagar a inscrição do cadastro deixa de ser preciso.
- NFS-e Padrão Nacional — em 14 cidades atendidas pela Fiorilli a nota passa a ir de fato ao Emissor Nacional (Ponta Porã, Ji-Paraná, Senador Canedo e outras). Com o PadraoNacional escolhido, o envio continuava indo para a prefeitura.
- NFS-e — MEI e Simples acima do sublimite deixam de levar o grupo do IBS e da CBS como tributação integral. Com "Gerar os grupos IBS e CBS nas notas" ligado e o serviço sem classificação própria, só o CRT 1 ficava dispensado; a dispensa de 2026 é de todo optante do Simples (LC 214/2025, art. 348). Serviço com classificação própria continua levando o grupo.
- NFS-e — o tributo aproximado do regime normal deixa de sumir em Windows com separador decimal ponto.
- NFS-e — quando a prefeitura não responde, o aviso deixa de dizer "recusada". Era "NFS-e recusada" com um erro técnico em inglês; agora é "NFS-e sem resposta da prefeitura", em português, mandando conferir no portal antes de faturar de novo.
- NFS-e — o Consultar não marca mais "lote rejeitado" quando a consulta apenas caiu (NFS-e Emitidas, F6 · Consultar; cidades de lote assíncrono). A queda deixava a nota rejeitada e liberava faturar de novo um serviço cuja nota podia existir na prefeitura; agora ela continua pendente. Em homologação, o teste só diz TESTE OK quando a prefeitura devolve a simulação (senão, TESTE RECUSADO com o motivo, ou TESTE RECEBIDO), e a nota achada pelo Consultar nunca vira autorizada. O sistema guarda o ambiente em que cada nota foi enviada e recusa consultar com o Ambiente da Config. NFS-e diferente, dizendo qual é qual.
- NFS-e do Simples — a alíquota efetiva gravada na Config. NFS-e vale na nota seguinte. Quem preenchia e faturava em seguida, ou tinha outro computador aberto, via a nota sair com tributo zero até sair e entrar no sistema.
Boletos
- Financeiro > Boleto > Remessa — cancelar não prende mais títulos, e o F5 grava. Cancelar depois de "Incluir títulos" deixava os títulos presos a uma remessa nunca gravada; cancelar o Alterar tirava todos os títulos da remessa, inclusive de remessa com arquivo gerado; cancelar o Novo gerava a remessa da linha selecionada; e o F4 cancelava remessa já processada. O F5 do cadastro da remessa e o da Configuração fechavam a tela sem gravar. Título já preso solta ao ser gravado no Contas a Receber. No Retorno, o botão que dizia "Cancelar" passa a dizer Arquivar.
- Boleto — o Asaas deixa de parar em "Conta não informada" (Financeiro > Boleto > Configuração). Com só a chave de API em Key User, como a tela orienta, o F7 do Contas a Receber e o boleto da fatura da NF-e paravam antes de chegar ao Asaas. Agora a chave basta. Provado no ambiente de testes do Asaas.
- Boleto — C6 pela API V1 na carteira 16 vai com o número do sistema. Com o ACBr atual, o boleto ia ao banco com o Nosso Número zerado; nas carteiras 15 e 21 quem numera continua sendo o banco. Não conferido com o banco de verdade.
- Boleto impresso — leva o nome do sistema da Marca (Central > Marca do sistema), e não mais um nome fixo. O boleto em PDF que vem do banco não muda.
Estoque e produtos
- Estoque > Produtos — o R$ Custo digitado abaixo do R$ Compra deixa de voltar ao valor cheio. O gravar refazia o custo pela compra e pelo % Custos, que não ficava negativo. Agora vale o custo da tela e o % Custos se ajusta (pode ficar negativo, como a entrada de nota já grava). Sai junto o 1 centavo que o custo andava a cada gravar acima de R$ 100 e a perda do custo digitado ao apertar F5 dentro do campo.
- Estoque > Produtos, aba Últimos Preços — vira só consulta, e o histórico deixa de ser corrompido. Apagar uma linha da aba (Ctrl+Delete) zerava o custo e a venda do produto, mesmo saindo sem gravar. O Acerto de custo e venda (Estoque > Movimentação de Mercadorias) gravava o estoque no lugar do preço anterior, e uma falha ao gravar podia apagar o histórico inteiro. Os códigos acima de 32.767 apareciam negativos e o usuário saía cortado. Linhas antigas com o saldo no lugar do preço continuam lá.
- Estoque > Produtos — excluir pela lista leva junto o histórico de preços e os ajustes de estoque. O produto cadastrado depois com o mesmo código herdava o histórico e os ajustes do excluído, no kardex e no Reconstruir Saldo. A recusa diz o que segura o produto (venda, nota, compra, O.S., embalagem, tabela de preço…), em vez de "possui movimentações" para qualquer erro.
- Estoque > Repasse NCM — cada ação grava só o que foi pedido, e só nos produtos marcados. O F9 · Ajustar (PIS/COFINS) gravava em todos os produtos da lista; o F8 · Ajustar Opções gravava a Situação Tributária sempre e o NCM, o CST e o CSOSN digitados com a opção desligada. As teclas F5, F8, F9 e ESC escritas nos botões não funcionavam; o Selecionar Inválidos travava; o Auto NCM Grupo gravava código de serviço (NBS) como NCM. O CEST passa a ser pedido no CSOSN 500 e nos CST com ST, e só com 7 dígitos.
- Estoque > Fabricar Produto — apagar uma fabricação não mexe mais no estoque da vizinha. Apagar relançava o estoque da linha vizinha, e apagar a última gravava kardex do produto 0; quantidade com fração subia arredondada (1,5 virava 2) e 0,5 era recusado; a busca do F6 nunca filtrava (agora é por código ou descrição); o F4 abria uma visualização vazia.
- Estoque — Reconstruir Saldo pela Movimentação mais rápido e sem parar em venda cancelada (Estoque > Manutenção de Saldo). Numa base de 48 mil produtos a prévia levava 6 min 36 s; com os índices que a atualização do banco cria, cerca de 40 s. Item de venda cancelada com quantidade absurda (código de barras digitado na quantidade) fazia a prévia falhar para a base inteira; venda cancelada não movimenta estoque e deixa de entrar na conta.
- Relatório Histórico de Produtos — a compra deixa de ser contada duas vezes (Relatórios > Produtos > Histórico de Produtos). A compra finalizada aparecia como COMPRA e como ACERTO ESTOQUE - ENTRADA, e o saldo do relatório ficava maior que o do cadastro; as devoluções dobravam igual. O saldo do cadastro sempre esteve certo. Relatado no fórum.
- Promoções — produto retirado deixa de vender pelo preço promocional. Desmarcar o produto, excluir ou desativar a promoção deixava o preço e as datas no produto até o fim da vigência. Produto que está em outra promoção ativa passa a valer por ela. O filtro da lista volta a achar, e a mensagem final deixa de sair com "%d".
- Lista grande aberta deixa de travar gravação. Com uma lista de mais de 350 linhas aberta (Compras, Contas a Receber e a Pagar, Pessoas…), cancelar compra recusava com "Já existe transação ativa", o F2 da Central de Configurações e o excluir computador também recusavam, e o Zerar Negativos dizia "Pronto" sem gravar para os outros terminais, prendendo o estoque deles. Vale também para a busca de clientes da O.S. e a lista de vendas da Devolução Rápida.
- Fiscal > IBPT — importar a tabela não apaga mais a anterior quando a gravação falha, e confirmar com a leitura do arquivo em andamento não grava mais a tabela pela metade (os botões ficam desligados até ler o arquivo inteiro). O aviso de Tabela IBPT vencida deixa de depender do formato de data do Windows de quem importou.
- Tabela de preço — ligar, trocar ou tirar a tabela no cadastro do cliente vale na venda seguinte dele (Pessoas > Contatos, F3 · Alterar). No mesmo computador, o caixa, a venda, o orçamento e a NF-e seguiam com o preço antigo até consultar outro cliente ou reabrir o sistema. Em outro computador com o mesmo cliente na venda, continua valendo depois de consultar outro cliente ou reabrir.
- Cadastro de Produtos — o aviso da consulta Cosmos não promete mais que a cota volta. O plano gratuito da Cosmos (Bluesoft) foi encerrado em 01/10/2026; o aviso manda conferir o plano no site deles, e a dica do token na Central deixa de dizer que a conta é grátis.
Financeiro e caixa
- Financeiro — forma com destino "Depósito em conta" deixa de entrar duas vezes no Livro Caixa (Financeiro > Cadastros > Forma de Pagamentos). A venda já lança o depósito na conta escolhida; o fechamento do caixa lançava de novo. Agora só a venda lança, com o valor pago naquela forma (antes, o total da venda) e a descrição da forma no histórico. O cadastro deixa de exigir a Conta de destino para esse destino.
- Fechamento da venda — a forma CRÉDITO CLIENTE volta a aparecer (caixa e O.S.). Desde a 7.5.0 ela ficava fora: nasce com No fechamento da venda desmarcado, e o fechamento dizia "use a forma CRÉDITO CLIENTE" sem ela estar na lista. A atualização do banco marca a caixa nessa forma, uma vez só; loja que a tinha desmarcado de propósito desmarca de novo.
- Devolução — o "Cadastrar e Usar" do Identificar Cliente passa a gravar (Vendas > Devolução de Venda > F8 | Identificar, e a Devolução Rápida do caixa). O cadastro expresso nunca gravou (erro de banco, e Data too large com nome longo ou telefone com máscara). Agora o cliente sai igual ao Novo da tela de Pessoas só com nome, CPF e telefone; CPF que já existe usa o cadastro existente.
- Contas a Receber — o recibo impresso na baixa deixa de sair com uma parcela de outra conta. Só o papel saía errado: a baixa, o caixa e o saldo sempre ficaram certos. Relatado no fórum.
- Relatório de Contas a Receber — o papel volta a obedecer o período, as datas e a situação (Relatórios > Financeiro). Com o Contas a Receber aberto em outra aba, o relatório saía com todas as parcelas da lista daquela aba. Vale também para o Contas a Receber por pessoa e o carnê em bobina. Relatado no fórum.
- Contas a Receber — a cobrança por WhatsApp (F10 · Cobrança) usa a mensagem configurada e diz o que foi para a fila (cartão VENCIDAS). A Mensagem de cobrança da Central nunca chegava ao cliente, as parcelas iam emendadas com um "\n" escrito, texto longo era cortado e a tela dizia "Contas enviadas" sem enviar. Agora cada parcela vem numa linha, texto longo vira mais de uma mensagem, e o fim diz quantos clientes foram para a fila, quais ficaram sem número e se o LojaZap está fechado.
- Relatório Resumo Caixa (reimpressão pelo Retaguarda) — os modelos A4 padrão, meia folha e Bobina detalhado voltam a trazer o resumo. Saíam sem as linhas e sem os totais.
- Comprovante de venda em 80 mm — o SubTotal soma quantidade vezes preço. Somava o preço de uma unidade de cada item (dois de 1,50 mais um de 3,99 saía 5,49 com o Total 6,99). A correção vem no executável, sem trocar o relatório da pasta
Relatorio. Relatado por joaocarlos.ti. - TEF — o Cancelar da janela em que o TEF pede um dado aparece em português (saía "Cancel").
Ordem de Serviço, cadastros e sistema
- Ordem de Serviço — o F3 · Finalizar OS numa O.S. já faturada não apaga mais a data de conclusão. Regravava a data e a hora de término com o momento do clique e só depois recusava. Agora avisa "O.S. já faturada: não há o que finalizar" e não grava nada.
- O.S. e Pessoas — as listas de escolha voltam nas colunas da grade. A resposta do checklist da O.S. (SIM, NÃO, N/A) e a cor e o modelo preferidos do cadastro de Pessoas tinham de ser digitados.
- Busca de CNPJ (F2) — a tela diz por que não trouxe os dados (Dados da Empresa, Pessoas, Transportadora, Destinatário, Remetente e Tomador). Saía Value 'razao_social' not found; agora cada caso tem a sua frase: CNPJ ainda não está na base pública (empresa aberta há pouco: preencha à mão), número inválido, consultas demais, serviço fora do ar ou sem internet. O que já estava digitado fica.
- Cadastro de Pessoas — a busca de CNPJ diz por que a Inscrição Estadual não veio, e marca Contribuinte quando ela vem. A consulta da IE na Sefaz usa o certificado da empresa e falhava calada. Com IE habilitada, o Tipo de Contribuinte passa a CONTRIBUINTE (antes ficava em NÃO CONTRIBUINTE e o gravar recusava).
- Importação de XML (compra, NF-e e NFC-e) — a cidade da pessoa cadastrada sai em maiúsculas com o acento. Saía "SãO PAULO"; na importação de XML de venda, o bairro também. Contribuição do Victor.
- Busca de produto na web — pesquisa só o que foi digitado. Toda pesquisa (Google Shopping, Mercado Livre e os outros) saía com um texto fixo na frente, e o campo vazio abria o navegador.
- Foto pela câmera (cadastro de Pessoas) — avisa quando a câmera não liga, em vez de ficar com a tela preta e sem botão.
- Atualização automática — confere sempre o pacote baixado, diz o que não voltou quando a troca falha, e o atalho mostra o ícone novo. Contribuição do Victor.
- Licença pelo controle de licenças antigo — a liberação feita no servidor passa a valer ao abrir o sistema, mesmo com a licença já vencida ou bloqueada. O sistema recusava antes de perguntar ao servidor; agora consulta antes (até 5 segundos sem internet) e abre se a liberação já estiver lá. Quem usa o painel de licenças novo não é afetado. Relatado no fórum.
- Marca — o rodapé do DANFE e o título da tela principal deixam de sair com a barra solta (Central > Sistema > Marca do sistema). Com o Nome da empresa do suporte em branco, o rodapé do DANFE, do cupom da NFC-e e do DACTE saía " | telefone"; o título saía "Nome | | Razão" e crescia a cada abertura da tela das etiquetas. Quem tem o Nome do sistema e a empresa do suporte preenchidos passa a ver, no DANFE em PDF enviado por e-mail, a empresa do suporte com o telefone, como o DANFE impresso já trazia.
- Fiscal > Tabelas Fiscais > Tabela ICMS — alterar uma alíquota deixa de parar em erro (conversion error from string "SC"). A atualização do banco desliga o gatilho antigo que causava isso.
- Atualização do banco — sai a tributação de exemplo por NCM e a lista de estados repetida. O banco modelo trazia 9 regras de exemplo em Tributação por NCM, repetidas centenas de vezes, e empresa de SC que cadastrasse produto num desses NCMs recebia o CFOP e o CST do exemplo. As cópias e as regras de exemplo saem e o DF entra. Regra criada ou alterada pela loja não é tocada.
- Configurações > Comandos > Atualiza Tabelas e Campos — o fim diz o que aconteceu. Com atualização pendente, sai "Atualização incompleta" com a quantidade e o caminho do Estado do Banco (Migrações), no lugar de "Comandos executados com sucesso!"; e a janela de erro sai com os acentos.
- Central de Configurações — a dica de "Somar impostos e despesas ao custo" diz o que acontece com ela desmarcada: a compra não altera o custo do produto.
- Configurações > Controle de Permissões — as caixas de marcar todos deixam de cair em cima da primeira linha.
- Configurações > Backup — o F10 passa a fazer o backup (fechava a tela sem gerar o arquivo).
- Autorização do supervisor — sem nenhum supervisor ativo cadastrado, a janela abre e diz isso.
- Emissão de CT-e, Emissão de MDF-e, Dados da Empresa e Tipos de O.S. — a janela cabe no monitor de 1366 × 768 (a barra de botões ficava atrás da barra de tarefas).
🧾 Fiscal
- Caixa — NFC-e: quando a Sefaz não responde ao envio, a venda sai em contingência com número novo (F4 · NFC-e no fechamento da venda). Antes a nota saía impressa sem protocolo e ficava sendo reenviada, até a Sefaz recusar (704) e ela só sair pelo F5 da tela Fiscal > NFC-e. Agora a venda é concluída com uma NFC-e em contingência de verdade (cupom "EMITIDA EM CONTINGÊNCIA"), em número novo, que a fila do Retaguarda transmite sozinha; o número da tentativa sem resposta é inutilizado se a Sefaz não o recebeu, ou cancelado por substituição se ela o autorizou sem a resposta chegar (no bloco ⚠️).
- NF-e — a recusa da Sefaz vem com a explicação do código, e o texto da Sefaz embaixo. Quase toda recusa saía "A SEFAZ recusou a nota / Confira o cadastro do cliente". Agora a explicação vem pelo código da recusa, com o texto da Sefaz junto; 732, 733 e 696 ganharam explicação própria, a 731 deixou de dizer "operação interna", e 31 títulos de recusas da Reforma voltam inteiros.
- NF-e — ICMS desonerado passa a ser declarado no XML, com a opção de deduzir ou não do total (regime normal; Estoque > Produtos, aba tributária: Cód. Benefício, motivo da desoneração e a caixa nova Deduz). O item com CST de desoneração (20, 30, 40, 41, 50, 70, 90), Cód. Benefício e motivo sai com o valor, o motivo e o indicador de dedução, e o total da nota fecha com os itens. Deduz marcada abate o desonerado do total (Zona Franca, venda a órgão público); desmarcada (padrão), só declara. No cupom do caixa o desonerado nunca é abatido, e deixa de ser somado no total quando o item não pode declará-lo (Simples e CST sem o grupo), que era motivo de recusa.
- NFS-e — cidades que recebem a nota inteira (SIL Tecnologia, Citta, Digifred): a recusa E1530 some — a correção que o texto da 7.5.4 prometeu. O grupo do IBS e da CBS saía zerado; agora vai com a base (serviços menos o ISS da própria nota), as alíquotas da empresa, a redução do cClassTrib de alíquota reduzida, o IBS, a CBS e o total. Vale também para o Simples com Gerar os grupos IBS e CBS nas notas ligado. A primeira nota em produção numa dessas cidades é a prova: nos conte.
- Fiscal > SPED Fiscal — a data do inventário passa a propor o fim do período. O campo nascia com 21/04/2024, e quem marcava o inventário sem trocá-la gerava o bloco H com o H005 zerado. Marcado o inventário, vale a data digitada.
💬 LojaZap 1.2.7
- O orçamento, o DANFE e os outros arquivos voltam a chegar pelo WhatsApp. O WhatsApp Web mudou o preparo de arquivos, e o anexo deixou de sair: o texto da mensagem chegava, o arquivo não, e a janela do LojaZap dizia que o número não existe no WhatsApp. O LojaZap 1.2.7 traz o componente do WhatsApp Web atualizado, e o arquivo volta a ser entregue. Quando o texto chega e o arquivo é recusado, a janela passa a dizer isso, e que o número está certo.
📥 Rode o InstaladorLojaZap.exe 1.2.7, que acompanha o anúncio desta versão, por cima do que já está instalado, no computador em que o LojaZap roda. Mantém o pareamento e leva segundos. Funciona com o ERP desta versão e com os anteriores.
Confere em: botão direito no LojaZap.exe > Propriedades > Detalhes > 1.2.7.0
🔗 Compatibilidade
- Quem publica o próprio
versao.json— a atualização automática passa a recusar o manifesto sem o tamanho e o sha256 do pacote. O publicado pelo LojaDev e o gerado pelo LojaDev Studio já trazem os dois.
📥 Como atualizar
O auto-update traz esta versão para quem só usa o executável. Abra o Retaguarda uma vez depois de atualizar: ele aplica as atualizações do banco, e o PDV.exe só abre depois disso.
Quem compila o fonte: a versão exigida do LojaDev Theme continua a 1.3.7 (o 1.3.9, se instalado, só põe o "R$" na coluna Sub Total da Lista de Pré-Vendas). Atualizar o ACBr é recomendado: a revisão nova é a que devolve o link da nota da SigCorp (Marília) e numera o boleto do C6 na carteira 16; com o ACBr da 7.5.4 o projeto compila. O Pré-Venda passou a ter a unit Service/uRelPreVenda.pas, e saíram units sem uso (entre elas uLCP, uPedido, uCadPedido, uFichaPedido, uHistorico_Usuario, uVendaCheque, uVendaCartao, uMFE_POS, uParProdutoFiscal, uTradutor, uaguarde, ufrmMENSAGEMespera, uConexaoBD e as telas-base dos boletos): personalização que as cite deixa de compilar.
Quem gera pacote para os clientes passa a usar o LojaDev Studio 1.1.0, que acompanha o anúncio desta versão.
Quem usa o LojaZap roda o InstaladorLojaZap.exe 1.2.7 (no bloco 💬, acima): o auto-update do sistema não troca o LojaZap.
Depois de atualizar, confira o que está no bloco ⚠️ acima: o Emissor Nacional das empresas do Simples antes de 01/11, a Config. NFS-e de Marília e das cidades da SigCorp, as NF-e abertas lançadas pela F5 e a impressora do cupom do Pré-Venda.
Precisa de teste em campo: as janelas do TEF e do SuperTEF numa venda com cartão de verdade (a conversão foi provada só no desenho); o Pré-Venda impresso numa A4 e numa térmica de verdade; o SAT de verdade no cancelamento do CF-e; a NFS-e no Emissor Nacional de verdade e em Marília; a contingência do CT-e pela SVC-RS e o CT-e off-line, que a homologação ainda recusa; a NF-e pela SVC-RS e o cancelamento da NF-e autorizada pela SVC-AN (no dia do fechamento a homologação dela respondia "Erro não catalogado"); o registro do C6 na carteira 16; a cobrança por WhatsApp entregue no aparelho; a câmera do cadastro de Pessoas.
Compilar segue exigindo o componente do LojaZap e o LojaDev Theme 1.3.7.
Ver as 44 issues que fecharam nesta versão
Ver as 50 alterações, agrupadas por área
NF-e 556
Boleto4
Atualização automática3
TEF / PayGo3
Licença2
Ordem de Serviço2
PIX2
Outros assuntos28
E mais 232 alterações neste ciclo, não listadas aqui.
7.5.4Firebird 5 e Migrador
8 assuntos · 22 alterações · publicada em 06/10novo para vocêEm uma linha: o sistema passa a rodar no Firebird 5 e chega o Migrador FB5, um programa só que copia, converte e confere o banco antes de trocar o Firebird do cliente; o boleto pela API ganha a 2ª via, o registro no C6 e no Cora e a baixa que faltava no Inter com PIX, no C6, no Cora e no BTG; a importação do XML de compra acerta o custo, a unidade e o ICMS-ST retido; e o cupom da NFC-e passa a levar o ICMS-ST retido do produto. Quem compila precisa do LojaDev Theme 1.3.7.
Ver o que mudou na 7.5.4
⚠️ Leia antes de usar
O Firebird 5 é opcional, e quem for migrar atualiza o sistema antes. Nenhuma loja precisa trocar de Firebird para usar esta versão: o sistema continua rodando no Firebird 3 como sempre, e passa a rodar também no 5. Para migrar um cliente, nesta ordem: (1) atualize o sistema em todos os computadores dele; (2) rode o Ensaiar do Migrador FB5, que converte e confere uma cópia do banco sem alterar nada, com a loja trabalhando — é assim que se sabe antes se o banco daquele cliente converte e quanto tempo leva; (3) feche o sistema na rede inteira e migre o servidor; (4) rode o programa em cada terminal; (5) depois de alguns dias de uso sem problema, o Limpar sobras... apaga o que ficou guardado para voltar atrás. Nenhum cliente de verdade foi migrado ainda. O que provamos: quatro migrações completas na nossa máquina (Windows 11, do Firebird 3.0.13 para o 5.0.4), quatro bases convertidas, de 94 MB a 2,5 GB, e o sistema inteiro testado em cima do Firebird 5, com NF-e e NFC-e autorizadas em homologação. Uma das três bases reais que convertemos só passou depois de descartado um registro inteiramente vazio numa tabela: o Ensaiar acusa isso, mostra onde está e deixa pronto o comando que descarta o registro. Comece por um cliente pequeno. O passo a passo e o caminho de volta estão no LEIAME.txt da pasta MigradorFB5.
Quem compila o fonte precisa do LojaDev Theme 1.3.7. Rode o InstaladorLojaDevTheme.exe novo, que acompanha o anúncio desta versão, com o Delphi fechado, antes de abrir o projeto. Com um tema mais antigo a compilação para logo na primeira linha, dizendo qual tema instalar. É o tema novo que traz duas correções desta versão: a lista da busca de produto do Orçamento e da O.S. e a busca pelo nome nas listas suspensas. Quem só recebe o executável pelo auto-update não faz nada.
Importar XML de compra — o ICMS-ST retido da nota passa a ir para o produto certo, por unidade; confira os produtos de CST 60 e CSOSN 500. (tela Importar XML — Compras > Notas recebidas da SEFAZ > Gerar, e Compras > Compras > F2 · Nova Entrada > Arquivo XML) O cadastro do produto guarda o ICMS-ST retido em etapa anterior por unidade (alíquota, ICMS do substituto, base e valor retidos), e a venda do CST 60 / CSOSN 500 leva esses valores à nota. A importação gravava isso já na leitura do XML, procurando o produto pelo código de barras do item: nota com item SEM GTIN regravava os quatro campos de todo produto sem código de barras da loja; produto comprado em caixa ficava com o retido da caixa inteira no lugar do da unidade; e o produto que a nota cadastrava não recebia nada. Agora o retido entra no Finalizar, no produto vinculado a cada item, dividido pelas unidades que entraram no estoque. Produto que já ficou com valor errado não é corrigido sozinho: acerta na próxima compra dele pelo XML ou no cadastro (Estoque > Produtos, Tributação > ICMS e enquadramento). Vale conferir os produtos de CST 60 / CSOSN 500 comprados em caixa e os sem código de barras — nesta versão o cupom da NFC-e passa a levar esses valores, então o cadastro errado passa a sair no XML do cupom.
Lote XML NFC-e — as notas importadas antes desta versão estão sem os itens: importe os mesmos arquivos de novo. (Fiscal > Importar XML > Lote XML NFC-e) A nota entrava só com o cabeçalho (número, chave, total), sem um item, e a tela terminava com NFC-e Importado com sucesso!; o motivo, um erro na consulta de produtos da tela, ia para a aba Erros. Pelo histórico do fonte está assim desde a 7.0.8. Os itens voltam a ser gravados, e o produto que não existe é cadastrado. Importar de novo os mesmos arquivos refaz os itens: a nota é achada pela chave e não duplica.
NFS-e — o cliente sem Endereço, Número, Bairro ou CEP passa a ser avisado antes de o RPS ser numerado. (OS > Ordem de Serviço > F9 · Faturar) Vale para todo município de leiaute nacional: o Emissor Nacional, Goiânia e as demais do ISSNet novo, e as cidades da SIL Tecnologia, da Citta e da Digifred. Faltando algum dos quatro, o sistema diz qual e onde preencher (Pessoas > Contatos), em vez de enviar e receber a recusa com o RPS já numerado. Cliente sem número no imóvel se cadastra com S/N no campo Número.
Boleto pela API — o F7 num título que já tem boleto passa a perguntar: 2ª via ou boleto novo. (Financeiro > Contas a Receber > F7 · Boleto, e o botão Boleto das parcelas da venda a prazo) Pedir de novo o boleto de um título já registrado mandava outro registro ao banco, calado: no banco que dá o número do boleto (Asaas, Inter, Cora, C6) nascia outra cobrança, com a anterior ainda valendo; nos outros o banco recusava o duplicado, o boleto não imprimia e o título perdia a marca de registrado — cancelar a venda depois não baixava mais a cobrança. A 2ª via entrega o mesmo boleto, sem registrar nada no banco; o Boleto novo pede ao banco a baixa do anterior e registra outro. Se o banco não confirmar a baixa, a tela mostra a resposta dele e pergunta de novo: o Emitir mesmo assim registra outro boleto, e o anterior fica como SUBSTITUIDO em Financeiro > Boleto > Boletos Emitidos — se ele ainda valer no banco, o cliente fica com duas cobranças: confira no painel do banco. Por remessa (CNAB) nada muda: o F7 só imprime, como sempre.
Boleto pela API no Inter, no C6 e no Cora — confira a configuração e o primeiro boleto depois de atualizar. (Financeiro > Boleto > Configuração) Inter: o boleto passa a ser conferido com o que o banco devolve antes de imprimir, e o Inter não pede o código do cedente para registrar — ele pode estar em branco ou errado na configuração sem ninguém ter notado. Se estiver, o boleto não sai e a tela diz o valor certo. C6: a carteira é a 15; com o campo Versão da API vazio o componente de boletos só aceita ela, e com V2 também a 21 (o ambiente de testes do banco) e a 16, em que o número do boleto continua sendo o do sistema. Cora: só registra pela API — a configuração por CNAB deixa de ser aceita, porque o componente não tem remessa nem retorno desse banco e ela só quebrava na primeira remessa. Nada disto foi conferido com o banco de verdade: não temos ambiente de teste do Inter, do C6, do Cora nem do BTG. Quem emite por um deles confere o primeiro boleto e nos conta.
Reconstruir Saldo — quando a prévia não consegue ser calculada, a rotina não roda. (Estoque > Manutenção de Saldo > Reconstruir Saldo pela Movimentação, e Estoque > Estoque Fiscal > Reconstruir Saldo Fiscal pela Movimentação) Essa rotina troca o saldo de todos os produtos pela soma dos movimentos, e por isso mostra antes quantos produtos mudam. Quando a consulta dessa prévia falhava (a conexão com o banco que cai no meio, uma quantidade absurda num movimento antigo), a tela dizia Não foi possível calcular a prévia e perguntava Confirma? mesmo assim, com o Sim já em foco: um Enter regravava o estoque inteiro sem ninguém ter visto o que ia mudar. Agora a tela avisa o motivo, diz que nada foi alterado e para ali. A prévia do estoque da loja também ganhou a ampulheta enquanto calcula — em base grande ela leva minutos. Relatado no fórum.
Controlar Estoque Fiscal — o produto passa a ser conferido na venda a partir do primeiro ajuste fiscal nele. O estoque fiscal do produto nasce em branco no cadastro, e produto em branco continua fora da conferência da NFC-e. Nesta versão o Lançar Ajuste de Estoque Fiscal passa a valer nesse produto (em Corrigido, abaixo): a partir do primeiro ajuste ele tem número, e a venda passa a ser conferida contra esse número.
🆕 Novo
- O sistema roda no Firebird 5 — Retaguarda, PDV e Pré-Venda passam a funcionar com o servidor Firebird 5, além do 3, sem mudar configuração nenhuma: ao conectar, o próprio sistema pede ao servidor os tipos de dado do Firebird 3. Sem isso, num Firebird 5 instalado à mão as telas de totalizador (fechamento de caixa, somas do PDV, saldos) paravam em Type mismatch for field. Vale com o
fbclient.dlldo 3 ou do 5. A linhaDataTypeCompatibility = 3.0dofirebird.confcontinua recomendada, por causa de executável antigo e de outros programas que leiam o mesmo banco — o Migrador já a grava. - Migrador FB5 (programa à parte, sem a nossa marca: é para rodar no cliente; os fontes estão na pasta
MigradorFB5) — troca o Firebird da máquina pelo 5.0.4 de 32 bits, que viaja dentro do próprio programa: não baixa nada. No servidor, analisa a máquina, tira a cópia e converte o banco antes de desinstalar — se o banco não converter, religa o Firebird antigo e nada muda —, confere tabela por tabela, instala o Firebird 5 já configurado, põe o banco convertido no lugar (o anterior fica guardado com_ANTES_FB5_no nome), testa a conexão e troca ofbclient.dlldas pastas do sistema e o instalador reserva da pastaUtils. No terminal, troca o Firebird instalado (ou só desinstala, ou não mexe, à escolha na tela), ofbclient.dlle o instalador reserva. Ensaiar converte e confere uma cópia do banco sem alterar nada. Limpar sobras... apaga o que a migração deixa na máquina: os arquivos de instalação extraídos e a cópia usada na conversão, na hora; o banco de antes e os arquivos guardados para voltar atrás, só por escolha e com confirmação. - Boleto pela API — 2ª via e boleto novo no título que já tem boleto (Financeiro > Contas a Receber > F7 · Boleto, e o botão Boleto das parcelas da venda a prazo) — a tela pergunta o que fazer, em vez de mandar outro registro ao banco. Na 2ª via, o Asaas e o Cora abrem o PDF do banco (o guardado, ou baixado de novo); nos outros bancos sai a impressão do sistema, conferida com a linha digitável que o banco devolveu no registro — se não for o mesmo boleto, não sai e a tela diz por quê. Título que mudou de valor ou de vencimento depois do registro não tem 2ª via: a tela manda o Boleto novo, que pede a baixa do anterior e registra outro, com número novo.
🔧 Corrigido
Boleto pela API
- Inter com boleto PIX, C6, Cora e BTG — a baixa passa a alcançar a cobrança (tudo o que apaga ou cancela o que tem boleto registrado: cancelar a venda ou a NF-e, refazer as parcelas, excluir a nota aberta ou o título, cancelar a O.S. e a devolução que abate parcela) — é a correção prometida no texto da 7.5.3. Nesses bancos a cobrança não é achada pelo Nosso Número, e sim pelo identificador que o banco devolve no registro; o sistema guardava esse identificador e não o mandava de volta, então toda baixa falhava antes de sair e a operação ficava presa. Agora o identificador de cada banco vai no pedido de baixa. No Inter vale também para o boleto registrado antes desta versão: o identificador é lido do retorno do banco guardado em Financeiro > Boleto > Boletos Emitidos. No C6 pela API V2 e no BTG o registro guardava outro identificador, que não é o da baixa; passou a guardar o certo.
- Boleto sem o identificador da cobrança — a tela diz o que falta. Quando o registro não deixou o identificador (boleto antigo sem o retorno guardado), o sistema não chama mais o banco para levar uma recusa que não explica nada: avisa que o registro daquele boleto não guardou o identificador da cobrança e manda baixar pelo painel do banco. A operação continua sem acontecer, como em toda baixa não confirmada.
- Boleto da fatura da NF-e (botão Boletos) — o retorno do banco fica guardado em todo banco de API. Só o do Asaas ficava; nos outros, a baixa da fatura não tinha de onde tirar o identificador. O boleto de fatura registrado antes desta versão no Inter com PIX, no C6, no Cora e no BTG não tem esse retorno: a baixa dele é pelo painel do banco, e a tela avisa. O do título (F7 do Contas a Receber) não tem essa limitação.
- C6 e Cora — o registro do boleto passa a sair do sistema (o F7 · Boleto do Contas a Receber, as parcelas da venda a prazo, o botão Boletos da NF-e e o boleto novo da devolução que abate parcela). Nesses dois bancos quem dá o número do boleto é o banco, e o sistema mandava o número dele: o componente de boletos recusava antes de chamar o banco (Campo NossoNumero é inválido…). Agora o boleto vai sem número, com o número do documento do sistema como referência da cobrança, e o número e a linha digitável que o banco devolve ficam em Financeiro > Boleto > Boletos Emitidos.
- Cora — o boleto é o PDF do próprio banco, como no Asaas: o sistema baixa o PDF que o Cora devolve no registro, abre para imprimir e o anexa ao e-mail.
- Inter e C6 — o boleto só sai conferido com o banco. O boleto do Inter saía da impressão do sistema com o número do sistema no código de barras e na linha digitável, e não com o Nosso Número que o Inter dá no registro (o QR do PIX estava certo). Agora o boleto assume o número do banco, e no Inter e no C6 ele só é impresso, gerado em PDF ou anexado ao e-mail se o código de barras bater com o que o banco devolveu; se não bater, não sai, e a tela diz qual campo de Financeiro > Boleto > Configuração está diferente e o valor que o banco usa — é só acertar e pedir o boleto de novo, que o registro não é refeito. Se o banco registrar e não devolver o código de barras, a tela manda abrir o boleto pelo painel do banco. Na NF-e, o Imprimir Boleto (botão direito na parcela) do boleto do C6 abre o PDF guardado.
- NF-e — o botão Boletos não registra de novo a parcela que já tem boleto. A parcela cujo registro saiu e o PDF não (o banco registrou, e o download ou a conferência falhou) ganhava outra cobrança no clique seguinte. Agora o botão retoma o boleto que já existe e só gera o PDF. Boleto novo da parcela continua pelo caminho de sempre: apagar a parcela ou gerar as parcelas de novo, que baixam o anterior.
Compras (tela Importar XML — Compras > Notas recebidas da SEFAZ > Gerar)
- Importar XML — o fator digitado na coluna Unid. vale no custo e no preço do item mesmo sem sair da coluna. Ao informar quantas unidades vêm na embalagem num item já vinculado a um produto do cadastro e clicar Finalizar direto, ou trocar de linha pela seta, a quantidade entrava certa (30 caixas de 12 viravam 360 unidades), mas o custo e o preço de venda continuavam os da caixa; no Lançamento de Compras o F3 levava esse custo ao produto — e o preço, com a atualização do preço de venda ligada. Agora o Finalizar refaz o custo e o preço de toda linha cujo fator mudou, como já acontecia para quem saía da coluna com Tab ou Enter. O preço de venda digitado depois do fator continua valendo. O que já entrou assim não é refeito: no Lançamento de Compras, é o item com a quantidade multiplicada e o custo não.
- Importar XML — o item que vem em pacote (PAC, PCT) deixa de ter a unidade cortada, e o Finalizar avisa quando ele entra como embalagem fechada. A unidade da nota era guardada com as 2 primeiras letras: PAC virava PA e PCT virava PC, que é peça. O item em pacote sem a quantidade de unidades informada entrava no estoque como 1 unidade com o preço do pacote, sem a marca amarela na grade e sem aparecer no aviso Itens entrando como caixa do Finalizar; e o produto novo nascia com a unidade PA. Agora PAC, PCT, KIT e ENG ficam inteiros: a linha ganha a marca, o Finalizar avisa antes de lançar e o produto novo nasce com a unidade certa. Quem já tem produto com a unidade PA acerta no cadastro.
- Importar XML — reimportar a nota de uma compra cancelada cria uma compra nova (também em Compras > Compras > F2 · Nova Entrada > Arquivo XML). Quem cancelava uma compra (F4 · Cancelar) e importava a mesma nota de novo ficava com o estoque dos itens faltando a quantidade inteira da nota: a importação reaproveitava a compra cancelada, e o estoque que o cancelamento já tinha tirado era tirado outra vez. Agora a nota reimportada vira uma compra nova, o estoque fecha certo e a cancelada continua no cartão CANCELADA, como histórico.
- Importar XML — o item cujo vínculo apontava um produto excluído deixa de pedir o vínculo a cada nota. O Finalizar passa a guardar o vínculo novo, e a nota seguinte do fornecedor já traz o item vinculado, com a unidade e a quantidade por embalagem confirmadas.
Importação de XML em lote (Fiscal > Importar XML)
- Lote XML (as três telas) — o produto de nome com acento deixa de ser cadastrado de novo a cada nota (Lote XML NFC-e, Lote XML NF-e (Venda) e Lote XML NF-e (Compra)). O lote cadastra o produto sem o acento das vogais (PÃO FRANCÊS vira PAO FRANCES) e procurava pelo nome com acento: a nota seguinte não achava o produto da anterior e criava outro. Agora acha, com e sem código de barras, e entre as três telas.
- Lote XML NFC-e — a nota sem CPF deixa de entrar com o cliente da nota anterior. Agora entra no cliente padrão (o consumidor final), como a venda do caixa; sem cliente padrão configurado, o arquivo vai para a aba Erros dizendo onde configurar. No Lote XML NF-e (Venda), a nota de destinatário do exterior também deixa de herdar o cliente anterior.
- Lote XML NF-e (Venda) — o item guarda o preço unitário e o total. O preço unitário era gravado com o total do item, e o total ficava vazio (só afeta o histórico importado: relatório e conferência por item). Quem já importou refaz os itens importando de novo os mesmos arquivos.
- Lote XML — o fim da importação conta (NFC-e e NF-e de venda). Em vez de Importado com sucesso! para qualquer resultado, a tela diz quantas notas entraram, quantos arquivos falharam e quantos eram de outro modelo; o motivo de cada falha fica na aba Erros e no log do dia (
ImportacaoXML.log). Arquivo que não é nota diz isso em português, nas três telas, no lugar de List index out of bounds. E o campo Caminho aceita o endereço da pasta colado: sair do campo monta a lista.
Estoque
- Lançar Ajuste de Estoque Fiscal — o ajuste passa a valer no produto que nunca teve saldo fiscal (Estoque > Estoque Fiscal > Lançar Ajuste de Estoque Fiscal). Nesse produto o ajuste era gravado na lista sem mudar o saldo: a entrada não aparecia no Estoque Atual, a saída seguinte era recusada com Quantidade de saída não pode ser maior que estoque atual! e o Informar SALDO CONTADO prometia um saldo que não ficava. Agora o ajuste vale, e o aviso da saída diz que é o estoque fiscal e quanto ele tem. Relatado no fórum.
- Lançar Ajuste de Estoque (comum e fiscal) — a tela confere contra o saldo do momento. Depois de gravar um ajuste, o seguinte do mesmo produto, sem sair da tela, mostrava e conferia o saldo de antes: saída recusada com saldo, saída aceita sem saldo e o saldo contado lançando a diferença errada. O mesmo acontecia com venda feita em outro terminal com a tela aberta. Agora o Estoque Atual é relido quando o produto é escolhido, e a saída e o saldo contado conferem contra o saldo do banco na hora do Gravar.
NF-e, orçamento e telas
- NF-e para cliente de outro estado, com o CFOP de cada item vindo do cadastro do produto — a natureza da operação deixa de sumir a cada item (Central de Configurações > Documentos fiscais > NF-e > Emissão, com "CFOP de cada item pelo cadastro do produto" marcada). A natureza da nota passa a ser o CFOP mais usado nos itens; quando esse CFOP está inativo em Fiscal > Tabelas Fiscais > CFOP (o 6404, que o sistema sugere ao produto de substituição tributária, vem inativo), o campo voltava para selecione e o item seguinte era recusado com CFOP não encontrado! Entre em contato com o suporte!. Agora o CFOP que existe na tabela serve de natureza mesmo inativo, só na nota que o usa; e o aviso de quando falta a natureza diz o que fazer, ou qual CFOP da nota não existe na tabela. Quem já contornou ativando o CFOP não precisa desfazer nada. Relatado no fórum.
- Lançamento de Orçamento e O.S. — a lista da busca de produto volta a mostrar o código, o estoque e o preço com "Buscar por qualquer parte do texto" desmarcada (Central de Configurações > Sistema, aba Aparência e avisos, quadro Busca). Desde a 7.5.2, com a opção desmarcada, a lista mostrava só a descrição do produto. A correção está no LojaDev Theme 1.3.7. Relatado no fórum.
- Listas suspensas — digitar com a lista aberta passa a procurar o item pelo nome (a Marca e o Grupo do Cadastro de Produtos, e as demais listas do mesmo tipo). Desde a 7.4.9 a primeira letra escolhia o primeiro item com aquela letra e fechava a lista, trocando a marca ou o grupo do produto sem ninguém ter escolhido. Agora as letras digitadas vão marcando o primeiro item que começa com elas, com ou sem acento; o Enter ou o clique escolhem, e o Esc fecha sem escolher. Quem usava a letra como atalho numa lista curta agora vê o item marcado e confirma com Enter. A correção está no LojaDev Theme 1.3.7. Relatado no fórum.
- PDV.exe e Pré-Venda — a logo do caixa, a da tela de login e a foto do produto deixam de sair serrilhadas. Imagem .png ou .jpg maior que o quadro é reduzida para caber, e nesses dois executáveis a redução saía sem suavização, enquanto a mesma tela aberta pelo Retaguarda saía lisa. Não muda arquivo nem configuração; quem já tinha salvo a logo no tamanho exato não precisa refazer. Relatado no fórum.
Sistema
- Banco muito antigo — o próprio sistema completa o banco ao abrir o Retaguarda. O banco que nunca recebeu os dois roteiros manuais de atualização (o Script modificação V7 Completo e o fim do Anterior a 6.5.2, da pasta
Comandos SQLs) falhava na atualização do banco e o sistema não abria. Agora o que esses roteiros criavam é criado sozinho, antes das demais atualizações. No banco que já tinha tentado atualizar e falhado são duas entradas no Retaguarda: a primeira completa o banco, a segunda aplica o que tinha ficado para trás — e entre uma e outra o PDV.exe para em Banco desatualizado. No banco em dia nada muda. - Falha de conexão — a mensagem diz quando o problema é o
fbclient.dll. Não foi possível conectar na base de dados mandava procurar rede quando o que faltava era a DLL, ou ela era de 64 bits, ou de outra versão. Agora a mensagem diz o que há com ofbclient.dllda pasta do sistema. - Licença online — a falha ao buscar a licença aponta o log onde o motivo está:
logs\<data>\Chave.log, e não maislogs\Licenca.log, que só tinha as linhas da tela.
🧾 Fiscal
- NFC-e — o cupom passa a levar o ICMS-ST retido em etapa anterior do produto de CST 60 e CSOSN 500. A 7.4.9 anunciou que o cupom levava esses valores, e o XML nunca levou: eles eram guardados no item, e só a NF-e os passava à nota. Agora o XML do cupom sai com a base, a alíquota, o ICMS do substituto e o valor retido de cada item — e a base, o percentual e o valor do FCP retido, quando o produto tem —, e o total do FCP retido da nota fecha com os itens. Vale para o cupom do caixa e para a nota transmitida pela tela Fiscal > NFC-e. Produto sem esses valores no cadastro continua saindo como antes. Não era recusa da Sefaz — o grupo é opcional no cupom —, mas é o dado que o contador usa para o ressarcimento do ICMS-ST, onde o estado o prevê.
- NFC-e — o ICMS-ST retido do item passa a ser guardado, e a sair, pela quantidade vendida. O cadastro guarda o retido por unidade, e o item do cupom ficava com a base e o valor retidos (e a base e o valor do FCP retido) de uma unidade, qualquer que fosse a quantidade. Agora os valores são os da quantidade vendida, com a mesma conta da NF-e. Quem lê esse dado é também a NF-e de devolução de venda feita por cupom, que saía com a base e o ICMS-ST retido de uma unidade rateados pela quantidade. Vale para as vendas fechadas a partir desta versão; o cupom já emitido não muda, e a NFC-e gravada antes e transmitida depois leva o valor de uma unidade.
- NFS-e — o número do endereço de quem emite passa a ir na nota das cidades que recebem a NFS-e inteira (SIL Tecnologia: Bauru, Franca, Mogi das Cruzes, Itapevi, Itaquaquecetuba, Jandira, Cubatão, Vila Velha e Cariacica; Citta e Digifred, no RS). A nota voltava recusada com E1235 - Falha no esquema XML … nro: o número do endereço da empresa nunca era enviado, mesmo estando no cadastro. Agora o número e o complemento da empresa vão na nota. Nessas cidades, a empresa do regime normal com a Reforma Tributária ligada ainda para em outra recusa (E1530): é a próxima correção da fila. Relatado no fórum.
🔗 Compatibilidade
- Executável antigo com o Firebird 5 — quem migrar o servidor antes de atualizar o sistema continua abrindo enquanto usar o
fbclient.dllantigo; executável antigo com ofbclient.dlldo 5 é combinação que não foi conferida tela a tela. Atualize o sistema primeiro.
📥 Como atualizar
O auto-update traz esta versão para quem só usa o executável. Abra o Retaguarda uma vez depois de atualizar: ele aplica as atualizações do banco, e o PDV.exe só abre depois disso.
Quem compila o fonte roda o InstaladorLojaDevTheme.exe novo (1.3.7), uma vez só, com o Delphi fechado. Atualizar o ACBr não é obrigatório nesta versão: o projeto compila com o ACBr da 7.5.3.
O Firebird 5 é à parte e opcional. O MigradorFB5.exe pronto (versão 1.1.0, cerca de 40 MB) acompanha o anúncio desta versão, com o LEIAME.txt dele. Quem preferir compilar o Migrador põe na pasta Kit os dois arquivos oficiais do Firebird 5 de 32 bits (o instalador e o zip), como o LEIAME.txt explica.
Depois de atualizar, confira o que está no bloco ⚠️ acima: os produtos de CST 60 / CSOSN 500 comprados em caixa ou sem código de barras, as NFC-e importadas em lote, o endereço dos clientes de NFS-e e, em quem emite boleto pela API no Inter, no C6 ou no Cora, a configuração e o primeiro boleto.
Precisa de teste em campo: a migração para o Firebird 5 num cliente de verdade (o terminal, mais de um banco, a porta fora da 3050 e Windows que não seja o 11); o registro, a 2ª via e a baixa do boleto com o banco de verdade no Inter, no C6, no Cora e no BTG; a NFS-e numa cidade da SIL Tecnologia, da Citta ou da Digifred; o cupom da NFC-e com ST retida numa empresa do regime normal (CST 60) e a NF-e de devolução dele; o PDV.exe com a logo de um cliente.
Para quem compila: Vcl.Imaging.pngimage e Vcl.Imaging.jpeg foram para o alto da uses do PDV.dpr e do PreVenda.dpr — não descer nem tirar (o comentário diz por quê).
LojaZap: sem mudança nesta versão (1.2.6). Compilar segue exigindo o componente do LojaZap e o LojaDev Theme, agora o 1.3.7.
Ver as 8 issues que fecharam nesta versão
Ver as 22 alterações, agrupadas por área
Compras / entrada5
Boleto2
NF-e 552
NFC-e 652
Ordem de Serviço2
Outros assuntos9
7.5.3Boleto, devolução e notas
53 assuntos · 123 alterações · publicada em 03/10novo para vocêEm uma linha: a semana foi dos consertos relatados por vocês — o caixa com TEF para na recusa do cartão e cobra o PIX antes da nota, dois terminais deixam de disputar o mesmo número de NF-e e de NFC-e, a devolução sai com o que a Sefaz exige e abate a parcela sem voltar a cobrar, o retorno do boleto só baixa o que foi pago, o Asaas passa a registrar, e as janelas ganham a barra de título grafite. Quem compila precisa do LojaDev Theme 1.3.6.
Ver o que mudou na 7.5.3
⚠️ Leia antes de usar
Atualize antes de 05/10/2026 se você digita NF-e de devolução. A Sefaz adiou de 05/10 para 03/11/2026 a regra que obriga a NF-e de devolução a dizer, em cada produto, de qual item de qual nota ele veio (rejeição 321). A 7.5.2 e as anteriores barram já em 05/10 a devolução digitada sem a coluna Item origem ou sem a chave na aba Referência; nesta versão a nota continua saindo com o aviso até 02/11, e o bloqueio começa em 03/11. Preencher os dois desde já evita a surpresa. A devolução gerada pelo módulo de Devolução sai completa sozinha.
Quem compila o fonte precisa do LojaDev Theme 1.3.6. Rode o InstaladorLojaDevTheme.exe novo (publicado no fórum em 30/09), com o Delphi fechado, antes de abrir o projeto. Com um tema mais antigo a compilação para logo na primeira linha, dizendo qual tema instalar. Quem só recebe o executável pelo auto-update não faz nada.
NFC-e emitida em contingência na 7.5.2 não ficou gravada — confira em Fiscal > NFC-e. Com a Sefaz fora do ar no F4 · NFC-e Online, a 7.5.2 imprimia o cupom EMITIDA EM CONTINGÊNCIA mas não guardava a chave nem o XML: a retransmissão automática não tinha o que mandar, e o cupom que o cliente levou nunca chegou à Sefaz. Agora a nota é gravada antes do cupom, com a chave e o XML assinado, e a retransmissão manda essa mesma nota quando a Sefaz volta; se a gravação falhar, o cupom não sai e a venda continua aberta. As notas que ficaram assim na 7.5.2 estão no cartão CONTINGÊNCIA da tela Fiscal > NFC-e, sem XML: o F5 · Transmitir monta cada uma de novo e a envia, com chave diferente da do cupom impresso.
Fiscal > NFC-e — o F3 · Inutilizar apagava um produto de outra nota; confira com o F11 · Fechar o mês. Ao marcar como inutilizada uma nota que já estava na lista (as de CONTINGÊNCIA, REJEITADAS e GRAVADOS), o sistema apagava uma linha de produto de outra NFC-e — em geral uma nota antiga já autorizada — e deixava os produtos da inutilizada. O pedido à Sefaz sempre saiu certo e o XML da outra nota nunca foi tocado: o estrago era na cópia dos produtos dentro do sistema, que os relatórios, o SPED e o inventário somam. Corrigido: saem os produtos da própria nota. As linhas que já se perderam não voltam sozinhas. Com o período de cada mês, o F11 · Fechar o mês confere os produtos de cada nota contra o total e lista as que não fecham; em cada uma, a aba Itens > Recuperar NFC-e refaz os produtos a partir do XML autorizado. Nas bases que medimos foram 1 nota em 55 mil e 3 em 38 mil. Relatado no fórum.
As parcelas que a NF-e gera no Contas a Receber podiam ser apagadas — confira as das NF-e emitidas com "Gerar contas a receber". As parcelas ficavam ligadas a um código que o caixa também usa para as vendas: quando o caixa concluía, cancelava ou só saía do fechamento de uma venda com o mesmo código, as parcelas da NF-e eram apagadas, pagas ou não. E desistir de cancelar uma NF-e (Esc na justificativa, recusa ou falta de resposta da Sefaz) apagava as parcelas dela com a nota ainda válida; a nota com parcela já recebida cancelava sem aviso, e o recebimento ficava no caixa sem título. Agora a parcela da NF-e fica ligada só à nota, só sai quando a Sefaz homologa o cancelamento, e a nota com parcela baixada só cancela depois de estornar a baixa. Atinge principalmente quem emite mais NF-e do que venda no caixa.
Caixa geral — o F10 no Resumo Caixa lançava o fechamento sem fechar o caixa; confira o caixa geral. (Relatórios > Financeiro > Resumo Caixa, e o F8 · Resumo do caixa) Nessas duas telas o F10 | Finalizar fica escondido, mas a tecla rodava o fechamento assim mesmo: num caixa sem dinheiro na gaveta (só cartão ou PIX, ou com o dinheiro todo em sangria), cada F10 lançava as vendas do lote de novo no caixa geral, e o caixa continuava aberto — o fechamento de verdade, depois, lançava mais uma vez. Agora o F10 só fecha onde o botão aparece.
Boleto registrado pela API — apagar ou cancelar o que originou o boleto passa a baixar a cobrança no banco antes, e não segue sem a confirmação do banco. O cancelamento da venda já fazia isso desde a 7.4.9. Agora vale também para: cancelar a NF-e e refazer as parcelas dela (os títulos do Contas a Receber e o boleto da fatura, do botão Boletos), excluir a NF-e aberta, apagar a parcela na grade, excluir o título no Contas a Receber, refazer ou excluir as parcelas da venda a prazo, cancelar a O.S. e finalizar ou estornar a devolução que abate parcela. Sem a confirmação nada é apagado nem cancelado, e a mensagem mostra o que o banco respondeu; a parcela que foi em remessa (CNAB) sai com um aviso para pedir a baixa ao banco. No Banco do Brasil pelo webservice antigo, no Safra e no CrediSIS o componente de boletos não tem a baixa pela API; no C6, no Cora, no BTG e no Inter com boleto PIX a baixa ainda não alcança a cobrança, e a correção vem na próxima versão. Nesses bancos essas operações ficam recusadas por enquanto.
Retorno de boleto (CNAB) — quem já processou retorno confira os títulos que ele baixou. (Financeiro > Boleto > Retorno) O F2 quitava todo título achado no arquivo, com o valor da remessa e a data do dia — inclusive na entrada confirmada que o banco manda logo depois da remessa, sem pagamento nenhum —, e apagava o recebimento que o título já tinha. Agora só a liquidação baixa: o recebimento leva o que o cliente pagou, com os juros, o desconto e a data do crédito que vieram no arquivo, entra no caixa geral com a forma Boleto e se soma ao que o título já recebeu; pagamento menor deixa o título parcial. O que o retorno não baixa sozinho fica para a baixa manual, com o motivo na coluna Hist. Proc. (título já quitado, valor diferente do cadastro, pago acima do devido, mais de um título com o mesmo número, parcela abatida por devolução). O F3 | Processar passa a marcar no título certo a entrada confirmada, a recusa do banco (com o motivo) e a baixa sem pagamento, não trava mais em ocorrência que ele não conhece, e termina com um resumo; a grade e o relatório F7 mostram o cliente do título do arquivo. Relatado no fórum.
SuperTEF com o computador no modo em que o operador escolhe: depois do cartão aprovado o caixa para no F4 · NFC-e Online / F5 · Pedido. Assim que o SuperTEF aprovava o pagamento, o sistema emitia a NFC-e sem olhar a configuração — com o computador em Pedido, com a venda do Pedido de Venda e até em loja que não usa NFC-e. Agora o fechamento faz o que está configurado em Central de Configurações > Este computador > Modo do caixa: em Transmitir a NFC-e (ou com Transmitir a NFC-e sozinha na venda com cartão ligada, em Documentos fiscais > NFC-e) a nota sai sozinha; em Pedido ou Finalizar, sai o pedido ou a venda é finalizada, sem nota; e no modo em que o operador escolhe, a tela espera a decisão. Para continuar emitindo sozinho, ligue uma das duas opções. A PayGo continua como estava. Relatado no fórum.
PDV.exe separado e licença online: o caixa passa a conferir a licença ao abrir. Vale para quem compila com a chave do próprio painel de licenças. O PDV.exe passa a decidir a licença na abertura — caixa bloqueado, vencido ou acima dos terminais contratados para ao abrir, o que ele nunca fez. Antes de atualizar, confira a quantidade de terminais contratada de cada cliente com mais de um caixa. Com o caixa aberto não se derruba venda: a licença nova vale na abertura seguinte.
App do restaurante: recompile o APK e o servidor com os fontes desta versão. O item passa a ser gravado sem tomar o código que o caixa usaria, o Editar item altera o item escolhido (a alteração caía no primeiro item da mesa) e acompanha o total a pagar no caixa; o servidor do app abre o banco em C:\Sistema\Dados\DADOS.FDB, e não mais numa pasta que só existia em uma máquina; o app compila sem a unit MultiDetailAppearanceU, que o pacote nunca trouxe; e o app gerado em Debug para Android 64-bit passa a levar o banco local ao celular, em vez de abrir com unable to open database file. Relatado no fórum.
Sisprime pela API deixa de ser aceito em Financeiro > Boleto > Configuração. O componente de boletos ainda não monta o boleto desse tipo, e ele saía sem como ser pago. Use o 084 - Sisprime por CNAB (remessa e retorno).
🆕 Novo
- A barra de título das janelas sai no grafite do menu lateral — a barra e a borda de toda janela do sistema, com o título apagado na janela que não está em uso. No Windows 11 a cor é exata; no Windows 10 sai a barra escura do próprio Windows. O caixa é tela cheia e não tem barra; os diálogos dele ganham a cor. Decidido com vocês na enquete do fórum.
- Licença do Sistema — Copiar identidade ao lado do número, e a situação do plano — o Copiar identidade fica junto do número que o suporte pede, e não só no F4 do rodapé; se a área de transferência estiver presa por outro programa (o acesso remoto, por exemplo), a identidade aparece escrita no aviso. Com a licença assinada em dia, a linha Regime passa a se chamar Situação e diz se o cliente está em demonstração, em demonstração com o plano ativo, ou ativo.
- Devolução que abate parcela com boleto registrado emite outro boleto pelo saldo (Vendas > Devolução de Venda, destino Estorna parcela) — depois de baixar o boleto antigo no banco, a parcela que fica com saldo ganha boleto novo, e a tela oferece imprimir para o cliente que está no balcão. Parcela já recebida em parte fica fora do boleto automático, e o resumo manda cobrar o saldo à parte.
- O Pré-Venda abre com o ícone da LojaDev.
🔧 Corrigido
Caixa e PDV
- Caixa com TEF — o cartão recusado no meio da venda para o Concluir, e o cartão já aprovado não muda de valor nem sai da venda sem aviso. Numa venda paga com dois cartões no SuperTEF, o primeiro recusado e o segundo aprovado fechavam a venda sem o valor do primeiro, que ainda ia na NFC-e como cartão. Agora o Concluir para na recusa e avisa; concluir de novo cobra só o que falta. Com o cartão aprovado e o resto passado para outra forma, o Concluir, que saía sem fazer nada, fecha a venda sem cobrar de novo — na PayGo, confirmando a transação aprovada. O cartão já aprovado não aceita mais outro valor, e o X ou o Esc nele pedem confirmação, avisando que tirar o pagamento da venda não estorna o cartão. Relatado no fórum.
- Caixa — o PIX de uma venda que também tem cartão no TEF passa a ser cobrado, e antes do cartão e da NFC-e. A venda fechava sem mostrar o QR Code nem pedir a confirmação do PIX, e a NFC-e saía com o PIX como pago. Agora o PIX é cobrado primeiro; PIX não recebido para a venda antes de cobrar qualquer cartão.
- *Caixa — o F7 deixa de parar em Invalid parameter. nas máquinas com uma versão antiga do MIDAS instalada por outro programa.* O mesmo executável funcionava numa máquina e não na outra. Agora o MIDAS vai dentro do executável, que fica cerca de 230 KB maior. Relatado no fórum.
- Caixa — com o computador transmitindo a NFC-e sozinho, o fechamento pergunta uma vez só o que fazer com o cupom. A pergunta aparecia duas vezes seguidas; a segunda não emitia outra nota, só repetia. Relatado no fórum.
- Caixa — a venda com NFC-e recusada pela Sefaz volta pelo F5 Importar sem travar, e o Concluir reenvia a nota com o mesmo número. Trazida de volta, ela travava inteira em Já existe NFC-e gerada para esta venda!, e só o F12 · Espera a tirava do caixa. Venda com nota em duplicidade o F5 não traz mais: o sistema mostra o número e manda conferir em Fiscal > NFC-e de quem é esse número na Sefaz. E o F7 de venda que já tem nota não abre mais a tela de pagamento que não concluía, e deixa de apagar o pagamento já registrado. Relatado no fórum.
- PDV — o computador que não é caixa (pré-venda) volta a lançar item. Com Este computador é um caixa desligado, o PDV abria em PRÉ-VENDA e nenhuma busca achava produto. Agora ele reserva a própria venda sem caixa aberto, e o F5 · Pedido e o F6 · Finalizar gravam a venda para o caixa importar em F5 · Importar > F2 · Pedido de venda. Relatado no fórum.
- Caixa — o cartão "Venda nº" mostra sempre a venda que está na tela, também depois do F5 Importar, do F6, da troca de cliente e na abertura do computador de pré-venda (onde dizia Sem venda aberta).
- Caixa — depois de um Ctrl+R Receber, o recebimento da O.S., o estorno e a devolução passam a cair no caixa aberto. Quem usava o Receber do caixa, fechava o caixa e abria outro sem sair do sistema lançava esses valores no caixa anterior, já fechado: o dinheiro sumia do fechamento do caixa novo. O que já foi lançado assim continua no fechamento em que caiu.
- Caixa — o Resumo Caixa do Retaguarda volta a mostrar o caixa aberto em dia depois de um F2 | Imprimir no fechamento que não foi concluído: ele mostrava o retrato daquele momento, sem nada do que entrou depois.
- Caixa — o fechamento detalhado imprime o resumo também no turno sem venda do caixa, como o de quem só recebe O.S. ou crediário. Os modelos A4 detalhado e Bobina detalhado paravam em Não exite dados Para Exibir!! com o caixa já fechado, e a reimpressão dava o mesmo erro. Relatado no fórum.
- Formas de pagamento — o Convênio com destino no contas a receber passa a gerar o título. O Concluir recusava sempre com Não foi gerado … [CONTAS RECEBER]. E o cadastro passa a recusar o destino título com um tipo que o fechamento não parcela (PIX, Dinheiro, os vales), e a pedir o número de parcelas e o intervalo. Relatado no fórum.
- Pedido impresso — sai com a venda certa e na largura da impressora. O pedido do fechamento (A4, bobina gráfica e o PDF do WhatsApp) saía em branco, ou com os produtos de outra venda, quando o caixa estava aberto por baixo; o pedido em A4 do Contas a Receber aberto pelo Ctrl + R do caixa, idem. E o pedido em bobina (Lista de Vendas, Contas a Receber, DAV e 2ª via) segue o Colunas por linha do terminal: na bobina de 58 mm o total do item saía partido em duas linhas. Relatado no fórum.
- Mesas — a mesa com itens lançados pelo app do restaurante mostra o total certo ao ser aberta no PDV, e não mais R$ 0,00; e o caixa deixa de dar Entre em contato com o suporte! ao lançar item numa mesa que tem itens do app. Relatado no fórum.
NF-e
- *NF-e — o produto lançado deixa de entrar sem descrição, e a nota de parar no envio com Campo xProd invalido, na empresa com mais de 350 produtos.* Um item aparecia e o seguinte não, conforme o nome; na empresa que não baixa o estoque pela NF-e a nota era recusada antes de ir à Sefaz, com a MVA, a redução de base e o FCP do item zerados junto. Apareceu na 7.5.2. Relatado no fórum.
- NF-e — a nota que já tem itens volta a mostrar a descrição dos produtos na grade ao ser aberta (pela lista, pelo F7 do caixa, pela O.S. ou pela devolução): a coluna vinha vazia, só com o tamanho e a cor, até o F2 · Gravar. A nota transmitida sempre saiu com a descrição certa. Relatado no fórum.
- NF-e — a F5 · Busca Avançada mostra só os produtos ativos da empresa da nota. Com mais de uma empresa, ela listava os produtos de todas e os inativos; o de outra empresa entrava sem descrição e a nota parava no envio.
- NF-e — o Enter ou o Tab depois do preço no último item deixa de abrir uma linha em branco na grade, que fazia o F2 · Gravar responder Field 'ID_PRODUTO' must have a value. Item novo continua entrando pela linha de lançamento (F12) ou pela importação (F6). Relatado no fórum.
- NF-e — o desconto da nota fica com o valor digitado. O Desconto (%) refazia o Desconto (R$) pelo percentual arredondado toda vez que o foco passava por ele: R$ 100,00 numa nota de R$ 12.000,00 virava R$ 99,60, gravado e enviado assim. Agora o % só recalcula quando o operador o muda; a nota reaberta mostra no % o desconto que já tem, e o percentual digitado com ponto (0.5) vale 0,5%. Relatado no fórum.
- NF-e — o DANFE impresso pela tela da nota e o PDF do e-mail saem com o logotipo dos documentos, o mesmo que o F7 da lista e a impressão do caixa já usavam (Central de Configurações > Documentos fiscais > Certificado e Sefaz). Relatado no fórum.
- NF-e — a queda de conexão na transmissão deixa de aparecer como recusa da Sefaz, e a tela não oferece mais devolver o número de uma nota que pode ter sido autorizada. Agora ela diz que a Sefaz não respondeu, a nota continua aberta com o mesmo número e, se já tiver sido autorizada, o sistema recupera o protocolo ao transmitir de novo.
- Inutilização de NF-e e de NFC-e recusada pela Sefaz passa a explicar a recusa, em vez de mandar conferir o cadastro do cliente ou mostrar o código cru; e o pedido sem resposta diz que a Sefaz não respondeu.
- Fechar o mês — a NF-e e as Compras passam a trazer o e-mail e o WhatsApp do contador cadastrado (Pessoas > Contador) quando a empresa ainda não os tem, como o F11 da NFC-e já fazia. Relatado no fórum.
- Dois terminais criando NF-e ao mesmo tempo deixam de queimar o número da nota, e a parcela, a nota referenciada e a carta de correção deixam de colidir entre terminais. O boleto da parcela refeita também deixa de repetir o número do documento da parcela apagada.
- Estoque pela NF-e — a exclusão e o cancelamento devolvem exatamente o que a nota baixou (empresa que baixa o estoque pela NF-e). A nota passa a guardar o que o F2 · Gravar baixou. Excluir uma nota fechada sem gravar não devolve mais ao estoque o que ela nunca baixou; a nota duplicada ou reaberta passa a baixar no Gravar; excluir a NF-e de devolução ou de O.S. ainda aberta deixa de mexer no estoque, que é do documento de origem; e cancelar a NF-e autorizada, que não devolvia nada, passa a devolver.
- A devolução e a O.S. se soltam da NF-e aberta que foi excluída, e o estorno da devolução deixa de apagar a nota de outro documento: a próxima NF-e nascia com o mesmo código, e o Abrir NF-e da devolução abria a nota alheia.
NFC-e
- Fiscal > NFC-e — a nota transmitida por esta tela continua ligada à venda dela. Ao transmitir pelo F5 · Transmitir uma NFC-e rejeitada que foi corrigida, o sistema passava a ligar a nota autorizada a outra venda; a venda de verdade ficava como se não tivesse nota, e o F2 · Cancelar dessa tela estornava o financeiro e o estoque da venda errada. As notas já gravadas com o vínculo trocado continuam como estão.
- Com dois caixas emitindo NFC-e no mesmo instante, a segunda nota deixa de parar sem chave e sem XML, e de deixar número fiscal sem nota. Numa base de membro com dois caixas foram 10 notas paradas em 13 dias. O contador novo é criado na primeira entrada do Retaguarda depois da atualização. Relatado no fórum.
- NFC-e — a recusa por data e hora de emissão atrasada (704) deixa de mandar cancelar a venda e inutilizar o número. A mensagem passa a mandar conferir data, hora e fuso do Windows e transmitir de novo pelo F5 · Transmitir, com o mesmo número. Relatado no fórum.
Devolução
- A parcela abatida pela devolução deixa de voltar a cobrar o valor abatido. No Contas a Receber (destino Estorna parcela da devolução de venda) e no Contas a Pagar (devolução de compra), a baixa manual, a baixa em lote, o estorno da baixa e o gravar do título refaziam o desconto e apagavam o abatimento: a parcela de 60 abatida para 50 e recebida por 50 ficava devendo 10 de novo. E a parcela já recebida volta como parcial, e não em aberto, quando a devolução que a abateu é estornada.
- O boleto da parcela abatida pela devolução passa a cobrar o que ela deve, no F7, no registro online e na remessa; e a parcela com o boleto baixado no banco ganha número novo ao ser emitida de novo (o banco recusa registrar outra vez um número baixado).
- A devolução estornada deixa de contar no saldo devolvível do item: a devolução de compra ou de venda pode ser refeita depois do estorno, em vez de parar em já foi devolvida integralmente.
- A compra com devolução ao fornecedor deixa de ser cancelada ou reaberta por cima dela — isso apagava a parcela abatida e tirava do estoque de novo o que já tinha voltado. A tela diz o número da devolução e o caminho para estorná-la antes (Compras > Devolução de Compra > botão direito > Estornar / Cancelar Devolução).
Boleto
- Boleto pelo Asaas — o registro passa a funcionar só com a chave de API, a homologação vai ao sandbox do Asaas e o boleto sai no PDF do próprio Asaas. (Financeiro > Boleto > Configuração, aba Registro Online / PIX) Tipo 461 - ASAAS [API], forma API - Registro Online, a chave de API em Key User (Client ID vazio). O Nosso Número é o Asaas quem dá; o PDF abre no F7, vai anexado no e-mail, fica em Boletos Emitidos e é o que a reimpressão da fatura da NF-e abre; e o cancelamento baixa a cobrança no Asaas. Relatado no fórum.
- Boleto — na primeira emissão pelo F7 do Contas a Receber, o boleto sai com o número da parcela. Ele saía com o Nosso Número zerado e sem o número do documento; a remessa mandava o número certo ao banco, e o boleto do cliente não batia com o título registrado. Relatado no fórum.
- Boleto pela API — o cliente com CNPJ vai ao banco como pessoa jurídica (ia como pessoa física no Bradesco, no Banco do Brasil e na Caixa). Relatado no fórum.
- Boleto pela API do Bradesco — os Boletos Emitidos passam a mostrar o Nosso Número e a linha digitável.
- Boleto pela API — o registro e a baixa deixam de dar erro quando o banco responde com um texto longo: o título ficava sem a marca do registro com a cobrança já registrada no banco.
- O PDF do boleto da fatura da NF-e volta a abrir pelos Boletos Emitidos — dizia arquivo não encontrado; os já gravados são corrigidos na atualização.
Compras e estoque
- Compras — o produto novo de uma nota recebe o fator de embalagem mesmo quando vem depois de um produto já vinculado com fator. A caixa de 6 entrava no estoque como 1, com o custo da caixa.
- Compras — o item do XML vinculado pelo Pesquisar deixa de levar uma grade que ninguém escolheu, com Perguntar a grade ao vincular o item desmarcado.
- Compras — o produto cadastrado ou vinculado pelos botões Cadastrar e Cad. Todos da importação entra com o preço de venda do cadastro, em vez de zerado ou da proposta da margem — que, com Atualiza Preço de Venda marcada, ia por cima do preço do produto. Relatado no fórum.
- Estoque — o Zerar Negativos zera só o saldo negativo do cadastro, e pergunta antes quantos (Estoque > Manutenção de Saldo > Zerar Negativos). A rotina escolhia os produtos pela soma dos movimentos e punha o saldo em zero sem olhar o cadastro: produto com saldo positivo podia ter o estoque apagado. Agora cada produto zerado ganha um lançamento de ajuste, e saldo zero ou positivo nunca é tocado.
O.S., orçamento e sistema
- O.S. — boleto e crediário deixam de entrar no caixa como dinheiro recebido no recebimento à vista, e o Livro Caixa deixa de excluir ou alterar o lançamento de um recebimento de O.S. Forma a prazo vai pelo A prazo (parcelas no receber) do F9 · Receber.
- O.S. — abrir uma O.S. nova e sair sem lançar nada deixa de gastar o número da próxima.
- Orçamentos — a lista volta a filtrar por cartões, período e busca depois de fechar e reabrir a aba, e a lista da busca de produto do Lançamento de Orçamento volta a mostrar o estoque e o preço de venda. Relatado no fórum.
- Permissões — as caixas de marcar todos voltam a ficar no título de cada coluna (Acesso > Permissões): com as abas numa fileira só, elas caíam em cima da primeira tela da lista, e o clique ali marcava ou desmarcava a coluna inteira do usuário. Relatado no fórum.
- Central de Configurações — o Controlar Estoque Fiscal volta, para ser desligado (Estoque e produtos > aba Estoque). Quem estava com a opção ligada ficou na 7.5.2 com a trava Existem produtos sem estoque fiscal! sem ter onde desligar. Relatado no fórum.
- Licença online — a entrada confere a licença com o painel antes de decidir, e com o sistema aberto o bloqueio, o pagamento e o vencimento chegam em até uma hora. Sem internet, vale a licença guardada; a licença que vence com o Retaguarda aberto e sem internet para o sistema no vencimento, e volta sozinha quando o pagamento é confirmado. Relatado no fórum.
- Licença — a liberação de terminais pela contra-senha deixa de voltar a 1 terminal quando o sistema conversa com o servidor de licenças. Quem já está com 1 no servidor continua com 1 até a quantidade ser acertada lá. Relatado no fórum.
⚡ Desempenho
- Compras — a importação da nota deixa de reler o cadastro de produtos inteiro, com as fotos, a cada abertura da lista de itens. Numa base de 48 mil produtos eram 1,2 s por consulta, três por nota, com a tela ainda em branco. Relatado no fórum.
🧾 Fiscal
- NF-e de devolução — o F6 · Importar da tela de NF-e passa a trazer a chave e o item da nota de origem em cada linha (F4 · Devolução de compra e F5 · Devolução de venda), como a Sefaz vai exigir. E o aviso passa a dizer o que falta: o Item origem, a chave na aba Referência, ou chaves de mais de uma nota. Relatado no fórum.
- NF-e de devolução de compra — o IPI devolvido sai no campo próprio, somado ao total da nota. A devolução mandava esse IPI em Outras despesas, e o fornecedor recusa a nota assim. Na NF-e de finalidade Devolução, a aba Impostos / Outros do produto ganha IPI devolvido e Devolvido (%). Relatado no fórum.
- NF-e de devolução com produto de ST retida deixa de ser recusada (rejeição 938), na devolução de compra e na de venda a contribuinte: a nota passa a levar a base, a alíquota e os valores da ST que a Sefaz exige, proporcionais à quantidade devolvida.
- NFC-e — a venda paga em PIX pelo QR do banco deixa de ser recusada com a rejeição 391 nos estados que exigem o grupo de cartão também no PIX. O PIX dinâmico sai como pagamento integrado, com o código da transação e o CNPJ da instituição; o PIX estático não muda. A nota que ficou recusada sai pela tela de NFC-e, com o mesmo número. Relatado no fórum.
- Cupom da NFC-e com o QR Code ao lado dos dados — o QR deixa de invadir o texto: o tamanho é escolhido a cada cupom, com a margem e o mínimo de 22 mm do manual do DANFE.
- Compras — a nota de crédito, a nota de débito e a nota de entrada do fornecedor deixam de entrar como compra na importação do XML: a tela avisa o que a nota é e não importa nada.
- Compras — a chave da nota de fornecedor com CNPJ alfanumérico é aceita no lançamento manual e na consulta pela chave de acesso, e o XML dessas compras passa a ser guardado.
- O.S. e NFS-e — a descrição do serviço chega inteira ao item da O.S. e à nota, sem cortar em 50 caracteres. Os itens já lançados continuam como foram gravados. Relatado no fórum.
- NFS-e no IPM — o F6 · Consultar acha a nota pendente sem número pelo código de autenticidade ou pelo número informado, conferindo prestador, tomador e valor antes de gravar; e o Excluir avisa que a nota pode existir na prefeitura. Relatado no fórum.
- MDF-e — o manifesto deixa de sair com o código do estado zerado, e o F2 do CNPJ no cadastro da empresa grava o código do município: o F3 parava em Sessão "MDFe_.A_P" não encontrada. Relatado no fórum.
- MDF-e — duas notas para a mesma cidade deixam de ser recusadas por município de descarregamento duplicado (680) quando o nome da cidade vem escrito de jeitos diferentes; e o mesmo cliente cadastrado com e sem pontuação no CNPJ deixa de gerar a recusa 459. Relatado no fórum.
- MDF-e — o F5 · Importar traz só CT-e de carga autorizado, com o destinatário dele, e diz por que recusou. O CT-e pelo número gravava o destinatário errado e aceitava CT-e aberto, em duplicidade e CT-e OS; a NF-e pelo XML trazia o número errado e estourava sem volume. CT-e em contingência FS-DA é recusado, e a coluna Destinatário aparece preenchida logo depois do F5.
- MDF-e — o peso da carga passa a ser o peso bruto dos documentos importados, em quilos.
- CT-e — a importação de NF-e grava o destinatário certo e monta a carga em quilos de peso bruto, com o número e o valor de cada nota no item; a lista do CT-e e o cadastro do CT-e OS abrem em qualquer base.
- Reforma Tributária — a tabela de classificação tributária do IBS e da CBS (cClassTrib) passa para a versão 1.70, atualizada sozinha na primeira entrada do Retaguarda.
- Combustível monofásico (CST 620) — em 2026 o item sai sem o grupo do IBS e da CBS monofásicos, que só passa a valer em 2027; a forma de cada ano já está pronta.
🔗 Compatibilidade
- O projeto deixa de usar o que o ACBr marcou para remoção. A próxima limpeza do componente não trava mais a compilação, como aconteceu em setembro.
📥 Como atualizar
O auto-update traz esta versão para quem só usa o executável. Abra o Retaguarda uma vez depois de atualizar: ele aplica as atualizações do banco, e o PDV.exe só abre depois disso.
Quem compila o fonte roda o InstaladorLojaDevTheme.exe novo (1.3.6), uma vez só, com o Delphi fechado. Atualizar o ACBr não é obrigatório nesta versão: o projeto compila com o ACBr da 7.5.2.
Depois de atualizar, confira o que está no bloco ⚠️ acima: as NFC-e em contingência da 7.5.2, o F11 · Fechar o mês da NFC-e, as parcelas das NF-e no Contas a Receber e o caixa geral de quem usou o F10 no Resumo Caixa.
Precisa de teste em campo: o registro de boleto pelo Asaas; a baixa de boleto confirmada pelo banco; o SuperTEF de verdade, a PayGo com PinPad e o PIX pela integração do banco no fechamento; a licença no PDV.exe separado; o app do restaurante num aparelho.
LojaZap: o instalador passou a 1.2.6, sem mudança no funcionamento. Compilar segue exigindo o componente do LojaZap e o LojaDev Theme, agora o 1.3.6.
Ver as 53 issues que fecharam nesta versão
Ver as 50 alterações, agrupadas por área
NF-e 5514
Compras / entrada6
NFC-e 656
Ordem de Serviço6
Devolução4
Boleto3
Estoque2
Outros assuntos9
E mais 73 alterações neste ciclo, não listadas aqui.
7.5.2Central de Configurações
14 assuntos · 200 alterações · publicada em 25/09novo para vocêEm uma linha: as configurações do sistema passam a morar num lugar só, a Central de Configurações — que também abre no caixa pelo F1 —, o fechamento do caixa para de desfalcar o caixa geral, trinta telas antigas ganham o visual novo, e quem compila o fonte precisa do LojaDev Theme 1.3.5.
Ver o que mudou na 7.5.2
⚠️ Leia antes de usar
As telas antigas de configuração saíram do menu: tudo o que elas configuravam está em Configurações > Central de Configurações. Saem a Config. Fiscais, a de Terminais, a SoftHouse e as abas de configuração do cadastro da Empresa (Parâmetros, Observação Fisco, Observação Carnê, Observações NFC-e, Mensagem de Cobrança e Vinculação Pag. CE) — a Empresa fica só com os dados da empresa. Cada usuário continua com a permissão que tinha: os itens antigos viraram as permissões da Central, com os nomes "Central: documentos fiscais, SPED, e-mail e conexões", "Central: este computador" e "Central: marca do sistema e responsável técnico". No caixa, as opções do próprio computador abrem pelo F1 > Configurar este computador. A Impressão Etiquetas POS (impressora térmica) saiu junto com o editor de modelos da Config. Fiscais, do qual dependia; as etiquetas continuam por Estoque > Etiquetas > Impressão Etiquetas PDF e Impressão Etiqueta Padrão.
Quem compila o fonte precisa do LojaDev Theme 1.3.5. Rode o InstaladorLojaDevTheme.exe novo, com o Delphi fechado, antes de abrir o projeto. Com um tema mais antigo a compilação para logo na primeira linha, dizendo qual tema instalar. Quem desenhou tela própria com o tema da 7.5.1 e mudou o lado de um botão do rodapé: no .dfm, a linha Lado = ... passa a se chamar Align = ..., com o mesmo valor — sem a troca, a tela para ao abrir com "Property Lado does not exist". E saem do projeto 18 units de telas que nenhum menu abria mais ou que a Central substituiu, entre elas uConfig, uTerminais, uRespTecnico e uEtiquetas: quem personalizou alguma delas leva a mudança para a Central. Quem só recebe o executável pelo auto-update não faz nada.
O fechamento do caixa passa a devolver ao caixa geral o fundo de troco e os suprimentos do turno, e a sangria para o caixa geral deixa de entrar duas vezes. O caixa geral ficava menor a cada fechamento pelo valor do fundo de troco (desde a 6.5.2) e maior pelo valor de cada sangria P/ caixa geral, que já tinha lançado a entrada na hora. Agora o fechamento lança em separado a devolução do fundo e dos suprimentos, no mesmo plano de contas, e desconta o que as sangrias do turno já levaram — onde o dinheiro não volta ao caixa geral no fechamento, nada é descontado. A conta muda a partir do primeiro caixa aberto nesta versão; o turno aberto antes de atualizar fecha como antes. Relatado no fórum.
Quem viu "Tipo de fechamento inválido: 0" ao finalizar o caixa deve conferir o caixa do dia. Em terminal com o campo Meia Folha nunca preenchido, o caixa já tinha sido fechado antes da mensagem, e cada nova tentativa somava os movimentos outra vez no Livro Caixa. Corrigido: o campo em branco vale como folha inteira e o fechamento conclui. Relatado no fórum.
NF-e com item escolhido pelo mouse na lista da busca pode ter saído com o preço do primeiro produto da lista. Pelo teclado estava certo, e como o preço unitário não é editável ali o erro passava calado para a nota. Corrigido; vale conferir as NF-e emitidas assim. Relatado no fórum.
Grupo ou marca cadastrados pelo + do cadastro de produtos desde a 7.5.0 podem ter ido para o produto como DIVERSOS. O + gravava no produto o registro 1 em vez do que acabou de nascer. E abrir o + da Unidade ou do Princípio ativo e fechar sem cadastrar trocava o valor do produto pelo primeiro do cadastro. Corrigido; vale conferir grupo, marca, unidade e princípio ativo dos produtos cadastrados ou alterados assim.
Lançamento de Compras digitado à mão: seguro, despesas, IPI e desconto digitados depois do último item ficavam fora do total e do contas a pagar desde a 7.5.1. O frete continuava somando; os outros quatro só entravam quando algum item era gravado ou apagado depois. Corrigido; vale conferir o total e as parcelas das compras digitadas desde a 7.5.1. A compra importada do XML não foi afetada.
Com mais de uma empresa e PIX estático, gravar a chave de uma loja trocava a de todas. O QR estático de cada loja passava a cobrar na conta da última que gravou. Agora cada empresa grava e lê a própria chave, e o PIX dinâmico e a Conciliação passam a usar a instituição e o recebedor da empresa em que se entrou. Entre em cada empresa e confira a chave em Configurações > Central de Configurações > Financeiro > PIX > Configurar credenciais.
O pacote do sistema não traz mais o Relatorio.zip nem o zip de schemas. Quem já instalou continua com os dois no disco — a atualização automática não apaga nada disso. Para instalação nova, os schemas vêm do LojaDev — Atualizador do ACBr, que os copia para C:\Sistema\Schemas, e a pasta Relatorio (os relatórios .fr3) se copia de uma instalação que já a tenha.
🆕 Novo
- Central de Configurações (Configurações > Central de Configurações) — as configurações do sistema num lugar só, em sete assuntos: Documentos fiscais, Tributação e SPED, Vendas e caixa, Financeiro, Estoque e produtos, Este computador e Sistema. A busca no alto acha a opção pelo nome ou pela explicação, cada opção explica o que faz num balão ao passar o mouse, e o F2 grava tudo de uma vez. Código de cliente, vendedor, plano de contas e caixa aparece com o nome ao lado e é conferido ao gravar, e os códigos do imposto do produto novo (CFOP, CST e CSOSN) são conferidos contra o que a NF-e aceita. Vêm junto: Testar o envio do e-mail com o que está na tela, Testar o TEF e Testar o SAT deste computador, excluir computador da lista, a etiqueta da balança com a prévia dos 13 dígitos, a instituição e o ambiente do PIX com o acesso às credenciais, a marca do sistema com liberação do supervisor, o logotipo dos documentos, as pastas do MF-e do Ceará, a pasta dos anexos da O.S., o endereço da atualização automática e as conexões da licença online e do app Força de Vendas. E entram opções que o sistema já lia mas que só mudavam por SQL: o bloqueio do caixa parado e os minutos dele, o login do operador na volta ao caixa e passar a venda para o cliente do CPF digitado na nota.
- O caixa configura o próprio computador pelo F1, e o PDV numa máquina nova se cadastra no primeiro acesso (PDV > F1 > Configurar este computador) — impressora, TEF, balança, SAT e a série da NFC-e passam a ser acertados no próprio caixa, também no PDV.exe separado, com a permissão "Central: este computador"; ao gravar, o caixa se remonta com as opções novas. E a máquina que só roda o PDV.exe deixa de parar em "Terminal não cadastrado": com a permissão, o login pergunta, cadastra o computador e abre as opções dele para acertar a série da NFC-e, a impressora e o fechamento, sem precisar abrir o Retaguarda nela.
- Contas a Receber: segunda via do recibo — a aba Parcelas recebidas da gaveta ganha Imprimir o recibo, e o duplo clique na parcela faz o mesmo. O recibo sai com "RECEBIDO EM dd/mm/aaaa - 2ª VIA" no lugar da hora da impressão, e a parcela recebida em lote reimprime o recibo do lote. Ideia do membro JucaJunior.
- Contas a Receber e Contas a Pagar mostram a forma de pagamento das parcelas recebidas e pagas — dinheiro, PIX ou cartão, para o histórico inteiro. Ideia do membro JucaJunior.
- Baixa em lote também no cartão Todas (Contas a Receber e Contas a Pagar) — quitar a parcela vencida e a que vai vencer do mesmo cliente não pede mais marcar em dois ou três cartões; o título já quitado fica sem caixinha. Ideia do membro JucaJunior.
- Lançamento de O.S. e de Orçamento: a busca de produto na grade de itens abre a lista enquanto se digita.
- Trinta telas antigas ganham o visual novo — cabeçalho com o nome e o que a tela faz, título da janela igual ao do menu, o Tab passando pelos botões e as datas com calendário. São os parâmetros de 19 relatórios (Produtos com Preço Alterado, Resumo Financeiro por Conta, Vendas por CFOP/CSOSN, Balanço Financeiro, Movimento do Caixa, Financeiro - Cartão, Contas a Pagar, Contas a Receber, Financeiro por Plano de Contas, Resumo do Caixa, Comissão de Vendedores, Vendas por PDV, Vendas por Forma de Pagamento, Vendas de Produtos com Tributação Monofásica, Histórico de Orçamentos, Vendas por Produto, Vendas de Produtos por Cliente, Histórico de Produtos e Curva ABC) e 11 cadastros (Marcas, Entregadores, Grupos, Unidades, Vendedores, Contas, Mesas, Plano de Contas, Veículos, CFOP e Máquinas de Cartão).
- As listas de Compras, Contas a Pagar e Contas a Receber abrem com o cursor na busca.
- Para quem mexe no fonte: mais 43 telas desenhadas inteiras no formulário — o que se vê no designer é o que roda. Entre elas as listas de O.S., Produtos, Contatos, Orçamentos, Compras, Vendas, NF-e, NFC-e, NFS-e, Contas a Pagar e a Receber, Livro Caixa, Notas recebidas da SEFAZ e Empresas, a Ficha de Clientes, os editores de NF-e, de O.S. e de Orçamento, o Pedido de Venda, os cadastros de produtos, pessoas, transportadora e formas de pagamento, e a importação do XML de compra, que ganhou o título das colunas em dois níveis.
🔧 Corrigido
Caixa e PDV
- Caixa — escolher de novo a forma de pagamento não troca mais o dinheiro pelo troco. Com o troco já na tela (100,00 numa venda de 69,15), clicar de novo no Dinheiro ou apertar a letra dele gravava o troco como o dinheiro recebido, e a venda voltava a dever; depois de um pagamento parcial, escolher de novo a mesma forma trocava a parte recebida pelo que faltava. Agora, com a venda paga ou numa forma que já recebeu, o clique, a letra ou o Enter só levam o cursor até ela; para mudar o valor, digite o novo ou desfaça com Esc ou o X do cartão. E concluir, voltar com Esc e concluir de novo sem troco deixava o troco da primeira vez gravado na venda: a reimpressão do pedido e o saldo em dinheiro da Sangria/Suprimento saíam errados. A NFC-e não era afetada. Relatado por membro.
- PDV — excluir item da venda volta a funcionar em base antiga. Em base que perdeu a numeração interna da auditoria do PDV, tirar um item parava com violation of PRIMARY or UNIQUE KEY constraint "PK_AUDITORIA_PDV_ITEM" e a venda travava ali. O sistema realinha esse contador na atualização do banco, sem nada à mão. Relatado no fórum.
- PDV — a etiqueta da balança não cai mais em "produto não encontrado" de vez em quando. Voltava a funcionar reabrindo o caixa: outra tela ou a NFC-e deixava a configuração da balança fechada ou na outra empresa, e a etiqueta caía na busca por código. Relatado por membro.
- PDV — Mesas e Delivery: código de produto que não existe deixa de dar "Cannot focus a disabled or invisible window". O cursor volta ao campo da aba em uso. Relatado no fórum.
- F7 do caixa e do Pedido de Venda: quando a tela de pagamento não abre, aparece o motivo real, no lugar de "Access violation … 00000B85"; ele fica no
Fechamento.loge o caixa segue com a venda intacta. Fecha também uma porta mais perigosa: uma falha dessas podia dar por finalizada a venda nova sem pagamento. Relatado no fórum. - As teclas de atalho não agem mais duas vezes com o foco na lista. No caixa, com o foco na grade de itens, o F5 abria a importação de pedido duas vezes, e o mesmo valia para as outras teclas do caixa; na lista de O.S. o F7 abria o relatório duas vezes e o F2 abriria uma segunda O.S.; em Vendedores o Delete perguntava duas vezes, e um segundo Sim apagaria o vendedor seguinte.
- Pedido impresso — o Valor Pago passa a contar cartão, PIX, cheque, vales e depósito, e deixa de fora o crediário, o boleto e o convênio, que o cliente ainda vai pagar. Vale para o F5 · Pedido na bobina, a reimpressão do caixa (Ctrl+P), a bobina da Lista de Vendas e o pedido do Contas a Receber; nos dois últimos cada forma também sai com o valor entregue, como no pedido original. Relatado por membro.
- Relatório em 80 mm com impressora que grava arquivo (Microsoft Print to PDF, XPS) abre a janela de impressão, em vez de "Falha na impressão (status 2…)". Relatado pelo membro JucaJunior.
- Os avisos do caixa, do fechamento e da NFC-e voltam a mostrar os acentos certos — 48 textos que saíam com "?" ou com a letra trocada ("obrigatério", "destinatério", "VENDA à PRAZO"), inclusive o "VENDA Nº" do histórico do caixa.
NF-e e NFC-e
- NF-e e NFC-e voltam a gravar em Windows com ponto decimal (Windows em inglês, máquina virtual): o percentual do tributo aproximado era convertido pela configuração do Windows e parava em "'24,41' is not a valid floating point value". Relatado no fórum.
- Quando o certificado digital falha ao assinar, a mensagem diz isso — token travado ou desconectado, PIN recusado, certificado vencido ou não encontrado —, e não mais que a Sefaz recusou a nota, que nem tinha saído da máquina. Relatado no fórum.
- Pasta de schemas desatualizada: a mensagem diz o que fazer — atualizar os schemas pelo Atualizador do ACBr, conferir a pasta na Central de Configurações > Documentos fiscais > Certificado e Sefaz e reabrir a nota —, em vez de mandar conferir o cadastro tributário do produto. Relatado no fórum.
- A grade de itens da NF-e mostra a unidade e o CFOP em qualquer regime, e só o CST e o CSOSN se revezam: o Simples não via a unidade, e o regime Normal não via o CFOP do item.
- Inutilização de NF-e — a série sugerida e a registrada passam a ser a da NF-e, e não a do caixa, e inutilizar a série 1 não marca mais como inutilizada a nota de mesmo número da série 2.
Cadastros
- Cadastro de produtos — o + das listas escolhe o que acabou de ser cadastrado, em Unidade, Grupo, Marca, Princípio ativo e Fornecedor; o + de grupo e de marca não termina mais em "Cannot focus a disabled or invisible window"; e o F2 nas listas de Marca, Grupo e Unidade volta a abrir o cadastro.
- Cadastro de produtos — as alíquotas do ISS e da reforma aparecem como percentual, sem o R$ na frente e com até quatro casas (3,38, 0,125). Era só a exibição: o que vai para a NFS-e e a NF-e sempre foi o percentual certo. Relatado no fórum.
- Cadastro de unidades — a sigla fica em no máximo 3 letras, o tamanho que o produto e as notas guardam: uma unidade de 4 letras cadastrada pelo + chegava ao produto cortada.
- Cadastros de produtos e de pessoas — o Enter volta a andar um campo por vez. Depois de passar pela composição do kit ou pela Cidade ele andava dois, e o Enter na Aplicação do produto e nas Observações da pessoa saía do campo em vez de quebrar a linha; o Enter na Cidade não pula mais a UF.
- O Tab segue a ordem da tela no Plano de Contas, no cadastro de contas a pagar (o Tipo de conta logo depois do Vencimento), na Auditoria da DRE, na Config. NFS-e e nos botões de Contatos e da aba Especial do cadastro de pessoas, onde o primeiro Tab caía no Excluir.
- Cadastros de Veículos, Marcas e Princípio Ativo imprimem a listagem certa — o de Veículos imprimia a de grupos, e os três abriam a caixa de erro do relatório por cima da visualização.
Vendas, O.S. e listas
- Orçamento impresso em A4 traz o telefone da empresa ao lado do CNPJ, o mesmo de Configurações > Empresa. Relatado no fórum.
- Lista de O.S. — a mais recente abre no topo, em vez da ordem do nome do cliente com as antigas em cima; e com a busca em Início ou Término o período vale só para aquela data — a O.S. aberta num mês e concluída no seguinte sumia de "Término no mês". Os cartões contadores contam pela mesma data.
- Listas de O.S., NF-e e Compras — o TOTAL do rodapé soma todos os documentos do filtro. Acima de 350 no filtro ele saía menor que o real (numa base de membro, R$ 253 mil na tela contra R$ 424 mil de compras).
- Relatórios de vendas e compras — o período escolhido não volta mais ao mês corrente depois de imprimir, do aviso "Sem resultado" ou do calendário: a segunda impressão saía com outro período, sem aviso.
- O F4 não abre mais a lista ou o calendário do campo em foco depois de agir — nos parâmetros dos relatórios, nas listas de NF-e, NFC-e, NFS-e, O.S. e Contas a Pagar e a Receber, na Ficha de Clientes, no Livro Caixa, nas Notas recebidas da SEFAZ, nos editores de O.S. e de NF-e e no Pedido de Venda.
- Relatório da Curva ABC — a empresa escolhida passa a filtrar (Relatórios > Produtos > Curva ABC): saía com as vendas de todas as empresas, misturando a classificação; com o campo da empresa apagado, sai com todas em vez de dar erro.
- Central de Notificações — fechar um aviso no sino com o card dele ainda na tela deixa de derrubar o sistema na próxima janela que fechasse.
Financeiro
- O Gerenciador de Boletos Emitidos volta a listar os boletos: a grade estava desligada da consulta e abria vazia. Relatado no fórum.
- Boleto da fatura da NF-e registrado pela API só sai quando o banco confirma. Recusado ou sem resposta, o sistema gerava o PDF e guardava o boleto como emitido, e ele não existia no banco. Agora mostra o que o banco respondeu e não gera. Quem registra pela remessa CNAB não é afetado.
- Contas a Receber — o cliente sem CPF/CNPJ aparece pelo nome (ou pelo fantasia) na lista de clientes e pode ser escolhido. Sugerido no fórum.
- Contas a Receber — impressão do carnê e do pedido do título. Os quadros voltam a aparecer na frente da lista (desde a 7.5.0 o F6 e o botão Carnê não mostravam nada, e o do pedido saía cortado), e o pedido sai com a venda do título na Bobina e no Visualizar, em vez de vazio; título que não veio de uma venda avisa que não há pedido. Relatado no fórum.
- Ficha de Clientes — o Saldo deixa de sair errado quando as entradas ou saídas passam de R$ 1.000,00, na tela e no relatório; o Anterior deixa de contar duas vezes os lançamentos antigos e volta a aparecer no filtro por período; e o F12 não dá mais "Cannot focus a disabled or invisible window".
- Resumo do Caixa — o recebimento de conta diz a forma de pagamento ("REC. <forma> - <cliente>"): a cliente que pagou uma parcela em dinheiro e outra no cartão aparecia duas vezes com o mesmo nome. E o histórico deixa de sair cortado em 30 letras. Ideia do membro JucaJunior.
- Com mais de uma empresa, a pasta de anexos da O.S. e o consumidor final do recebimento da O.S. passam a ser os da empresa em que se entrou.
Compras e sistema
- Notas recebidas da SEFAZ — a nota já manifestada por outro sistema deixa de ficar presa. Com o aceite dado pelo escritório de contabilidade, o F4 · Aceitar voltava "573 - Duplicidade de evento" e o F6 · Gerar não liberava. Agora a nota é marcada como manifestada e o F6 libera; vale igual para o F5 · Recusar. Relatado no fórum.
- Notas recebidas da SEFAZ — o F4 volta a perguntar se aceita só a nota selecionada ou todas. Com mais de uma esperando, ele oferece Só esta nota, Todas e Cancelar (o Enter continua aceitando só a selecionada); aceitar todas manda uma a uma e mostra no fim quantas foram aceitas, quantas já tinham aceite de outro sistema e quais a Sefaz recusou, com o motivo. Relatado no fórum.
- Lote XML NF-e (Compra) — a mensagem do fim diz o que o lote faz: grava as notas como compras, sem movimentar estoque e sem gerar contas a pagar. Nada muda no que ele faz.
- Abrir o Retaguarda em vários computadores ao mesmo tempo não interrompe mais a entrada de um deles com "deadlock / update conflicts with concurrent update" — a loja ligando as máquinas na volta da energia, vários usuários entrando no mesmo servidor. A abertura passa a gravar só o que mudou, com cerca de 370 idas a menos ao servidor.
⚡ Desempenho
- Reconstruir Saldo Fiscal pela Movimentação (Estoque > Estoque Fiscal) soma a base inteira de uma vez: numa loja com 12 mil produtos e 330 mil itens de NFC-e eram perto de 43 minutos de tela parada, agora são segundos, com o mesmo resultado. Antes de gravar, ela mostra quantos produtos mudam, quanto sai e quanto entra e quantos vão ficar negativos; sem divergência, avisa e não roda.
- Caixa — depois do F5 · Pedido na bobina, o caixa não fica mais segundos parado antes de voltar para a venda (6 segundos numa base com 900 mil itens vendidos). Relatado por membro.
🧾 Fiscal
- NF-e de devolução — o aviso e a recusa do item de origem apontam o caminho certo. O aviso passa a citar a coluna Item origem (a última da grade, só em nota de devolução), e a orientação da rejeição 321 ensina as duas saídas: o módulo de Devolução (Vendas > Devolução de Venda ou Compras > Devolução de Compra) ou, na própria nota, preencher Item origem em todas as linhas e deixar uma chave só na aba Referência. A partir de 05/10/2026 esse aviso vira bloqueio (NT 2025.002).
- NF-e — a base de PIS e COFINS digitada no item deixa de ser refeita ao gravar: fica, e o valor sai dela (base × alíquota). Ela volta a ser o total do item quando o item é novo, a base está zerada ou a quantidade ou o preço mudam depois. É o que permite, por exemplo, a revenda de veículo usado emitir com o PIS/COFINS sobre a margem. Relatado no fórum.
- NF-e do Simples — a origem do produto importado sai como está no cadastro (1, 2, 3, 5, 8…), e não mais sempre 0, como a NFC-e já fazia. A Sefaz não recusava, então o erro só aparecia na apuração: quem vende importado pelo Simples, confira o campo Origem desses produtos.
- NF-e da Bahia — a recusa por escritório de contabilidade não cadastrado passa a dizer onde corrigir, e o cadastro do contador volta a mostrar o CNPJ do escritório (Pessoas > Contador). Em branco, a NF-e da Bahia leva o CNPJ da própria Sefaz. O mesmo campo vai no registro 0100 do SPED Fiscal. Relatado no fórum.
- NF-e e NFC-e — o produto com classificação tributária de combustível (cClassTrib 410013 ou 620xxx) e sem o código ANP é barrado antes da Sefaz (regra LA01-30, rejeição 1106), com a mensagem dizendo onde corrigir: marcar Combustível e informar o código ANP no cadastro do produto, ou corrigir a classificação.
- NFC-e no Amazonas — a taxa de serviço (gorjeta) pode sair como item com CFOP 5949 a partir de 05/10/2026 (homologação desde 28/09), com CST 40 ou CSOSN 900, pela NT 2023.003 v1.40. Antes da data continua barrada, e a mensagem diz quando passa a valer.
- MDF-e sai sempre no leiaute 3.00. Com a versão em branco na configuração — como estava na maioria das bases que medimos — ele saía no 1.00, que a Sefaz não aceita desde 2019. E o campo da pasta de PDF do MDF-e gravava na pasta de XML: quem preencheu a pasta de PDF confira as duas em Central de Configurações > Documentos fiscais > CT-e e MDF-e.
- MDF-e — o F3 · Transmitir avisa quando a UF de origem ou de destino está no Percurso, que só leva as UFs do meio da viagem, e diz como tirá-las (CTRL + Delete); antes a nota voltava com "Rejeição 663: Percurso informado inválido". Quem tiver certeza ainda pode transmitir. Relatado no fórum.
🔗 Compatibilidade
- O projeto compila com o ACBr de antes e com o mais novo. A revisão do ACBr de 22/09/2026 tirou o tipo da nota de débito da unit
pcnConversaoNFe, e quem atualizou o ACBr a partir daí parou em E2003 Undeclared identifier: 'tdNenhum' nouNFe.pas. O ERP passa a tirar esse tipo do próprio campo da nota — conferido com a revisão de 24/09/2026, com NF-e e NFC-e autorizadas em homologação. Quem já fez no próprio fonte a troca que passamos no fórum não precisa desfazer nada. Relatado no fórum. - Quatro componentes deixam de ser exigidos para compilar: TBGWebCharts, DTImagem, SWH e UniDAC — nenhum era usado —, e os executáveis ficaram menores.
📥 Como atualizar
O auto-update traz esta versão para quem só usa o executável, sem nenhuma ação.
Quem compila o fonte roda o InstaladorLojaDevTheme.exe novo (1.3.5), uma vez só, com o Delphi fechado. Atualizar o ACBr pelo LojaDev — Atualizador do ACBr não é obrigatório nesta versão: o projeto compila com o ACBr da 7.5.1 e com o de hoje. O componente do LojaZap continua o mesmo.
Depois de atualizar, confira o que está no bloco ⚠️ acima: o caixa geral depois do primeiro fechamento, o caixa do dia de quem viu "Tipo de fechamento inválido: 0", as NF-e com item escolhido pelo mouse, o grupo e a marca dos produtos cadastrados pelo +, as compras digitadas desde a 7.5.1 e, com mais de uma empresa, a chave do PIX de cada uma.
O que conferir depois de atualizar: a Central de Configurações em cada assunto, o F1 do caixa e um fechamento de caixa olhando o caixa geral.
Precisa de teste em campo: o primeiro acesso do PDV.exe numa máquina que ainda não está cadastrada.
LojaZap continua na 1.2.5 — não mudou nesta versão. Compilar segue exigindo o componente do LojaZap e o LojaDev Theme, agora o 1.3.5.
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Relatórios16
NF-e 553
PDV2
Outros assuntos29
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7.5.1Caixa, notas e cadastros
35 assuntos · 78 alterações · publicada em 18/09novo para vocêEm uma linha: o caixa voltou a perguntar o que fazer com o cupom numa pergunta só, a NFC-e autorizada deixou de aparecer como rejeitada, a NF-e gerada pelo F7 parou de cobrar o desconto duas vezes, a NFS-e ganhou o leiaute nacional em Goiânia e mais 19 cidades — e quem compila o fonte precisa instalar o componente LojaDev Theme antes de compilar.
Ver o que mudou na 7.5.1
⚠️ Leia antes de usar
Quem compila o fonte precisa do componente LojaDev Theme instalado. A partir desta versão o padrão visual do sistema (botões, rodapé, abas, campos, grade, diálogos) mora num componente à parte, e sem ele a compilação para — com uma frase dizendo o que fazer, não com um erro seco. Rode o InstaladorLojaDevTheme.exe com o Delphi fechado, uma vez só; ele compila o tema na sua máquina e registra o pacote na IDE. E atualize o ACBr pelo LojaDev — Atualizador do ACBr antes de compilar: o MDF-e passou a citar a unit nova do componente fiscal, e com o ACBr antigo o erro aparece do jeito inverso. Quem só recebe o executável pelo auto-update não faz nada.
NF-e gerada pelo F7 do caixa em venda com desconto ou acréscimo pode ter saído com o total errado desde a 7.4.3. O item ia para a nota já com o desconto aplicado, e o desconto ia junto: uma venda de R$ 37,20 virava nota de R$ 34,40 no F2 · Gravar. Corrigido; vale conferir as que foram emitidas assim.
Duas situações de NFC-e presa se resolvem pela lista de NFC-e, transmitindo de novo. Nota que ficou em Rejeitadas com cStat 100 está autorizada na Sefaz — só o cupom falhou depois da autorização. E venda fechada pelo F4 com o Tipo de Aplicativo em branco ficou em Contingência e sem chave. Nos dois casos, transmita pela lista: o sistema recebe a duplicidade e recupera a nota como transmitida.
Produto criado pelo F8 · Duplicar antes desta versão pode ter entrado com estoque que não existe. O duplicado nascia com o estoque inicial do produto de origem. Vale conferir o estoque dos que foram duplicados.
MDF-e: quem estava com o aviso acusando manifestos já encerrados abre F7 | Encerrar e clica em F2 | Pesquisar uma vez. O sistema passa a reconhecer o encerramento feito fora dele, mas precisa perguntar à Sefaz uma vez para acertar o que ficou para trás.
Reconstruir Saldo pela Movimentação mudou de conta outra vez — a compra ainda aberta entra, e a peça devolvida como avariada sai do vendável. Continua valendo: backup e Conferir Divergência de Estoque antes de gravar.
Boleto com registro online: depois de uma queda de internet no meio de um cancelamento, confira no extrato do banco se a cobrança foi mesmo baixada antes de tentar de novo. O sistema não conta mais o silêncio do banco como confirmação, mas o que já foi cancelado assim pode ter ficado vivo lá.
As vendas canceladas no caixa ANTES desta versão continuam sem itens na lista de Vendas — os itens delas estão no relatório de auditoria de cancelamentos. Daqui em diante a venda cancelada guarda os itens.
Config. NFS-e: provedor municipal escolhido à mão que não é o da cidade da empresa passa a ser recusado. Só valem AUTOMÁTICO, Padrão Nacional ou o provedor do município. Quem tinha outro gravado volta para AUTOMÁTICO.
O sistema deixa de usar o estilo visual do Delphi e os skins do DevExpress. Moldura, barras de rolagem, grades e as telas antigas passam a ter a aparência nativa do Windows; as telas no padrão novo ficam iguais. Só aparência — e os executáveis ficaram 4 MB menores.
🔧 Corrigido
Caixa e PDV
- O caixa volta a perguntar o que fazer com o cupom, numa pergunta só. Os botões F8 Imprimir / F9 WhatsApp saíram da tela de fechamento, e junto saiu o Sim/Não que vinha depois deles. Ao apertar F4 (NFC-e) ou F5 (Pedido), o caixa faz UMA pergunta com as saídas escritas: Imprimir (Enter), WhatsApp ou Sem imprimir; Esc volta para a tela sem finalizar. Acabou o "Não" ambíguo que fazia a venda voltar quando o operador só queria não imprimir. A flag do terminal (Configurações > Terminais) volta ao sentido de sempre e agora se chama "Perguntar o que fazer com o cupom": desmarcada, não há pergunta nenhuma — o cupom sai na impressora e a venda fecha direto, inclusive nos terminais em modo automático "Pedido Não Fiscal", que voltam a fechar sem clique. O título da tela deixou de dizer "Venda finalizada!" antes da hora: agora diz "Fechar a venda". O F6 (Finalizar sem nota) continua com a confirmação de sempre. Relatado no fórum.
- NFC-e autorizada deixa de aparecer como rejeitada. Quando algo falhava DEPOIS de a Sefaz autorizar — o caso comum é a impressora do cupom não responder —, o caixa mostrava "NFC-e REJEITADA" com o texto "Autorizado o uso" e cStat 100, a nota ia para Rejeitadas e a venda fechava como se não tivesse documento fiscal. Agora a nota é gravada como transmitida e a mensagem diz o que de fato falhou, e que não é para emitir outra nota. Relatado no fórum.
- NFC-e pelo F4 com o Tipo de Aplicativo em branco volta a sair. Em base em que a opção (Fiscal > Config. Fiscais, aba WebService) nunca tinha sido escolhida, o F4 registrava a nota em Contingência e fechava a tela sem emitir, sem cupom e sem mensagem. Agora o F4 trata a opção em branco como NFC-e, e ao abrir o Retaguarda ela passa a ficar marcada. Quem usa SAT ou MF-e não é afetado. Relatado no fórum.
- A Sefaz fora do ar vira contingência de verdade. Quando a consulta de status falhava, a nota nascia como off-line e mesmo assim era enviada online: a Sefaz autorizava declarando uma contingência que não houve, e o cupom saía "EMITIDA EM CONTINGÊNCIA" (902 notas assim numa base de membro). Agora, se a Sefaz não responde, o F4 segue direto para o caminho off-line — a nota é impressa em contingência e a fila a transmite depois. Se a Sefaz responde, a nota vai online como nota normal.
- A tela "Estoque Fiscal Insuficiente" só avisa: saiu o F5 Corrigir Produtos. Com o controle de estoque fiscal ligado, o F5 trocava cada item sem saldo fiscal por um produto qualquer com saldo — o MESMO produto para todos os itens —, e a NFC-e saía autorizada com sete linhas de "módulo tomada" no lugar de lixa, cola e joelho (caso real). A tela agora lista os itens sem saldo e explica o que fazer: acertar o estoque fiscal (ou emitir pelo pedido) e transmitir de novo. Relatado no fórum.
- A venda cancelada guarda os itens, e a venda com NFC-e não perde mais o dinheiro ao tentar cancelar. Cancelar no caixa (F6) apagava os itens: a venda aparecia vazia na lista de Vendas. Agora ela fica com os itens, marcados como cancelados, o estoque volta do mesmo jeito e a auditoria continua registrando cada item. E numa venda que já tinha NFC-e, o F6 apagava o caixa e o contas a receber e só DEPOIS recusava o cancelamento — a venda ficava finalizada e sem o dinheiro no caixa. Agora a recusa vem antes de qualquer coisa. Relatado no canal dos administradores.
- O cliente trocado pelo F2 no fechamento passa a valer na prévia do cupom e na NFC-e. A faixa do cabeçalho e a prévia seguiam dizendo "Consumidor Final", e o pior era invisível: a NFC-e saía sem identificação ou com o CPF do cliente anterior e o nome do novo. Agora, ao escolher o cliente no fechamento — pelo F2 ou pelo CPF digitado —, cabeçalho, prévia, CPF da nota e NFC-e leem o mesmo cliente. Relatado no fórum.
- O valor digitado no fechamento passa a valer quando o dinheiro já vem preenchido. Com o Pagamento Padrão Dinheiro ligado, quem digitava o que o cliente entregou (20 numa venda de 9,99) e dava Enter via a venda fechar com SEM TROCO. Agora o Enter lança o valor digitado, o troco aparece antes de finalizar, e o Enter seguinte conclui. Relatado no fórum.
- Cartão lançado no caixa: a sobra do arredondamento entra somando, e a conta de destino da forma passa a valer no crédito. Venda de R$ 100,00 em 3x gravava 33,33 + 33,33 + 33,32 (R$ 99,98): a diferença era subtraída da última parcela em vez de somada, e a conta de destino configurada na forma era ignorada no crédito. Relatado no fórum.
- A janela do motivo da exclusão de item e do cancelamento volta a responder ao Enter. Com o foco no Motivo o Enter não fazia nada; agora confirma quando o motivo já está escolhido e, vazio, abre a lista. E com o foco no botão Cancelar o Enter confirmava a exclusão; agora cancela. Relatado no fórum.
- PDV Restaurante: identificar o cliente sem mesa aberta deixa de dar erro. Sem venda aberta, a lista nem abre e o caixa recebe o aviso de abrir a mesa antes. Relatado no fórum.
- Resumo do Caixa: o caixa ainda aberto aparece no Retaguarda, o resumo diz de quem é e de quando a quando vai, e as entradas saem com o histórico digitado. Em Relatórios > Financeiro > Resumo Caixa, o caixa aberto abria vazio e o título mostrava quem estava logado, não o dono. Agora o resumo é montado na hora, com o usuário e o período do caixa (do primeiro ao último movimento — caixa que passa de um dia soma o dia seguinte, e isso aparece escrito). E as entradas fora de venda deixam de sair todas como "SUPRIMENTO DE CAIXA": saem com o nome que o operador deu, como as saídas já saíam. Para impedir o caixa de passar de um dia para o outro, marque Bloquear PDV Aberto Ontem no cadastro da Empresa. Relatado no canal dos administradores e no fórum.
NF-e
- NF-e pelo F7 do fechamento: o desconto deixa de ser cobrado duas vezes. A nota abria com o total certo, mas o F2 · Gravar descontava de novo (e somava o acréscimo de novo). Agora o item chega pelo valor cheio, com desconto e acréscimo à parte, e a nota fecha com o que o cliente pagou. Relatado no fórum.
- Cliente escolhido pela lupa volta a sair como consumidor final. Escolher pela lupa deixava de ligar a marca para CPF, a nota voltava recusada pedindo "Falta marcar Consumidor Final", e a caixa aparecia marcada mesmo com a nota gravada sem a marca. Agora a lupa passa pela mesma regra da lista, e a caixa mostra o que está gravado. Nota que já estava gravada errada: abra, marque "Cliente é consumidor final", grave e transmita. Relatado no fórum.
- Transportadora com cadastro incompleto deixa de travar o envio com "Could not convert variant of type (Null)". O campo em branco fica fora do XML — todos os dados da transportadora são opcionais — e a nota segue. Relatado no fórum.
- A conferência do NCM ao gravar o item não trava mais a nota com "NCM do produto - 0- não foi encontrado". Numa nota de devolução a conferência lia um registro vazio. Agora olha o NCM do próprio item, e quando falta de verdade a mensagem diz o NCM, o produto e o que fazer. Relatado no fórum.
- Fechar o Mês: cada nota entra no zip do contador pela própria situação, e um DANFE que não abre não interrompe a remessa. A rotina decidia tudo pela linha selecionada na grade — parado numa nota fora de transmitida/cancelada, o zip saía sem nenhum XML, em silêncio. Agora lê cada nota e o período escolhido, e o DANFE que não pode ser desenhado vira um único aviso no fim. Relatado no fórum.
- Duplicar nota não copia mais a chave da nota referenciada da origem; a checagem da faixa na inutilização olha série e empresa; e a recusa da Sefaz na inutilização sai traduzida.
- NF-e de devolução de compra: a base de PIS e COFINS espelhada da entrada não é mais refeita ao gravar. IPI, PIS e COFINS ficam como vieram do documento de origem, como o ICMS já ficava. A NF-e normal continua calculando como sempre. Relatado no fórum.
Cadastros
- Cadastro de Produtos: a busca de NCM pela descrição pede confirmação em vez de ficar calada, e a lupa não trava mais a tela. Quando a busca acha o NCM mas não tem certeza suficiente, abre a janela Confirme o NCM com as opções e a certeza de cada uma; a lupa passa a listar também na faixa de pouca certeza, com aviso; e a janela "Aguarde! Buscando NCM" que ficava na tela para sempre (só saía pelo Gerenciador de Tarefas) sumiu. Nada entra sozinho no cadastro com pouca certeza: quem decide é o operador.
- Produto com composição volta a abrir. Na 7.5, abrir um kit podia parar em "Could not convert variant of type (Null) into type (Double)" por componente antigo sem custo gravado. Agora o total conta o custo em branco como zero. Relatado no fórum.
- O F8 · Duplicar deixa de trazer o estoque do produto de origem. O duplicado nasce com estoque zerado, como no F2 · Novo, e o Est. inicial pode ser digitado. Relatado no fórum.
- O campo Compl. Municipal (cTribMun) do serviço volta a aceitar o código inteiro. Recusava o quarto caractere; município que desdobra a lista nacional usa código maior (Goiânia usa 1009). Passa a aceitar até 20. Relatado no fórum.
- Etiquetas: o que foi marcado no cadastro de produtos chega também aos modelos FastReport. Respondendo Não a "Usar Etiqueta Padrão Sistema?", a tela dos modelos abria vazia. Agora abre com os produtos e quantidades já marcados. Relatado no fórum, com a análise da causa enviada pelo próprio membro.
- Contatos: excluir cadastro com orçamento, O.S., nota ou conta passa a ser barrado. A tela só conferia venda; o resto passava calado e o documento ficava sem dono. Agora confere tudo e o aviso diz onde o cadastro aparece. Para tirar de uso, desmarque Ativo. Relatado no fórum.
- Contatos: o campo Tabela de Preço volta a mostrar a tabela do cliente, em vez de "selecione". Relatado no fórum.
- Contatos: o código mostrado no F2 · Novo passa a ser o que fica gravado. Relatado no fórum.
- Contatos, Transportadora, Empresa e NF-e: o endereço trazido pelo CEP e pelo CNPJ sai todo em maiúsculas, com os acentos incluídos. "RUA SENADOR TEOTôNIO VILELA" deixa de acontecer. Cadastro já gravado assim continua como está. Relatado no fórum.
- Configurações > servidor de licença: os seis campos de credenciais não somem mais ao gravar. Acima de 49 caracteres a gravação falhava e apagava os seis em silêncio. Agora o Gravar avisa qual campo passou do limite.
Vendas, Ordem de Serviço, Compras e Financeiro
- Pedido de Venda: a busca de produtos pelo F12 volta a mostrar as linhas inteiras. Desde o visual novo a lista saía com o texto cortado ao meio. Relatado no fórum.
- Bobina da lista de Pedidos de Venda: a descrição sai inteira em duas linhas, e as formas de pagamento são as da venda impressa — com o PDV aberto no Retaguarda podiam sair as da venda em curso no caixa. Relatado no fórum.
- Ordem de Serviço: reduzir um item deixa de furar a trava do recebimento. Trocar por produto mais barato ou baixar quantidade derrubava o total abaixo do que o cliente já pagou, sem aviso. Agora a redução passa pela mesma regra da exclusão; incluir e aumentar continuam livres. Relatado no fórum.
- Ordem de Serviço: o item volta a entrar com o preço, sem a falha "'R$ 10,00' is not a valid floating point value". Relatado no fórum.
- Importar XML: o item que acabou de ser cadastrado deixa de ficar vermelho em falso, e descrição com mais de 50 caracteres passa a bater. Relatado no fórum.
- Aviso do sistema não fica mais escondido atrás da tela que o chamou. Em acesso remoto o resumo do Cad. Todos ficava ATRÁS da janela, com tudo desabilitado, até um Ctrl+Alt+Del. Agora todo diálogo nasce preso à tela que o abriu. Vale para qualquer aviso, em qualquer tela. Relatado no fórum.
- Listas suspensas e calendário não abrem mais além do fim da tela. No cadastro de Formas de Pagamento o PIX ficava atrás da barra de tarefas — o membro leu que "a 7.5 não trouxe o PIX". Toda lista e todo calendário passam a abrir para cima ou encurtar. Relatado no fórum.
- Boleto com registro online: resposta que nunca chegou deixa de contar como sucesso. Em venda parcelada, bastava uma parcela ter respondido para as demais serem dadas por certas: no cancelamento a cobrança era marcada como baixada com o boleto ainda vivo no banco. Agora só a confirmação do banco conta, e o cancelamento é barrado dizendo qual título ficou para trás. Vale para qualquer banco com registro por API. Relatado no fórum.
- Contas a Receber volta a abrir mostrando todos os clientes, em vez de filtrar por um cadastro sem nome que ninguém escolheu. Relatado no fórum.
- Reconstruir Saldo pela Movimentação: a compra ainda aberta entra na conta, e a peça devolvida como avariada sai do vendável. O estoque real se move no lançamento do item, antes de a compra ser fechada, e a reconstrução só somava compra finalizada (numa base de membro, 8.837 unidades em 5 compras abertas). Medido produto a produto em duas bases de membro: o saldo reconstruído ficou mais perto do real em 249 de 275 produtos. Relatado no fórum.
🧾 Fiscal
- NF-e de devolução: o CFOP gerado pelo módulo de Devolução segue a NT 2026.009, e a rejeição 327 sai traduzida. Desde 17/09/2026 a Sefaz aceita 1.949/2.949 em toda devolução: devolução de venda que saiu como bonificação, brinde, serviço ou "outras saídas" entra como 1.949/2.949, e não mais como 1.202. Na devolução de COMPRA, a de bonificação recebida saía com 5.949/6.949 (rejeição 327) e agora sai 5.202/6.202. Nada muda na devolução de venda comum nem para produto com CFOP de Devolução preenchido no cadastro.
- NF-e para cliente Governamental com a Reforma ligada volta a ser autorizada, e o cadastro de Contatos ganha o tipo de ente. A nota saía com o grupo de compra governamental cravado em "Estado" e redutor de 5 %, e a Sefaz recusava toda nota assim — membros desligavam a Reforma para vender. Pela LC 214/2025 o redutor só começa em 2027; em 2026 a nota a ente público é uma nota normal. O campo tipo de ente (União, Estado, DF, Município, Consórcio, Comitê Gestor) já pode ser preenchido: em 2026 é só lembrado no log, e a partir de 2027 passa a ser exigido. Prefeitura, secretaria e fundo municipal são MUNICÍPIO. Relatado no fórum.
- MDF-e: o encerrado ou cancelado fora do sistema passa a ser reconhecido, e o aviso de MDF-e sem encerramento deixa de contar os de homologação. Na lista, o F6 | Recuperar atualiza a situação quando a Sefaz responde encerrado ou cancelado; em F7 | Encerrar, o F2 | Pesquisar confere cada manifesto que o sistema tem como transmitido e ela não lista. Nada muda sem a resposta da Sefaz. Relatado no canal dos administradores.
- NFS-e: a nota do Simples volta a sair nas prefeituras do emissor nacional. Empresa do Simples (ou MEI) em município do leiaute nacional — Goiânia é o caso — tinha a nota recusada com "1824 - Element regEspTrib". Agora no leiaute nacional o regime especial vai 0, e nos provedores ABRASF nada muda. Relatado no fórum.
- NFS-e com a Reforma: o município de incidência do IBS/CBS segue o indicador da operação, e o nome dele deixa de sair em branco. Saía sempre o prestador (o IPM recusava com 00424) e o nome vazio, que o schema de vários provedores recusa. Agora código e nome vêm do endereço que o indicador da operação manda — tomador, local da prestação ou prestador.
🆕 Novo
- Goiânia e as demais 19 cidades do ISSNet passam a emitir, consultar e cancelar a NFS-e no leiaute nacional. Eram tratadas como ABRASF: código de tributação recusado, "cancelamento não implementado", nota autorizada que ficava pendente sem número. O grupo IBS/CBS vai sempre, que é o que a prefeitura passa a exigir em 01/10/2026.
- Padrão Nacional: a NFS-e autorizada cuja resposta se perdeu é recuperada ao faturar de novo ou no F6 Consultar — antes ficava sem registro e toda tentativa voltava em E0014. Só grava se tomador e valor batem. E o F6 Consultar não volta mais a nota cancelada para autorizada, e reconhece o cancelamento feito no portal da Sefin.
- Empresa com CNPJ alfanumérico passa a emitir, consultar e imprimir a NFS-e do Padrão Nacional. O cancelamento de CNPJ com letra ainda é recusado pelo schema do gov.br.
- NFS-e (IPM): código da unidade do serviço por serviço, no cadastro. Campo Unid. do serviço (IPM) na aba Serviço / NFS-e do produto (1 hora, 2 quantidade, 3 m², 4 m, 6 m³, 7 kg); vazio continua valendo 2. Santa Izabel do Oeste/PR recusava o 13.03 porque só aceita 1. Relatado no fórum.
- O código NBS do serviço passa a sair na NFS-e mesmo com a Reforma desligada, o DANFSE do IPM passa a mostrá-lo, e o F10 · WhatsApp da lista de NFS-e manda esse mesmo DANFSE. Antes o NBS só ia com a Reforma ligada, o DANFSE não o imprimia e o F10 anexava o PDF genérico. Relatado no fórum.
- NFS-e: as pastas dos arquivos seguem a pasta do sistema e ganham campo em Fiscal > NFS-e > Config. NFS-e. Quem instalou fora de C:\Sistema via XML e PDF irem para C:\Sistema mesmo assim. Em base com mais de uma empresa, cada empresa usa as próprias pastas. Relatado no fórum.
- NFS-e: o número do RPS deixa de pular quando a nota é recusada e faturada de novo. A nova tentativa usa o mesmo número — o que também impede nota em duplicidade quando a resposta da prefeitura se perde. Os números que já pularam continuam como estão. Relatado no fórum.
- Config. NFS-e: o provedor escolhido à mão só pode ser o da cidade ou o Padrão Nacional. Escolher outro trocava só o rótulo e a emissão seguia com o do município; agora a tela recusa ao gravar e a emissão diz o motivo antes de numerar o RPS.
- Para quem mexe no fonte: o padrão visual é o componente LojaDev Theme, com três páginas na Tool Palette (LojaDev Theme, PDV e TDI) e as peças que se desenham no formulário — o que se vê no designer é o que aparece em execução. O Lançamento de Compras já é desenhado inteiro no formulário, e abrir o PDV no Delphi deixa de pedir para apagar 17 botões do caixa (quem respondeu Yes na 7.5 devolve as declarações a partir do
uPDV.pasdo pacote). O manual do componente está no Radar.
📥 Como atualizar
O auto-update traz esta versão para quem só usa o executável, sem nenhuma ação.
Quem compila o fonte faz duas coisas uma vez só, com o Delphi fechado: rodar o InstaladorLojaDevTheme.exe e atualizar o ACBr pelo LojaDev — Atualizador do ACBr. Depois disso, compila normalmente.
Depois de atualizar, confira o que está no bloco ⚠️ acima: as NFC-e presas em Rejeitadas ou em Contingência, as NF-e do F7 com desconto, o estoque dos produtos duplicados, o F2 | Pesquisar do MDF-e e o provedor da Config. NFS-e.
O que conferir depois de atualizar: uma venda no caixa fechada pelo F4 e outra pelo F5, olhando a pergunta única do cupom; uma NFS-e em município do leiaute nacional; e o Resumo do Caixa com o caixa ainda aberto.
LojaZap continua na 1.2.5 — não mudou nesta versão. Compilar segue exigindo o componente do LojaZap (InstaladorLojaZap.exe) e agora também o LojaDev Theme.
Ver as 35 issues que fecharam nesta versão
Ver as 50 alterações, agrupadas por área
NFS-e12
NF-e 556
NFC-e 655
Compras / entrada4
Outros assuntos23
E mais 28 alterações neste ciclo, não listadas aqui.
7.5.0Alvorada
1 assunto · 68 alterações · publicada em 12/09novo para vocêEm uma linha: a venda lançada pela tela de Vendas voltou a descontar o estoque, o cancelamento de NF-e passou a dizer por que a SEFAZ recusou — e a cancelar a nota certa —, a atualização do banco deixou de parar por horas em base grande, e quem emite NFS-e em município que migrou para o emissor nacional finalmente chega no ambiente certo.
Ver o que mudou na 7.5.0
⚠️ Leia antes de usar
As vendas antigas não se corrigem sozinhas. A venda lançada pela tela de Vendas não baixava o estoque, e o que já deixou de descontar continua como está. Para acertar de uma vez, o caminho é Estoque > Reconstruir Saldo pela Movimentação, que refaz a conta do zero — e vale rodar antes Conferir Divergência de Estoque, que só mostra e não altera nada. Faça backup antes: a reconstrução apaga saldo que existe só no cadastro, sem movimento que o sustente — o caso de quem digitou o estoque inicial direto no produto, sem lançar ajuste. A própria tela mostra os números antes e pede confirmação.
Cancelar NF-e podia cancelar a nota errada. Quando a justificativa era recusada por ter menos de 15 caracteres, a lista se recarregava e o cursor voltava para a primeira linha — clicando em Cancelar de novo sem reselecionar, o evento ia para outra nota. *Quem passou por isso vale conferir a aba Cancelada.*
🔧 Corrigido
- A venda feita pela tela de Vendas volta a descontar o estoque. Quem desconta o saldo é a rotina que lança o item, e na tela de Vendas ela nunca era chamada: o produto entrava na venda e o saldo ficava como estava. O caixa sempre descontou; só essa tela não. Agora o item e a baixa acontecem juntos, na mesma operação — se uma falhar, nenhuma das duas vale. Vale para o estoque do produto e para os componentes de produto de composição. Apagar um item da venda com DEL devolve a quantidade ao estoque — a outra metade do mesmo assunto: sem ela, item tirado da venda ficaria a menos no saldo para sempre. Reportado no fórum por dois membros.
- Cancelar NF-e: o motivo da recusa passa a aparecer. A tela dizia só "lote processado" e a nota não cancelava. A SEFAZ responde duas vezes — primeiro confirmando que recebeu o pedido, depois dizendo o que aconteceu com ele — e a tela mostrava a primeira e engolia a segunda. O que mais aparece nesse ponto é "Prazo de Cancelamento Superior ao Previsto na Legislação": passado o prazo do estado, em regra 24 horas, o caminho é a nota de devolução.
- Cancelamento aceito pela SEFAZ deixa de ficar sem registro aqui. O sistema consultava a SEFAZ no instante seguinte ao envio e, se a consulta ainda respondesse "autorizada" — há uma janela até ela refletir o evento —, o cancelamento não era gravado: a nota ficava cancelada no fisco e viva no sistema, divergência que só aparece no SPED do contador.
- Município que aderiu ao emissor nacional emite pelo sistema. Na Configuração de NFS-e, escolher o provedor PadraoNacional à mão mudava o nome na tela, mas a nota continuava sendo entregue no servidor da prefeitura — o mesmo que o sistema usava antes de o município migrar. Como o endereço de destino não mudava, trocar o provedor não mudava nada, e era exatamente esse o sintoma relatado: "pode escolher qualquer provedor, o erro é o mesmo".
- O erro genérico E9999 da NFS-e tinha essa origem. Quando a nota chega no servidor antigo, ele responde em texto — "o município optou por utilizar o emissor nacional" — em vez do formato que o sistema espera. Sem conseguir ler aquilo como resposta de nota, o sistema carimbava o código genérico, e a mensagem parecia rejeição de campo do XML, mandando quem estava emitindo procurar erro na nota. Não era: a nota estava certa, e ia para o endereço errado. Quem emite em município que migrou escolhe PadraoNacional em Configurações > NFS-e e emite de novo; quem usa provedor municipal e deixa a detecção automática não muda nada.
- Excluir um cliente com pedido, nota ou conta explica o motivo, em vez do erro técnico do banco (violation of FOREIGN KEY constraint). O sistema só conferia as vendas antes de excluir; os outros vínculos — pedido, orçamento aprovado, nota, O.S., conta — chegavam crus. Agora a tela reconhece o vínculo de qualquer tabela e diz o que fazer: para tirar o cadastro de uso, desmarque Ativo, porque as buscas de cliente da venda, do PDV e da NF-e só listam cadastro ativo.
- A NF-e passa a levar o complemento do endereço do cliente — sala, bloco, apartamento ou loja ficavam fora do XML e, por isso, do DANFE, mesmo preenchidos no cadastro. O campo existia e a montagem da nota nunca o levava. Reportado por um membro cujo cliente reclamava do DANFE incompleto. A NFC-e fica como estava.
- A quantidade do item no caixa passa a sair sempre com as três casas. Na grade a quantidade ora aparecia 0,250, ora 0,25 — parecia a balança oscilando, e não era: a coluna não tinha formato de exibição, e cada valor saía com as casas de onde veio. Ali é peso, e duas casas esconderiam o grama (0,902 viraria 0,90). Item vendido por unidade passa a ler 1,000.
- A falha de conexão com o banco passa a dizer o motivo que o servidor deu. A tela dizia só "não foi possível conectar", com o nome do banco e do servidor, e jogava fora justamente a frase do Firebird — a única que diz o que está errado: caminho que não existe, usuário ou senha, porta fechada,
fbclientde outra versão. A porta nem aparecia. Agora a frase do servidor e a porta vêm junto, e a falha deixa uma linha no módulo Banco do log do dia. Veio do fórum: um membro que instalou contra Firebird em container precisou editar o fonte e pôr uma mensagem na mão para descobrir que o caminho do banco tinha de ser o de dentro do container.
⚡ Desempenho
- A atualização do banco deixa de parar por horas no primeiro passo. Quem atualizava um cliente com base de anos via a tela Atualizando o banco de dados parar no passo 1 e ficar ali por horas, sem sinal de vida. Não era travamento: era uma etapa antiga que preenchia um campo em todas as vendas da base de uma vez só — e como a tabela de vendas repassa cada alteração para os itens e para as formas de pagamento, uma venda virava sete gravações. Em base com centenas de milhares de vendas, isso são horas. O preenchimento era só cosmético: o sistema nunca precisou dele, e ele saiu.
- A tela dizia EMPRESA e o trabalho estava nas vendas. O nome que aparece no passo vem da primeira linha da etapa, não do comando em curso — por isso o que se lia na tela não tinha relação com o que estava demorando. Vale saber, para não procurar problema no cadastro da empresa quando a atualização parecer parada.
- A tela parou de convidar o operador a sair no meio. Enquanto o banco era atualizado, a única coisa escrita no rodapé era "Esc sair" — e numa base grande a primeira etapa fica minutos sem nada mudar na tela, então era comum o operador ler o convite e aceitar. Cada interrupção jogava fora tudo o que já tinha rodado: recomeçava do zero no login seguinte e ainda deixava o arquivo do banco maior, o que fazia a tentativa seguinte demorar mais que a anterior. Agora o rodapé diz "Não feche o sistema até terminar", e o Esc pergunta, com Continuar atualizando já selecionado, para que apertar Enter sem ler não mate a atualização.
🆕 Novo
- O pagamento pelo SuperTEF passa a deixar trilha no log. Ele não deixava uma linha, e caso de "o caixa demora depois do comprovante" só se entendia por vídeo do membro. Agora cada pagamento registra no Fechamento.log da pasta do dia: quando o caixa começou a esperar, quanto esperou, quantas consultas fez ao Smart TEF e como terminou — aprovado, recusado ou tempo esgotado, com o resultado do cancelamento no servidor —, e o motivo quando o servidor recusa criar o pagamento. O comportamento do pagamento não mudou. Vale orientar no balcão: com Getnet — e, pelo relato do fórum, Stone, Cielo e Itaú — o caixa só libera depois de o operador tocar em fechar, ou reimprimir, na maquininha.
📥 Como atualizar
O auto-update traz esta versão. Quem está na 7.4.6 recebe, nesta mesma atualização, tudo o que saiu nas 7.4.7, 7.4.8 e 7.4.9 — vale ler os blocos dessas três aqui no Radar antes de atualizar o parque: há avisos de ação obrigatória em todas elas, em especial a expiração da demonstração e a quantidade de terminais contratada (7.4.7), a conferência de CNPJ que começa em novembro (7.4.8) e o Reconstruir Saldo que precisa ser refeito (7.4.9).
Numa base antiga e grande, o primeiro passo da atualização agora passa direto. Se a loja puder parar, um backup e restore antes deixa tudo mais rápido.
O que conferir depois de atualizar: uma venda pela tela de Vendas, com o saldo do produto anotado antes; o cancelamento de uma NF-e fora do prazo, que agora mostra o motivo; um item de balança e um por unidade no PDV, os dois com três casas; e uma NF-e para cliente com complemento no cadastro.
Compilar o ERP exige o componente novo do LojaZap, que já veio na 7.4.5. O módulo não mudou nesta versão e continua em 1.2.5.
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NF-e 559
Licença7
Compras / entrada2
Outros assuntos32
E mais 18 alterações neste ciclo, não listadas aqui.
7.4.9Produtos, estoque e caixa
27 assuntos · 152 alterações · publicada em 07/09novo para vocêEm uma linha: a lista e o cadastro de Produtos passaram para o visual novo, o cupom deixou de sair impresso quando a SEFAZ recusa a nota, o Reconstruir Saldo voltou a devolver a quantidade certa, e a Ordem de Serviço parou de deixar apagar item que já foi pago.
Ver o que mudou na 7.4.9
⚠️ Leia antes de usar
O cupom parou de sair impresso quando a SEFAZ recusa. É o mais sério desta versão. Na recusa o sistema perguntava "Deseja Imprimir Contingência?" e imprimia um cupom sem protocolo de autorização — um papel com cara de documento fiscal que não existe no fisco. Em terminal configurado sem confirmação, saía sem perguntar nada. O operador lia "Contingência", entregava ao cliente, e a recusa só aparecia no fim do dia, quando já não havia venda para refazer. Não era contingência: a contingência de verdade continua funcionando igual, e é só ela que imprime.
Quem rodou o Reconstruir Saldo desde agosto ficou com saldo inflado, e ele precisa ser refeito (Estoque > Manutenção de Saldo > Reconstruir Saldo pela Movimentação). A entrada de compra passou a deixar também uma linha no histórico de movimento do produto — foi uma melhoria —, só que a rotina lê as duas fontes, a nota de compra e o histórico, e passou a contar cada entrada duas vezes. O mesmo com devolução de venda e de compra. Um produto com movimento recente voltava do recálculo com o dobro das unidades, e esse número era gravado no cadastro. Se você rodou a rotina depois de agosto, rode-a de novo com esta versão. Antes, confira em Conferir Divergência de Estoque, no mesmo menu: ela mostra produto a produto o que vai mudar, e usa a mesma conta — então os números dela também estavam dobrados e agora batem. O Zerar Negativos entrou na mesma correção. O Reconstruir Saldo Fiscal não foi afetado.
A caixinha "Pedir no Bar" nasce desmarcada. Quem usa bar e cozinha em impressoras separadas precisa marcá-la nos produtos do bar (Cadastros > Produtos, aba Opções de Configuração). Até marcar, o comportamento é o de hoje. O critério é o de sempre: o dia seguinte à atualização tem de ser igual ao anterior — a cozinha imprimia tudo, então todo produto nasceu marcado; o bar não imprimia nada, então quem escolhe é o membro.
Boleto com registro online: pode haver cobrança registrada no banco que o sistema não gravou. A mensagem "O banco não devolveu retorno do registro online" aparecia sempre, mesmo quando o banco tinha registrado a cobrança normalmente. Como o registro nunca era dado por concluído, uma segunda tentativa reenviava a inclusão e o banco recusava por duplicidade. Vale conferir no portal do banco antes de reemitir. Valia para todos os bancos com registro por API.
Quem preencheu um NCM de mercadoria num serviço só para conseguir salvar pode agora limpar o campo. Serviço com NCM preenchido continua sendo validado: se há um número ali, um número errado tem de aparecer.
Confira a primeira nota monofásica emitida depois de atualizar. O grupo do item de combustível foi repartido pelo leiaute novo: os números continuam saindo do mesmo lugar do cadastro e a conta é a mesma — o que mudou foi onde eles aparecem dentro do XML.
🆕 Novo
- A tela de Produtos ganhou o desenho das listas novas (Estoque > Produtos) — cabeçalho branco com o título e três contadores no canto, a busca com lupa numa linha só, e a barra de baixo em blocos. A grade perdeu as linhas verticais, ganhou zebra e realce da linha sob o cursor.
- Os três contadores do topo filtram — clicar em Ativos, Inativos ou Total troca a lista, e o rodapé diz o que está na tela e por qual coluna está ordenado. As abas Ativos / Inativos / Todos saíram: eram a mesma escolha.
- A lista já abre preenchida. Antes a tela consultava os produtos e fechava a consulta em seguida, então nascia em branco e era preciso pesquisar ou clicar em Geral para ver alguma coisa. Sem texto na busca ela mostra os 500 primeiros, como sempre — a diferença é que o rodapé avisa.
- Seriais e Empresas viraram pastilhas ao lado da busca, no lugar das abas cinzas do meio da tela. Dá para voltar da de Empresas sem fechar a tela.
- O Cadastro de Produtos inteiro passou para o visual novo (Cadastros > Produtos). O bloco Geral virou uma grade de quatro linhas, com o custo em vermelho e a venda em verde; a foto ficou maior, à direita, e sem foto aparece um quadro pontilhado com a instrução. No cabeçalho, a ficha do produto — código, estoque na última compra, cadastrado em, última compra e tempo de estocagem — fica visível em qualquer seção.
- Cinco seções à esquerda, com o nome do que há dentro — Configuração, Tributação (a pílula mostra quantos campos fiscais faltam), Kit/grade/lote, Preços, e Balança e combustível. Seção que não vale para o produto fica desabilitada, e a dica diz qual opção a liga. Ctrl+1 a Ctrl+5 trocam de seção, e a faixa de status fiscal no rodapé leva à Tributação.
- Parâmetros com explicação — cada opção traz, logo abaixo, uma linha dizendo o que ela faz, em quatro colunas por assunto. Marcar "Usar Tab. Preço" deixa de pular para a aba da tabela: só libera a aba.
- Tributação em cinco páginas, no lugar de doze abas em dois níveis — ICMS e enquadramento (com a descrição oficial do NCM ao lado), PIS, COFINS e IPI, Serviço / NFS-e, Reforma: classificação e alíquotas e Reforma: regimes especiais.
- Balança e Promoção refeitas — os dias de validade viraram campo comum, e a foto da etiqueta virou um modelo desenhado com o código do próprio produto em destaque, mostrando o que o PDV lê. A promoção ficou em dois cartões, por período e por quantidade, com a regra de cada um escrita embaixo.
- "Pedir no Bar" no cadastro do produto, irmã de "Pedir na Cozinha". O impresso do bar nunca tinha itens: ele filtrava por uma coluna que nenhuma tela escreve.
- A venda paga com troca deixa trilha de quem fez, quando e para quem. A forma marcada como troca finaliza a venda sem nada por trás — não há devolução nem crédito ligando o vale à origem — e até aqui não deixava rastro em lugar nenhum. Agora entra na auditoria do caixa, com valor, operador, caixa e cliente. Não passou a barrar, e a decisão tem número: na base do único membro que usa a forma são 42 vendas em doze meses, todas com cliente identificado — trava por lastro barraria 100% das trocas dele, porque a troca daquela loja acontece no balcão, fora do módulo de devolução.
- A emissão do CT-e OS passou a deixar rastro no log do dia — uma linha antes de transmitir, com número e série, e outra no desfecho, com chave e protocolo ou com a falha. Antes, falha de CT-e OS não deixava linha em lugar nenhum.
🔧 Corrigido
- O limite do CPF na NFC-e agora é o do estado. O sistema exigia a identificação do consumidor só acima de R$ 10.000, o teto nacional — mas cada estado fixa o seu. Em Pernambuco a SEFAZ recusa a partir de R$ 5.000, então a venda passava pela conferência do caixa, ia ao fisco e voltava recusada. Agora o caixa pede o CPF no valor certo de cada estado, antes de a nota sair, e a mensagem diz o valor e o estado.
- A NFC-e recusada volta a ser corrigida. Depois de uma recusa, o Importar Pedido dizia "Já existe NFC-e gerada para esta venda!" e não deixava reabrir: a saída era refazer a venda inteira. Nota recusada não existe na SEFAZ — agora ela reabre, corrige e reemite.
- A Ordem de Serviço não deixa mais apagar item que já foi pago. O DEL apagava sem olhar o financeiro: a única verificação perguntava se o item já tinha baixado estoque, e serviço não baixa estoque nenhum — dava para apagar o serviço de uma O.S. já recebida, o total caía para R$ 0,00 e o recebimento continuava lá, vivo, sem estorno. Agora a exclusão é recusada em quatro situações, cada uma com a mensagem dizendo o que fazer: O.S. concluída, faturada, cancelada, e quando excluir deixaria o total abaixo do que já foi recebido. Quem trabalha com sinal continua igual: a trava não é "recebeu, travou", é o total não poder ficar menor que o dinheiro que entrou.
- O DEL deixou de ser da tela inteira — só funciona com a O.S. em edição e o cursor na grade de itens. Quem abriu a O.S. pelo Visualizar não apaga mais nada; antes apagava, porque a tecla passava por cima da tela travada. E com o cursor na grade de materiais ele apagava o item errado.
- CT-e OS volta a ser transmitido. Quem emite modelo 67 via "Nenhum elemento encontrado" e ficava sem nada: o documento não aparecia na lista e a pasta de enviadas continuava vazia. O componente lê o modelo em dois lugares, e a tela declarava só um: o sistema montava um CT-e OS e mandava assinar procurando um CT-e comum. O envio também ia pelo serviço errado da SEFAZ. Agora cada tela declara o seu antes de montar o documento — e o CT-e comum faz o caminho inverso, porque emitir um OS e em seguida um comum deixaria o segundo sair como OS.
- A senha do usuário passa a diferenciar maiúscula de minúscula. Os campos nasceram maiuscularizando o que se digita:
MinhaSenha,minhasenhaeMINHASENHAabriam o mesmo usuário. Ninguém precisa trocar de senha e ninguém fica de fora — o login tenta a grafia exata primeiro e, só se ela falhar e a senha ainda não tiver sido trocada, aceita a forma antiga. Junto vai um defeito que estava em campo desde 27/08: o cadastro gravava com o caso digitado enquanto o login maiuscularizava, e quem cadastrou senha com minúsculas nesse período não conseguia entrar. - A cozinha volta a receber o pedido. Com um caminho de impressora só, não saía nada: o impresso do bar e o da cozinha eram guardados por "caminho do bar diferente do da cozinha", e o impresso único estava desligado. Com os dois caminhos iguais — e principalmente com os dois vazios, que é o estado de toda base que nunca configurou — a produção não recebia nada. Agora caminhos iguais imprimem a comanda inteira, caminhos diferentes imprimem separado, e caminho vazio significa impressora padrão do Windows, não "não imprime".
- A impressora da cozinha e do bar voltou a caber na tela. Os campos Caminho Cozinha e Caminho Bar existem em Configurações > Terminais desde sempre e a impressão depende deles, mas estavam posicionados fora da área visível da janela: ninguém conseguia preenchê-los. Continuam sendo dois passos — o caminho aqui e a marcação no cadastro do produto.
- O botão Salvar das Configurações de Terminais parou de dar erro. O F10 · Salvar levantava "Dataset not in edit or insert mode" quando o registro não estava em edição — bastava salvar uma vez e apertar de novo —, e com configuração de SAT em edição o erro vinha sempre. A tela também fechava ou não depois de gravar, sem critério. Os três eram o mesmo tipo de defeito.
- O vendedor escolhido no caixa parava de ser gravado, sem aviso nenhum — quando o caixa tinha sido aberto pelo F2 na mesma sessão, e no terminal de pré-venda. Na hora de fechar, a venda batia em "Selecione um vendedor!" e não havia saída a não ser sair e entrar de novo no caixa; a pré-venda gravada nesse terminal nascia sem vendedor e levava o mesmo bloqueio para o caixa que a importasse depois.
- Venda no Retaguarda com o caixa fechado: o botão Abrir não fazia nada. O sistema perguntava se queria abrir o caixa; respondendo que sim, a janela de Abertura ficava parada. Só clicando em Cancelar a venda seguia — e seguia porque o caixa já tinha sido aberto de qualquer jeito, o que fazia o problema parecer aleatório.
- Pré-venda importada volta a ficar disponível quando a venda é cancelada. Importar a pré-venda no PDV e depois cancelar a venda a deixava presa: sumia da tela de Importação e pesquisar pelo número devolvia "Sem registros encontrados", sem nenhuma tela que a trouxesse de volta. As pré-vendas que já ficaram presas também são liberadas, sem precisar de UPDATE no banco. A O.S. ficou de fora de propósito: lá a situação "I" quer dizer faturada, e não importada.
- A faixa de atacado passa a valer na NF-e manual. O preço só olhava a faixa no instante em que o produto era buscado, e como o campo do código devolve a quantidade a 1 a cada tecla, a faixa só entrava pela sintaxe
5*CODIGO: no caminho natural — código, Enter, depois a quantidade — a nota saía pelo preço da quantidade 1. Medido com um produto de quatro preços: a tela mostrava 450,00 onde a tabela manda 350,00. O preço também volta quando a quantidade desce abaixo da faixa. - A devolução em dinheiro entra na gaveta do operador. Quem abria o Retaguarda e ia direto em Devolução tinha o caixa em zero: o dinheiro saía do livro geral e não aparecia no razão que o fechamento do operador lê, e o Resumo de Caixa do dia fechava com falta exatamente do valor devolvido. Sem caixa aberto o dinheiro continua saindo pelo caixa geral — barrar obrigaria a abrir caixa quem só quer emitir a nota —, mas isso deixou de ser mudo: o operador é avisado no comprovante e o desvio fica no log.
- Cancelar uma O.S. devolve o dinheiro ao caixa em que ele entrou. Quem recebia numa terça e cancelava na quinta ficava com o fechamento de terça mostrando a entrada sem a saída, e o de quinta com uma saída sem entrada — os dois erravam ao mesmo tempo. Agora, com o lote da entrada ainda aberto, a saída volta para ele. Lote já fechado não é reaberto: nada é lançado para dentro de um fechamento assinado. Recebimentos em lotes diferentes são estornados cada um no seu.
- Cancelar a venda baixa a cobrança no banco, e não cancela enquanto o banco não confirmar. Com boleto registrado online, cancelar a venda apagava o título e a cobrança continuava viva no banco: o cliente seguia recebendo o boleto de uma venda que não existe mais, e ninguém tinha mais como achar a cobrança, porque o título já havia sumido. Agora o título é marcado como baixa pedida, a baixa é enviada, e só com confirmação do banco o título é baixado. Qualquer outro desfecho deixa o título pendente e o cancelamento não acontece. Em CNAB nada muda.
- O estoque da entrada de compra só se move depois de o item estar gravado. A entrada somava o saldo e escrevia o livro antes de o item ser gravado: item recusado pelo banco deixava o estoque somado e o livro escrito para uma linha que nunca existiu — e a diferença só aparecia no inventário, meses depois. Na importação de XML havia ainda um defeito só dela: ao alterar a quantidade de um item, a grade recebia a quantidade cheia de novo em vez da diferença.
- Acerta Saldo: devolução cancelada deixa de tirar do estoque o que nunca entrou. Os dois casos de devolução cancelada estavam com a aritmética invertida. Medido contra cópia de base: dos 180 produtos com movimento no período, dois mudaram — os dois que têm devolução cancelada.
- Base vinda de instalação antiga acusava "Atualização incompleta" em toda abertura. Nove colunas da tabela de empresas existiam só no banco modelo, e a rotina que copia as credenciais antigas de PIX as lia sem conferir se existiam: a atualização morria ali e falhava de novo no login seguinte, sempre na mesma etapa. Na primeira abertura depois de atualizar a base afetada ainda mostra o aviso uma última vez — a correção roda no fim da fila, depois da etapa que falhava; da segunda em diante o painel fica limpo.
- Ordenar pela coluna Cor ordenava por Marca. A lista reconhecia a coluna pela posição, e as colunas Cor, Tamanho e Data Cad., acrescentadas depois, deslocaram todas as seguintes. Agora a coluna é reconhecida pelo nome, e todas ordenam — inclusive Custo, Margem, Qtd. Atacado e as outras que antes não respondiam ao clique.
- Buscar por Preço, Estoque ou Data com letra no meio derrubava a consulta ou trazia zero linha sem dizer por quê.
- Clicar no título de Excluir, Ajuste, Etiqueta, Promoção, Histórico ou Cons. Web reordenava por Estoque Fiscal — essas colunas são botões, e o clique no título delas agora não faz nada. Na aba Empresas, clicar num título reordenava a lista de produtos por baixo.
- O CST do Imposto Seletivo gravava na mesma coluna do CST do IBS/CBS: preencher um alterava o outro.
- Tipo de Produto e Ordem Touch abriam em "selecione" mesmo com valor gravado. E Produto + 18 era um segundo checkbox da mesma coluna de Medicamento — marcar um marcava o outro.
- A janela do cadastro de produto cabe inteira em monitor de 1366 x 768. Ela abria com 776 px de altura numa área útil de 728, e o que sumia por baixo da barra de tarefas era justamente a linha dos botões.
- A descrição do produto para de sair cortada na NF-e. Produto com nome comprido saía cortado em 50 caracteres no XML e na grade, mesmo com o cadastro inteiro gravado: a NF-e aceita até 120 e o cadastro guarda 100, e quem cortava era o campo que trazia a descrição para o item, dimensionado em 50 lá atrás. Medido: 967 produtos acima de 50 caracteres numa base de membro, e 306 itens já emitidos com a descrição cortada em exatamente 50. A NFC-e nunca teve o problema.
- Boleto com registro online dizia que o banco não respondeu — e o boleto estava registrado. A rotina conferia uma lista que o componente nunca preenche, então saía pela mensagem antes de olhar o retorno de verdade.
- Aproveitamento de crédito do Simples volta a sair na NF-e. CSOSN 101 e 201 saíam com o crédito zerado: a alíquota cadastrada no produto era apagada em três pontos do lançamento do item, e o destinatário perdia o crédito do art. 23 da LC 123.
- Produto marcado como Serviço parou de ser cobrado por NCM. O aviso do sino não conta mais serviço, o relatório de Produtos Vendidos deixa de listá-lo, e o cadastro passa a gravar serviço com o NCM vazio. Na emissão, o item de serviço sem NCM sai com o código 00, que é o que o leiaute manda — antes saía em branco e a nota parava na rejeição 777.
- Serviço deixa de aparecer nos avisos e nas listas de estoque. O sino contava serviços em "abaixo do estoque mínimo" e "estoque negativo", e as duas listas abriam com eles no meio. Serviço não tem saldo físico: não há o que repor, e o número só ensinava a ignorar o sino. Cadastro antigo que nunca recebeu a marca continua contando como mercadoria — nada sai da lista por engano.
- NFS-e travada em prefeitura que exige o Regime Especial de Tributação. Quem é do Simples e emite por prefeitura no padrão ABRASF recebia "E166 — Regime Especial de Tributação não informado" e a nota não saía de jeito nenhum: o campo nunca era preenchido e não havia onde informá-lo. Agora sai preenchido sozinho, do regime da empresa — 06 para ME/EPP e 05 para MEI. Nada muda para Lucro Real ou Presumido: ali o campo continua em branco de propósito, porque a exigência é só do optante.
- Recusa da validação local passa a dizer o motivo, e não só o nome do campo. A causa mais comum é a pasta
C:\Sistema\Schemasdesatualizada — o campo existe na nota mas ainda não existe no schema instalado, e o texto agora mostra isso. - O painel de mesas volta a se atualizar sozinho no PDV aberto pelo Retaguarda. Quem usa o
PDV.exevia o painel se atualizar quando outro terminal abria ou transferia uma mesa; no PDV aberto de dentro do Retaguarda isso nunca acontecia. Mesma configuração, comportamento diferente. - O envio por WhatsApp diz se o número está certo antes de mandar. A janela é a mesma em todo lugar que envia — Pedido, Orçamento, as listas de NF-e, NFC-e, NFS-e, CT-e e MDF-e, o fechamento no PDV, o catálogo e as remessas ao contador. Sob o campo aparece, a cada tecla, o que falta, e o Enviar só acende quando o número está certo; antes ele aceitava qualquer coisa, e o que estava torto só falhava lá na frente. Com o número certo a mesma linha diz se o LojaZap está aberto. No catálogo, cancelar abria o WhatsApp com o número "55" e o catálogo dentro.
🧾 Fiscal
- O cupom da NFC-e leva o ICMS já retido por substituição. Produto com ST retida anteriormente (CSOSN 500 no Simples, CST 60 no Normal) saía sem a base, o percentual, o ICMS próprio do substituto e o ICMS-ST retido, e sem os três do FCP-ST. A NF-e 55 já saía completa. Ninguém via porque a SEFAZ autoriza a nota assim: o grupo é obrigatório pela NT 2018.005 mas não é conferido na autorização, e a falta só aparece na escrituração de quem recebe. As notas já emitidas não são reescritas. Os valores saem do cadastro do produto: quem vende mercadoria com ST retida confere, uma vez, se os campos da aba Fiscal estão preenchidos.
- O projeto volta a compilar com o ACBr novo. Quem atualizou a partir de 4 de setembro deixou de compilar o ERP, com
E2003 Undeclared identifier: 'chNFe'apontando para uma linha que ninguém tinha tocado — naquela revisão o ACBr migrou a NF-e para as units comuns da Reforma e a chave passou a se chamarchDFe. Como a recomendação é manter o ACBr sempre na última versão, o caminho certo era justamente o que quebrava. - A nota monofásica acompanha o leiaute novo. O grupo do item de combustível (CST 620) foi repartido: IBS e CBS deixaram de dividir um grupo só, e dentro deles o cálculo por quantidade ficou separado do por valor. O grupo do que foi retido anteriormente passou a levar só o valor.
⚡ Desempenho
- Sobrava uma faixa branca à direita da grade — as colunas que o operador esconde continuavam ocupando espaço na conta da largura. As visíveis passam a repartir a largura inteira, em toda tela que usa colunas elásticas.
- A consulta de números de série saiu da thread — ela adiava a travada em vez de evitar, e era a "piscada" ao abrir a aba.
Ainda não provado em runtime: a emissão do CT-e OS ponta a ponta, que exige o certificado e o ambiente da SEFAZ do membro; a baixa do boleto contra banco real, que exige credencial de um PSP; o registro online do boleto, pelo mesmo motivo; e a emissão monofásica completa — o leiaute confere com o schema local, a SEFAZ ainda não disse nada. A entrega da mensagem pelo WhatsApp também não foi exercitada: o que se provou é a janela e o número que ela devolve.
Continua aberto e conhecido: a numeração do CT-e OS ainda sai de MAX(NUMERO)+1 e não do contador fiscal — trocar a origem sem base de teste queima numeração, e é item próprio.
Compilar o ERP exige o componente novo do LojaZap, que já veio na 7.4.5. O módulo não mudou nesta versão e continua em 1.2.5.
Ver as 27 issues que fecharam nesta versão
Ver as 50 alterações, agrupadas por área
Relatórios4
LojaZap (WhatsApp)2
NF-e 552
Ordem de Serviço2
Outros assuntos40
E mais 102 alterações neste ciclo, não listadas aqui.
7.4.8Reforma, recusas e combustível
12 assuntos · 93 alterações · publicada em 02/09novo para vocêEm uma linha: as recusas da SEFAZ passaram a sair explicadas em português — 169 códigos da Reforma e 34 da conferência de CNPJ que começa em novembro —, o ICMS-ST de venda para fora do estado voltou a ser calculado pela alíquota certa, e a NF-e que morria numa recusa deixou de prender o operador e de queimar o número.
Ver o que mudou na 7.4.8
⚠️ Leia antes de usar
A Receita passa a conferir cadastro em toda nota, a partir de 03/11/2026. É a NT 2026.007, e vale para todas as SEFAZ, não só para quem está na Reforma. Três coisas passam a derrubar nota que hoje é autorizada: CNPJ da sua empresa fora da situação "Ativa" (rejeição 179), CNPJ do cliente irregular ou inexistente (182 e 181 — aí quem regulariza é o cliente), e o regime tributário da nota não bater com o que a Receita tem para o seu CNPJ (rejeição 180). Este último é o que mais deve pegar: quem saiu do Simples, virou MEI ou mudou de regime e não atualizou o campo Regime no Cadastro da Empresa vai ser recusado. Confira agora, antes de novembro.
Regime Normal sem "Ativar Reforma" recebe aviso ao transmitir. Desde 03/08/2026 a SEFAZ exige o grupo de IBS/CBS na NF-e de quem é CRT 3 e recusa com a rejeição 1115. O aviso não bloqueia a emissão, de propósito: Simples, MEI e excesso de sublimite seguem fora dessa obrigação até 2027, e a regra abre exceção para devolução, complementar e combustível monofásico — travar ali recusaria nota que a SEFAZ aceita.
Alíquotas de IBS e CBS passam a sair como estão no cadastro da empresa. Em máquina com vírgula decimal — todo Windows em português — o valor gravado em Empresa era ignorado e a nota saía sempre com 0,1% e 0,9%, as alíquotas-teste de 2026. Quem digitou alíquota diferente passa a emitir com ela: confira o cadastro antes de atualizar.
Não atualize o ACBr nem a pasta C:\Sistema\Schemas por conta própria. A NT 2025.002 v1.50 refez o grupo do imposto monofásico do IBS/CBS (CST 620), e a versão mais recente do componente já traz o schema novo — com ele o sistema passa a barrar toda nota com item 620 antes de enviar, inclusive em produção, onde o leiaute antigo ainda é o aceito até 03/11/2026. Homologação já exige o novo desde 01/09 e recusa o antigo com "225". A versão com o leiaute novo sai antes de 03/11. Quem não vende combustível não é afetado.
Devolução montada à mão na tela de NF-e: de 05/10/2026 em diante a SEFAZ recusa de verdade (rejeição 321). Preencha a coluna "Nº item na origem", no fim do grid — é o número de ordem do item na nota devolvida (1 para o primeiro, 2 para o segundo), não o código do produto. Quem gera pelo módulo de Devolução não faz nada: ele preenche sozinho.
Nota com CST 15 gravada antes desta versão precisa ser reaberta e gravada de novo (F2) antes de transmitir. O total da nota foi refeito para incluir o ICMS monofásico retido; o sistema avisa com o valor que falta e não transmite até o total ser refeito. Vale também para nota criada pelo F7 do PDV, pela O.S. ou por devolução.
🧾 Fiscal
- Quando a SEFAZ recusa por causa do IBS/CBS, o sistema diz o que houve e o que fazer — 169 códigos da faixa da Reforma (1000 a 1199) que antes saíam crus. Cada um traz o motivo, a regra da Nota Técnica que o disparou, para o contador conferir na fonte, e o caminho dentro do sistema: cadastro do produto, alíquotas da empresa, cadastro do combustível, Zona Franca, nota de origem da devolução. Os textos saíram literalmente da NT 2025.002-RTC v1.51, não deduzidos. Onde não há tradução, o texto original da SEFAZ continua aparecendo — nunca um palpite no lugar da verdade.
- As 34 recusas da conferência de CNPJ também foram traduzidas, com o texto oficial da NT 2026.007 — inclusive as da NF-e do contribuinte exclusivo de IBS/CBS, que o sistema não emite: a mensagem diz claramente que a nota não veio daqui, o que evita caçar defeito no lugar errado.
- O ICMS-ST da NF-e era calculado com a alíquota errada em venda para fora do estado. A lei manda usar a alíquota interna do estado de destino (Convênio ICMS 142/2018) e o sistema usava a interestadual — enquanto declarava na nota a interna. A nota afirmava uma conta que ela mesma não tinha feito, e o valor saía a menos: num item de R$ 1.000 com MVA de 40%, de SC para o PR, a ST ia com R$ 48,00 em vez de R$ 132,00; para o CE, saía negativa. Venda dentro do estado sempre esteve certa, porque as duas alíquotas coincidem — é por isso que não aparecia no dia a dia. Nenhuma nota que já existe muda: nas bases conferidas não há produto com MVA preenchido nem nota com ST calculada.
- O MVA agora é o da nota, não o do cadastro do produto. Ele era lido do cadastro toda vez, então não havia como ajustá-lo por nota — que é justamente quando ele muda, porque vem de protocolo entre estados e varia com o destino. E uma nota já gravada passava a calcular com o MVA novo se você mudasse o cadastro depois. Quem trabalha com CST 60 ou CSOSN 500 não é afetado: aquele caminho é outro.
- A redução de base passou a ser declarada também no CST 90 e no CSOSN 900. O sistema já aplicava a redução — a base saía menor —, mas não dizia o percentual na nota, e a SEFAZ recebia base reduzida sem justificativa. O CST 20 sempre esteve correto.
- NF-e de combustível com CST 15 era recusada com "610 – Total da NF difere do somatório". O ICMS monofásico retido ia no item e nos totais de imposto, mas não entrava no valor total da nota — e a SEFAZ exige que entre, como no ICMS ST. Agora ele é calculado por item ao gravar e compõe o total da nota, da fatura, das duplicatas e do pagamento. GLP em CST 61, o caso do varejo, não muda em nada.
- NF-e de gasolina, etanol e diesel era recusada com "854 – Unidade Tributável incompatível" ou "909 – Obrigatório o grupo de UF de origem". A tabela oficial de combustíveis monofásicos exige unidade tributável em litro ("L", não "LT") e o grupo de origem, e o sistema só mandava a origem para GLP com gás natural. Agora a tabela oficial está dentro do sistema: com a unidade em branco no cadastro a nota sai com a oficial — KG para GLP e família, L para os líquidos —, e a origem sai para todo produto que a tabela marca, com a UF da própria empresa.
- NFC-e com combustível em CST 02, 15 ou 53 é barrada antes de ir à SEFAZ. Ela só aceita o CST 61 (regra N12-30, rejeição 766); antes a venda ia até a SEFAZ e voltava recusada no balcão. Agora a mensagem sai na hora e diz o caminho: emitir NF-e 55 ou corrigir o CST do produto.
- NF-e paga em cartão de CRÉDITO saía sem os dados do cartão — credenciadora, bandeira e NSU ficavam no banco e não entravam no XML. O montador conferia o meio contra o par errado de códigos: acertava o débito e errava justamente o crédito, o meio mais comum. Existia desde fevereiro e nunca rejeitou nota, porque o grupo é opcional no leiaute — a nota era autorizada, só que incompleta. No Ceará, onde a vinculação é obrigatória, a NF-e de crédito saía sem os campos que o sistema já preenche na NFC-e.
- O campo "tipo de integração" da tela de NF-e gravava invertido — Pagamento integrado fazia o grupo de cartão sumir do XML, e não integrado saía como integrado.
- Bandeira "Outros" saía como Alelo. A lista da tela era da tabela antiga do componente; a tabela cresceu e o código passou a significar outra coisa. Agora "Outros" sai como Outros (99).
- NF-e de Ajuste e Complementar com meio SEM PAGAMENTO voltava recusada com "Informado indevidamente campo valor de pagamento". O sistema enviava o meio 90 carregando o valor total da nota no campo de valor pago, e a regra exige esse valor zerado. Reporte de membros do ES; o contorno que circulou — marcar como dinheiro à vista — deixa de ser necessário.
- Cinco recusas em sequência no item da Reforma deixaram de acontecer: classificação que exige o grupo de tributação regular sem o grupo, CST 515, 550 e 830 com base zerada, redução de alíquota e diferimento sem o grupo municipal, e o total da base que não batia com os itens.
- A tabela de CFOP passou a guardar o indicador do contribuinte exclusivo de IBS e CBS — 72 códigos marcados pelo IT 2023.002. A carga é feita sozinha na primeira abertura. A emissão não muda por enquanto, de propósito: até 03/11/2026 o portal trata o indicador como informativo, e barrar antes deixaria o sistema mais restritivo que a SEFAZ.
- Duas recusas de contingência EPEC passaram a vir explicadas — a 121 e a 633, criadas ou corrigidas pela NT 2014.001 v1.41. O sistema não emite EPEC e nunca emitiu; a contingência que ele usa é a off-line da NFC-e, que é outro caminho. Quando a mensagem aparecer, ela diz para guardar o XML e avisar o suporte — é sinal de que aquele XML veio de outra origem. Paraná e Paraíba não têm mais EPEC (Ajuste SINIEF 25/2026, produção a partir de 05/10/2026): quem é de PR ou PB e usa EPEC em outro sistema precisa saber.
- A NF-e podia sair sem a natureza da operação, dependendo de por onde você passou antes. A consulta que alimenta a natureza era compartilhada com a tela de Tributação por NCM: bastava abrir aquela tela e digitar um CFOP para a consulta ficar presa naquele código, e dali em diante toda NF-e com CFOP diferente saía sem a natureza, que é campo obrigatório. Voltava ao normal só reabrindo o sistema. Se você já viu nota recusada por natureza em branco, era isto — e não há nada para mudar no cadastro.
- O campo CSOSN do item aceitava um CFOP, e agora não aceita mais. Numa base apareceram 302 itens com o CFOP gravado onde deveria estar o CSOSN: a coluna tinha folga de um dígito e o valor errado cabia sem nada reclamar. A atualização limpa o que ficou e passa a recusar, no item e no cadastro do produto.
- Mudar o regime da empresa avisa se o cadastro não acompanha — Simples e MEI usam o CSOSN, Normal e excesso de sublimite usam o CST. Ao trocar o regime, o sistema conta quantos produtos estão com o campo do novo regime em branco, porque esses não emitem enquanto ficarem assim. Há membro com todos os produtos sem CST preenchido, hoje inofensivo por estar no Simples, que pararia de emitir no dia da mudança. O aviso não impede a troca e diz onde preencher em massa: Repasse NCM, no menu Estoque.
🆕 Novo
- Um motor único para o item de NF-e, NFC-e e CF-e. O item da nota — produto, quantidades, valores e impostos — era montado em cinco trechos independentes: NFC-e do PDV, NFC-e avulsa, NF-e 55 e as duas vias do CF-e SAT. Toda regra exigia mexer nos cinco, e o conserto do arredondamento da rejeição 629 chegou em dois e faltou no PDV. Agora as cinco chamam o mesmo motor.
- Tela de CFOP: agora dá para cadastrar um CFOP novo (Fiscal > CFOP, F2 · Novo). Até aqui só era possível renomear ou ligar/desligar os que vinham no sistema, e incluir um código novo dependia de atualização nossa.
- Duas marcações da tabela de CFOP passaram a aparecer na tela — entrada não onerosa (bonificação, brinde, doação), que é a que faz o sistema não diluir o custo do lote entre as unidades bonificadas e nunca teve onde ser vista, e autorizado ao contribuinte exclusivo de IBS/CBS.
- Cadastro de Formas de Pagamento ganhou "Consome crédito do cliente" (Cadastros > Formas de Pagamento) — a opção existia só por dentro.
🔧 Corrigido
- Depois de uma recusa da SEFAZ, a tela de NF-e ficava presa num laço de "Falha". Fechar o aviso da rejeição trazia "qryVenda: Dataset not in edit or insert mode", e cada Fechar trazia o mesmo aviso de volta. Eram 39 avisos por nota recusada; agora zero.
- NF-e recusada com "539 – Duplicidade, com diferença na Chave de Acesso" ficava ABERTA. Nada dizia que o número estava perdido: o operador transmitia de novo e recebia a mesma recusa, quantas vezes tentasse. Agora a nota é marcada como DUPLICIDADE, sai da aba Aberta, e o aviso manda emitir uma nova, que nasce no número seguinte. A "613" segue o mesmo caminho.
- "204 – Duplicidade" (a mesma nota, já autorizada) vira TRANSMITIDA, não duplicidade: com a chave igual, é a nossa própria nota que a SEFAZ autorizou num envio que caiu sem resposta. O sistema consulta a chave, grava o protocolo e segue — sem F6.
- Nota denegada (110, 301, 302 e 303) também ficava ABERTA. A denegação é definitiva: a SEFAZ registra a nota com protocolo e o número não pode ser reaproveitado. Agora o aviso mostra o motivo oficial, a nota fica como USO DENEGADO com o protocolo, e o operador corrige o cadastro antes de emitir outra.
- NF-e aberta com itens que a SEFAZ recusou não tinha como ser excluída. O operador apagava item por item para chegar na oferta de excluir, ou fechava a tela e o número ficava consumido para sempre. Agora o F4 da aba Aberta vira "Excluir", e ao fechar o editor o sistema pergunta se quer excluir e devolver o número: sendo o último da série, volta ao contador; se a série já andou, é oferecida a inutilização. O estoque que a nota baixou volta, nos dois regimes.
- Venda cancelada no PDV com NFC-e barrada antes da SEFAZ deixava o número gasto e a nota presa na fila. Ela ficava sem chave nem XML, marcada como contingência, e a retransmissão a pegava para sempre. Agora a NFC-e que nunca virou documento some e o número volta ao contador.
- Envio que cai no meio se recupera sozinho. Em estados com SEFAZ lenta — relatos da Bahia — o envio estourava o tempo e a tela mostrava só "0 -", mas a nota tinha sido autorizada lá; reenviar dava duplicidade. Agora o sistema consulta a chave sozinho e grava o protocolo.
- Recusa "225 – Falha no Schema XML" aparecia como "Falha na validação local", como se a nota nunca tivesse saído do computador — quem lia procurava o defeito no lugar errado. Agora o aviso diz que foi a SEFAZ, mostra o caminho do elemento recusado e manda validar contra o pacote de schemas mais novo do Portal.
- A letra da forma de pagamento era lida por seis rotinas que não se conheciam. TROCA entrava duas vezes no pagamento da NFC-e e a soma saía dobrada; cartão TEF sem a transação ter rodado ia à SEFAZ e voltava recusado com o número consumido; FIADO e PIX saíam com código diferente conforme quem emitisse; crédito fechado por TEF saía como débito. Agora há uma regra só, e TEF sem transação é barrado antes de gastar número.
- Débito ou crédito no TEF passa a ser o que a maquininha respondeu, não o que o cadastro da forma dizia. Vendas antigas com TEF ficam como débito de propósito: é o que elas vinham emitindo.
- O campo "Forma de Emissão" listava nove modos de contingência e o sistema atende um (Configurações > NF-e > Geral). Escolher qualquer um dos outros oito punha a NF-e num estado do qual ela não saía: a nota era assinada e gravada, mas não ia para a SEFAZ, e ao reabrir aparecia "Nota já foi transmitida em modo de CONTINGÊNCIA", que não era verdade. Agora o campo oferece Normal, e quem estiver em outro modo é trazido de volta na atualização. Nas bases conferidas ninguém foi afetado: das 4.706 NF-e emitidas, nenhuma saiu em contingência.
- A busca de CFOP passou a mostrar só os ativos. Ela listava a tabela inteira — 519 códigos, com 32 ativos numa base típica — e as telas depois recusavam o inativo com "CFOP não encontrado!": você escolhia de uma lista e levava erro por ter escolhido dela.
- NFS-e: a primeira nota da série não sai mais com erro. Emitir a primeira NFS-e de uma série parava com "ProximoNumeroFiscal: modelo RPS não suportado", uma mensagem interna. Acontecia com quem trocou a série do RPS e com empresa criada depois da atualização. Agora o contador começa sozinho em qualquer série e empresa.
- NFS-e de lote: o Consultar passa a ler o lote pelo protocolo. Em cidade que processa fora de linha — Fortaleza, Rio, BH, Curitiba, Salvador, Recife, Ginfes/Betha/WebISS — a nota nasce pendente com protocolo, e o Consultar só perguntava pelo RPS. Quando a prefeitura rejeitava o lote, a nota nunca existia lá: o Consultar respondia "E89 — não existe NFS-e para o RPS" para sempre, o motivo ficava invisível e a nota presa trancava o refaturamento. Agora lote rejeitado marca a nota com erro e mostra o motivo, liberando o serviço.
- Ticket Médio abria com "numeric overflow" (Vendas > Dashboard > Ticket Médio) — em base com alguma venda de valor absurdo, quase sempre cancelada, o painel estourava ao abrir com qualquer período. A venda continua lá: é dado da loja, e vale procurar e cancelar.
- Zerar uma forma de pagamento e passar o valor para outra estourava "-400" — em venda que nasceu como pedido ou pré-venda, ou finalizada e reaberta, zerar o DINHEIRO e ir digitar no PIX trazia "Update command updated [0] instead of [1] record". Venda comum de balcão nunca teve o problema.
- Boleto do Banco Inter recusado com "400" (telefone "0") — o boleto não levava telefone nem e-mail do cadastro, mesmo preenchidos. Agora vai o Celular 1 (ou o Fone 1) e o E-mail 1, quando estão em formato válido. Vale para todos os bancos com registro online.
- Etiqueta da balança que o caixa não achava — quando o valor impresso não começa na posição 7 nem na 8, o cadastro gerava um código que o caixa nunca procurava: o operador bipava e recebia "produto não encontrado" com tudo configurado certo, em todos os pesados da loja. Quem usa o layout comum não muda nada.
- Composição (kit): o total de custo somava o custo unitário de cada componente, ignorando a quantidade — kit com 10 unidades de um item mostrava o custo de 1. O total de venda já fazia a conta certa.
- CT-e voltou a abrir em qualquer base — em parte delas o módulo morria com "Type mismatch for field 'PESOL'", porque o tipo da coluna de peso varia entre bases antigas e novas e a tela exigia um só.
- NFC-e do PDV com a Reforma ligada saía sem o
vIteme sem tratar o CST 200; a avulsa e a NF-e já faziam os dois. Desconto ou despesas negativos no item: só o PDV barrava, as outras mandavam para a SEFAZ e recebiam a recusa de lá. NCM, CFOP e CEST com ponto: só a NF-e tirava a pontuação.
⚡ Desempenho
- A lista de Pessoas demorava a abrir, e eram três coisas somadas. A foto vinha junto com a lista, sendo que a lista não mostra foto nenhuma — uma única pessoa com foto pesada segurava a tela inteira. A lista era consultada duas vezes a cada abertura, e uma das duas saía ordenada pela coluna errada e era descartada. E o banco não tinha índice para a ordem alfabética, então ordenava a tabela inteira antes da primeira linha. Medido de ponta a ponta: 461 para 157 milissegundos. O índice é criado sozinho na primeira abertura.
- Foto de cliente exagerada não engorda mais o banco. Colar a imagem direto na moldura com Ctrl+V gravava a figura sem compressão nenhuma: um cadastro chegou a ocupar 12 MB, mais de cem fotos normais. Agora a foto é ajustada ao mesmo formato que a câmera já usava, por volta de 50 a 80 KB. Quem já estava no tamanho certo não é tocado.
🔗 Compatibilidade
- O projeto deixou de compilar os fontes do ACBr junto com o sistema. Isso resolve um erro que aparecia na sua máquina, não na nossa: quem atualizava os fontes do ACBr sem recompilar os pacotes levava um
E2003 Undeclared identifiernuma unit do próprio ACBr, sem nenhuma menção ao ERP. Nada some — os 302 provedores de NFS-e continuam no executável, IPM e Padrão Nacional inclusive; muda só de onde eles vêm. Se você compila o ERP, o build caiu de 2.043.783 para 761.704 linhas.
Ainda não provado em runtime: NF-e real paga em cartão de crédito (o grupo card no XML), CF-e SAT, que não tem hardware aqui para testar, e transação TEF real, que não tem PinPad. A nota denegada não tem como ser provocada em homologação. O grupo monofásico do IBS/CBS no leiaute novo depende do componente fiscal e é acompanhado à parte.
Compilar o ERP exige o componente novo do LojaZap, que já veio na 7.4.5. O módulo não mudou nesta versão e continua em 1.2.5.
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NF-e 5517
NFS-e4
PDV2
Outros assuntos27
E mais 43 alterações neste ciclo, não listadas aqui.